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Primeiro post do ano: Ser mãe pela quarta vez!

Queridas mamães…

Fevereiro está chegando ao fim e é a primeira vez que sento para escrever um post aqui no blog. Motivos para o atraso? Ser mãe já bastaria, certo? Afinal nossa vida é dividida entre várias vidinhas, e o tempo é um bem valioso para nós … e escasso!

Mas meus motivos são outros, afinal, já estava adaptada a vida de ser mãe de três. Minha agenda estava organizada e a casa já tomava um ritmo gostoso de tardes tranquilas e noites bem dormidas. Então veio a ideia de mudar para uma casa, afinal as crianças queriam muito um quintal. Com a mudança surgiu também a Síndrome de Tietze, me “presenteando” com uma terrível dor no peito que poderia durar de semanas a anos, graças a Deus estou melhor. Como me esquecer da dor do falecido dente do Siso? Impossível. Foi uma extração inevitável. E em meio a esses imprevistos da vida, somado a rotina corrida de uma mãe de três que não pode parar por nada e por dor nenhuma, eis que o resultado deu positivo pela quarta vez.

Sempre quis ser mãe de 4. E quando digo sempre é sempre mesmo. Quando a família e os amigos ficaram sabendo da gravidez as duas frases que mais ouvi além de “meus parabéns” foram:

1. Você sempre disse que queria ter quatro!

2. Como você é corajosa!

🙂 E as duas frases são verdadeiras. Precisa ter coragem para ser mãe nos tempos de hoje. Cuidar, proteger, educar, amar e depois deixar voar nesse mundão gigante… é preciso ter fibra e garra. Toda mãe é a coragem em pessoa.

Já ter quatro filhos, bem essa história mudou depois que meu terceiro parto foi cesária outra vez. Partir para uma quarta cesária nunca fez parte dos meus planos. Então três crianças correndo pela casa estava bom demais.

A história mudou depois dessa surpresa. Surpresinha boa que cresce saudável a cada dia e que em breve estará entre nós. Mas a preocupação com uma quarta cesária ainda está aqui, queridas amigas. Ser mãe de três ou de quatro, de cinco… não me assusta. Educar é uma arte e eu amo essa difícil tarefa de ser mãe. Mas quatro cesárias me assusta. Alguém aí do outro lado já passou por isso? Conhece alguém que passou?

Estou aproveitando cada momento, estou disposta, com energia, as dores diminuíram muito, a fase dos enjoos passou e eu nem senti, a mudança de casa está quase terminando, e agora posso voltar a escrever aqui no blog! 🙂

Então continuem acompanhando… porque conversar sobre filhos e trocar experiências nos engrandece e eu preciso muiiiitttto ainda aprender!

Beijinhos!

Do poeta Kalil Gibran para todas nós:

“Teus filhos não são teus filhos,
são filhos e filhas da vida.

Anelando por si própria,
vem através de ti, mas não de ti.

E embora estejam contigo, a ti não pertencem.

Podes dar-lhes amor mas não teus pensamentos, pois eles têm seus pensamentos próprios.

Podes abrigar seus corpos, mas não suas almas, pois suas almas residem na casa do amanhã, que não podes visitar se quer em sonhos.

Podes esforçar-te por te parecer com eles, mas não procureis fazei-los semelhante a ti, pois a vida não recua, não se retarda no ontem.

Tu és o arco do qual teus filhos, como flechas vivas, são disparados. Que a tua inclinação na mão do Arqueiro seja para alegria.”

 

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Conheça o produto contra estrias que está fazendo o maior sucesso. Funciona mesmo, eu testei!

Quando o assunto é estria toda mulher se interessa, isso porquê ninguém está livre desses tao indesejáveis risquinhos que teimam em aparecer em nossas peles. Então, qualquer novidade no mercado a gente fica de olho e torce para que seja milagroso!!

Na minha primeira gravidez eu tive estrias. Muitas. Mesmo dormindo untada de óleo de amêndoas e usando o produto que minha dermatologista indicou, um creminho carinho chamado “Mater Skin”, elas apareceram e vieram para ficar.

Fiquei bem chateada por um bom tempo. Chorei, afinal quando meu primeiro filho nasceu eu tinha 22 anos e queria minha barriga bonita de volta. Mas fui levando, me acostumando, e então a minha segunda gravidez chegou. E junto com ela… sim, mais estrias!

As estrias que surgiram não eram novas, e sim continuações das antigas. Antes elas ficavam bem abaixo do umbigo, depois da 2ª gestação, uma ou outra teve o atrevimento de ultrapassar a altura do umbigo. Chato! Confesso que nessa segunda gravidez não caprichei tanto nos cremes.

Logo depois que minha bebê nasceu, fiquei chateada também. E na época sempre me vinha em mente a abdominoplastia (cirurgia plástica para a retirada das estrias e, também, gordurinhas). Tinha vontade de fazer, mas não tinha coragem – aliás, não tenho até hoje.

Então , tentei vários cremes e alguns tratamentos com ácido retinóico, peelings e luz pulsada. A cada tratamento ou creme comprado tinha a sensação de mais uma vez jogar dinheiro fora. Pouco ou quase nenhum resultado visível acontecia. Foi aí que desencanei. Comprei um maiô e fui curtir a praia e piscina com meus filhos sem me incomodar muito.

No fundo, a vontade de ter uma barriga bonita estava lá e ainda está, mas fui me acostumando. Então, minha terceira gravidez chegou e foi aí que eu conheci o melhor creme de estrias que já testei em quase 8 anos de procura!! Mustela – esse é o nome.

Mas antes de indicar para todas as amigas e primas grávidas eu sempre digo: não existe milagre contra estrias, nem tratamento 100% eficaz, elas simplesmente aparecem e ficam para sempre. Porém, é possível melhorar e muito o aspecto da pele com estrias e o Mustela me ajudou muito.

mustela1-500x500O creme é esse aqui. Fábricado na França pelo laboratório Expanscience, o creme possui um poder penetrante que atinge as camadas mais profundas da pele estimulando a produção de colágeno e a síntese das fibras de elastina. A vitamina B5 e o gluconato de cobre favorecem a regeneração dos tecidos, contribuindo para o processo de cicatrização das estrias novas e antigas!

Preço salgado.

No Brasil o produto pode ser comprado nas grandes farmácias por aproximadamente 140 reais, 75 ml. O meu chama-se exatamente “Mustela Grossesse 9 Mois – Vergetures Double Action. Eu comprei na Itália e paguei 19 euros. Durante os 9 meses de gestação + 4 meses pós parto, eu usei um total de 4 frascos com 150 ml cada.

O resultado?

Minhas estrias melhoraram muito, muito mesmo. E praticamente não surgiu nenhuma na terceira gravidez. Claro que cada pele reage de uma forma, mas na minha deu certo. Eu testei e aprovei. Hoje, não penso mais na cirurgia. Claro que quero ficar bonita, quem não quer? Mas aprendi que se eu correr atrás da saúde, o resto vem junto!

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Quarto junto ou separado?

Quarto junto ou separado?

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Ver o resultado dar positivo pela segunda vez ou terceira, como no meu caso, é uma delícia! Ao descobrir que estava grávida novamente, quase morri de tanto rir. Uma reação meio esquisita, eu sei. Ri até doer a barriga. Na terceira vez, então, nem deu para fazer surpresa ao marido. Ao me ver sair gargalhando do banheiro, ele não teve dúvida, a cegonha estava a caminho mais uma vez. É muita emoção!

Essa euforia inicial vai dando lugar a razão, e os primeiros detalhes começam a ser pensados por nós, mamães. Enquanto os papais pegam a calculadora, as mamães começam a imaginar o nome, se vai ser menino ou menina, a decoração do quartinho, qual carrinho comprar, o que vai ser quando crescer, quando ele vai se aposentar, enfim, o pensamento vai longe longe!

No caso das mamães de segunda viagem, além de todas as normais dúvidas, uma outra questão logo lhe vem a cabeça para tirar-lhe o sono de muitas noites: onde colocar o bebê para dormir?

Na minha segunda gestação, eu não tinha escolha. Ou melhor, não tinha quarto. Então, juro que não perdi muito tempo com grandes questionamentos. Afinal, a minha única opção era colocá-la no mesmo quarto que o Gi já ocupava. Naquele momento, eu possuía dois medos, duas preocupações:

  • O choro do novo bebê atrapalharia a rotina de sono do meu filho mais velho?
  • E, se meu filho mais velho quisesse brincar em seu quartinho, como seria se o bebê estivesse dormindo lá?

Para resolver essas duas questões, meu marido e eu, por diversas vezes, conversamos com o Gi sobre o chorinho dos bebês. Mesmo ele sendo pequeninho, explicamos que chorar é Suuuuper normal e que os bebezinhos choram porque sentem fome, frio, dorzinha de barriga ou porque querem uma fralda limpinha. Nem tocamos no assunto que bebês também amam um colinho e choram MUITO para tê-lo! Explicamos isso a ele, não no intuito de fazê-lo suportar o choro, mas sim, para ele não ter medo, não pensar que tem algo grave com o bebê, apenas para encarar o choro com mais naturalidade.

Logo que a Me nasceu, colocamos o carrinho no quarto de casal e ela dormia lá com a gente. Foi ótimo, até porque a minha neura de acordar cem mil vezes durante a noite para ver se o bebê estava respirando, não exigiu caminhadas noturnas até o outro quarto. Era só abrir o olho, conferir a respiração e dormir mais cinco minutos até a próxima olhadinha! Foi assim até quase 3 meses, período em que ela já dormia de 5 a 6 horas durante a noite e só acordava uma vez para mamar e trocar a fraldinha. Então, ela foi para o quarto das crianças. O Gi, meu filho mais velho, nunca reclamou do chorinho, nem se quer acordava. Uma belezinha.

Quanto a questão da brincadeira, fizemos assim. Durante a manhã a Me dormia no carrinho de bebê no quarto de casal e o quartinho deles ficava livre para as brincadeiras. Depois do almoço, eu fazia as crianças dormirem um pouco. A sonequinha era boa e durava umas 2 ou 3 horas durante a tarde! Tao tranquilo, uma paz. Ai que saudade! Quando acordavam, já era a hora do café da tarde, o Gi se distraía comigo na cozinha, e depois ia brincar novamente.

Já na minha terceira gravidez, fomos para uma casa nova. Pois é! Fizemos uma mudança em pleno 7º mês de gestação. Não apenas mudamos de casa, como de cidade também. Sem contar que moramos sozinhos na Alemanha e não conhecíamos ninguém na nova cidade. Imaginem a loucura… barrigão, caixas, crianças. Parece piada, mas quando nos mudamos não tínhamos nem móveis! É melhor deixar essa história para um outro dia! Enfim, na nova casa teríamos 2 quartos livres para 3 crianças. Foi então que a grande dúvida surgiu: QUARTO JUNTO OU SEPARADO?

Nossa primeira ideia foi perguntar às crianças, já com 7 e 5 anos de idade, o que é que elas sugeriam, levando em consideração que após o nascimento do bebê, ao menos   dois deles teriam que dormir juntos. O Gi, optou em ter um quarto só para ele. A Me, também, desde que a noite pudesse dormir no mesmo quarto que o irmão mais velho. Mas e o bebê?  Ninguém o queria no quarto, tadinho! O Gi até torcia para o bebê ser uma menina, afinal, na cabeça dele, meninas dormiriam juntas no mesmo quarto.

O segundo passo foi pensar nas seguintes opções:

  • Os mais velhos dividiriam o mesmo quarto, afinal a idade entre eles é bem próxima. E o bebê ficaria no quarto menor, porém sozinho.
  • Ou, aceitar a ideia de fazer um quarto de meninos e outro de menina.

Como sou um ser notívago, ocupei muitas noites pensando, ilustrando, planejando tudo isso. Não estava totalmente contente com as ideias acima. Eis, então, que surge uma luz no fim do túnel, e a ideia de colocar todo mundo junto no mesmo quarto, e fazer do outro quarto, um local para brincar, apareceu! A ideia apareceu, amadureceu, ganhou raízes e hoje estamos felizes colhendo os frutos (e as encrencas) dessa nossa particular escolha!

Ter um quarto separado do irmão, pode trazer paz a criança, que é livre para organizar suas coisas, escolher a pintura, enfim, ter um cantinho com a sua cara. Na adolescência os meus filhotes dormirão em quartos separados. Talvez por serem menino e menina, esse desejo vem deles, e concordo. Eles terão interesses diferentes e precisarão de privacidade ao trocarem a roupa, ao receberem um coleguinha para dormir em casa, e por aí vai.

Porém, acreditamos na ideia de que o „quarto junto“ tem muito a acrescentar na vida dos pequenos. Os motivos, digo-lhes um monte:

  • Fortalecer os laços e a união entre os irmãos,
  • Estimular a conversa e cumplicidade,
  • Praticar a ideia de dividir os espaços e resolver problemas
  • Exercer o hábito de ceder,
  • Criar um ambiente tranquilo para o descanso e hora de dormir,
  • Deixar os brinquedos, grandes estímulos, informações e cores fortes, resumindo, deixar toda a bagunça centralizada no quarto de brincar!

Sei que podemos conseguir tais triunfos colocando-os em quartos diferentes, essa é uma questão pessoal. Cada família possui seu ritmo, sua dinâmica, e sabe o que é melhor para si. Com amor e educação baseada em fortes valores, damos um jeitinho para todos os problemas. Porém, de um coisa estou certa, mesmo se morássemos em uma casa com muitos quartos, esta ideia de colocá-los juntos para descansar e juntos, em outro quarto, para brincar, ainda sim seria nossa opção. Principalmente por causa da bagunça, desta maneira os brinquedos ficam todos em um quarto só.

Então, a minha resposta é: quarto junto! Ao menos até chegaram a adolescência. Mas essa é uma outra história!

A Super Mammy.

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Para ajudar as mamães a decidirem pelo “quarto junto ou separado?”, Recolhi depoimentos de amigas queridas sobre suas experiências na hora de arrumar o quartinho. Espero que gostem, porque eu… amei!

“Eles dormem juntos. E, mesmo se tivessem espaço para dormir separados, dormiriam juntos da mesma maneira. Acho importante este contato, ainda mais quando pequenos, que estão com a personalidade em formação. A desvantagem talvez seja este mesmo vínculo se tornar uma dependência e, criar-se aquele temido “medo de dormir” sozinho… mas, é uma desvantagem pequena se comparada ao companheirismo entre irmãos. Essa é uma questão delicada… A Lorena irá para um quarto separado… pois, (aí vem um certo machismo inverso…) ela precisa da individualidade feminina…Aline Cenci é Super Mammy do lindos Vitor Cenci, 6 anos, Nicolas Cenci, 3 anos e Lorena, 7 meses.

“Tenho duas filhas … Uma de doze anos e uma de seis .Hà 4 anos atrás elas dormiam em quartos separados, mas depois de uma viagem em que elas dormiram juntas no mesmo quarto, deixaram de dormir separadas para dormir juntas, devido ao fato da menor ficar com medo de dormir sozinha. Desde então, nunca mais dormiram separadas. Eu gostei , pois acho tão bonito a união de duas irmãs, que, apesar das briguinhas se amam muito…. E acho que o fato delas dormirem juntas cria um laço ainda maior entre elas.“
Lidiani Romano é Super Mammy das princesas, Náthalie, 12 e Giulliane, 6.

“Os quartos das meninas são separados. Eu e o meu marido, quando a casa foi projetada, decidimos assim, pois queríamos que nossas filhas tivessem o seu próprio espaço. E vemos hoje que isso é muito bom e importante, pois a Isabella está com 11 anos e gosta de ler, pintar, escrever, enquanto a Leticia de 9 anos brinca com suas bonecas, canta, dança e então cada uma tem o seu lugarzinho para realizar suas próprias atividades. Pode-se pensar que dessa forma está sendo estimulado o individualismo, mas não é isso que acontece. Elas são muito amigas, brincam juntas, conversam bastante e às vezes uma dorme no quarto da outra para conversarem até o sono aparecer. A criança ao longo do dia precisa ter o seu tempo, ficar sozinha para realizar o que deseja ou simplesmente pensar, estudar e até mesmo dormir um pouquinho depois do almoço, e ter um quarto só para ela ajuda nisso. Até o momento não vimos desvantagens e acreditamos que no futuro continuará sendo bom, pois terão horários diferentes para dormir e poderão acender a luz quando desejarem, pois não incomodará a outra.“
Adriana Cominato é Super Mammy dos fofos Isabella, 11, Leticia, 9, Pedro Miguel, 3 e Samuel José, 3 meses.