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Festa de São Martin

Novembro ainda é outono, mas o frio aqui na Alemanha já tem cara de inverno. Então a gente segue inventado e procurando alternativas para nos divertimos e aproveitarmos o tempo também fora de casa, porque esperar dentro de paredes quentinhas o inverno passar com quatro crianças é de enlouquecer mãe, pai e a vizinhança toda.

Para nossa alegria, novembro é o mês em que comemoramos a festa de São Martin e isso quer dizer que pelo menos por um semana estamos entretidos com algo que aquece nossos corações de tão fofinho que é. Vou explicar o motivo.

Primeiro, quem foi São Martin?

Martinus Turonensis, também conhecido como Martinho de Tours nasceu no século IV a oeste do Rio Danúbio, região que pertence hoje a Hungria. Seu pai era militar e o alistou com 15 anos para a cavalaria do exercito romano, mesmo contra a sua vontade. Logo ficou conhecido por sua bondade, caridade e fé. Em uma determinada noite, quando Martinus de Tours estava com mais ou menos 22 anos, aconteceu algo que iria mudar a sua vida. E essa parte é o que originou a lenda e a festa que celebramos até os tempos de hoje. Conto sobre isso mais abaixo. Enfim, depois desta noite ele deixou de vez o exército, virou monge, missionário e evangelizador. Morreu aos 81 anos e sua vida foi sempre em função do próximo. Caridade… talvez seja essa sua marca.

St Martin

Mas enfim, o que aconteceu para que São Martin abandonasse a cavalaria? A lenda é mais ou menos assim:

Em um inverno rigoroso, quase congelante para dizer melhor, são Martin retornava de um vilarejo após receber o dever de cobrar os impostos dos camponeses de uma cidade vizinha. Na saída, ele encontrou um mendigo  que implorava por ajuda sentado no chão frente ao portão da cidade. Como são Martim havia dado há poucos instantes todo o seu dinheiro para que os camponeses pudessem pagar o imposto, ele pegou o que tinha no corpo para ajudar o homem. Cortou com sua espada metade do manto que lhe esquentava o corpo e ofereceu ao mendigo, cobrindo-o para que o pobre homem não morresse congelado. Na mesma noite, são Martin sonhou que Deus estava trajado com seu manto, ele acreditou ter tido um encontro com Deus. A partir desse dia,  Martin decide não ser mais um soldado, abandona o capacete e a espada e passa a servir a igreja. É pelo ato de bondade e de coragem de São Martim e por toda uma vida de caridade que comemoramos no dia 11 de novembro o dia de “Sankt Martin”.

São Martin e os gansos
O Bispo da cidade faleceu, e o povo clamava Martin, todos queriam que ele fosse o próximo bispo. Mas ele era tão modesto que se escondeu junto aos gansos. As pessoas o procuravam no escuro com LANTERNAS e alguns deles cantavam músicas. Quando os gansos começaram a fazer barulho o povo o descobriu. E em 371 depois de Cristo, São Martin tornou-se bispo de Tours.

Por isso as lanternas…

A memória dele sobreviveu aos séculos: então a festa que comemoramos hoje com músicas, lanternas e (em alguns lugares) jantar com ganso assado (na minha cidade é Bratwurst mesmo – linguiça grelhada), é devido a estes dois episódios: o ato de bondade ao ajudar o mendigo e o esconderijo entre os gansos.

Como é a festa aqui na Alemanha?

Na escola da minha filha, nos encontramos no pátio, cantamos músicas, saímos todos em procissão com nossas lanternas e depois comemos juntos também no pátio da escola.

No Kita (ed. infantil) dos meus filhos menores, que é uma escolinha católica, temos uma missa, depois uma encenação com “St. Martin” subindo no cavalo, uma procissão no

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Kinderpunsch!

bairro com as lanternas e música, e uma confraternização no kindergarden com salsicha e kinderpunsch (seria um ponche quentinho sem álcool – humm… eu adoro!).

No meu bairro, as crianças tocam as campainhas da casa e quando a gente abre a porta elas cantam para nós. Como forma de agradecimento, retribuímos com doces, é uma tradição.

A primeira vez que bateram na minha porta – eu não sabia de nada disso ainda – eles cantaram e ficaram sorrindo esperando, aí eu vi que um deles segurava um cestinho com doces e então eu entendi o recado. Corri para o armário e tinha uns poucos  mini saquinhos de Haribo. Outras crianças vieram e eu não tinha mais doce, então comecei distribuir frutas. Elas se entre olharam e agradeceram. Vieram outras e eu já estava desesperada, não tinha mais doce, frutas e eu não ia dar um pé de alface que estava lá na geladeira, então eu distribui iogurte! Ai que mico.

Um encontro de arte, cultura, história, religião…

As crianças fazem suas próprias lanternas, mas também podem comprar. Esse ano nós compramos a da Melina, mas depois ela fez uma com sua amiga e o Lucca e o Thomas fizeram a deles parte na escola. O Giovanni já está no fundamental, e isso quer dizer que não é costume por aqui fazer a procissão de são Martim nas escolas depois de “grandes”, mas muitas paróquias celebram essa festa e nos dão a oportunidade de festejar juntos em qualquer idade.

Aqui em casa adoramos participar de tudo isso, acho uma forma importante de dizer e mostrar para as crianças que quando fazemos o bem isso fica marcado, gera frutos, engrandece, alegra ao próximo e nos enche de alegria também. Então, por que não? Para hoje a previsão é de chuva, mas temos um encontro marcado às 16:00 para festejarmos St. Martin 🙂

E vocês, já conheciam essa festa? O que acharam? Colocarei no instagram um pouco da festa (espero que a chuva não atrapalhe), passe lá e dê uma olhadinha. Já tem uma foto da Melina com sua lanterna. A festinha da escola dela foi quarta!

Beijos, mamães!

 

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Como (não) criar um filho mimado, mandão e problemático.

Cuidar e proteger nossos filhos… até isso tem limite. Como é difícil educar, saber até que ponto devemos ir e em que caminhos devemos pisar. Escrevo isso porque sempre tive um pé atrás para aquela famosa frase: “colocar o filho numa redoma de vidro”. E vejo, cada dia mais, que os pais que evitam ao máximo o sofrimento e a frustração de seus filhos acabam criando para si problemas ainda maiores.

A proteção talvez seja uma reação natural de uma mãe para o seu filho. Queremos que a vida deles corra sem grandes problemas. A todo momento antecipamos perigos e tentamos retirar as pedras do caminho, pois sempre é mais tranquilizador imaginar uma estrada livre, em que o risco de queda é menor.

Nesta tentativa de que tudo seja perfeito, ou quase, esquecemos que é preciso alguma frustração, de algum problema, de algum conflito. Porque é certo que aprendemos muito com eles. Hora, você já tentou colocar seu filho de três anos no sofá e dizer: “hoje conversaremos sobre brigas na escolinha”? Nem tente, vai entrar por um lado e sair por outro. É preciso o desconforto do conflito para se aprender e para crescer.

Um simples não (e o respeito por ele) já é um obstáculo a ser encarado por nossos filhos pequenos. Conheço muitos pais que possuem uma dificuldade enorme em dizer não a seus filhos. Depois, estes mesmos encontram uma dificuldade enorme na hora de enfrentar as consequências da sua própria permissividade.
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É pelo excesso de permissividade, ou pelo excesso do medo que possuímos de deixar nossos filhos enfrentarem os desafios sozinhos, que nos deparamos com crianças e adolescentes sem limites, birrentos, donos do mundo.

Analisando o perfil de pais permissivos, vejamos que são eles quem mais compram presentes aos seus filhos, e dizem que é recompensa. Recompensa de que? Não entendo. Geralmente, as crianças que ganham tudo o que querem, possuem grandes dificuldades de auto controle e de gerir uma frustração. Estes filhos vão crescendo e os pais comentam: “Como é possível que meu filho, que sempre teve tudo, me dá cada vez mais problemas?”.

A questão é o que oferecer a eles? E não estou falando de qual brinquedo é melhor, não estou falando de coisas materiais. No mundo fútil que vivemos, cada dia mais é preciso refletirmos sobre o que realmente é necessário.

Meu marido comentou comigo sobre um livro, não me lembro certamente o nome agora, mas é algo do tipo: “Gastando com felicidade”, que mostra que comprar coisas deixam as pessoas tristes sem que elas percebam. Relacionei isso com o texto porque educar nossos filhos tendo como base “compras”, “recompensas materiais”, “shopping”, e afins é um grande perigo. Que tipo de felicidade queremos ensinar a eles? Baseado em que estão os nossos valores?

As vezes o medo que muitos pais possuem de seus filhos não gostarem deles, os faz serem mais amigos do que pais dessas crianças. Esse medo os levam a dizer sim, onde caberia um sensato não.

Para estes pais digo que o mundo precisa de nós. O mundo precisa dos nossos limites. Pergunte para qualquer professora se isso não é verdade. O medo de impor limite aos filhos, com medo de os perder, leva a um aumento exponencial do risco de isto vir a acontecer.

Portanto se você não quer criar um filho mimado, mandão e problemático, dê boas vindas aos conflitos e aos desafios que seus filhos precisam enfrentar sozinhos, transforme-os em canais de aprendizagem. Saiba que dizer não, mesmo que doa um pouco, educa e engrandece. Na hora de educar, deixe claro (para si próprio) que você é a lei. E por último, mas não menos importante, lembre-se: se alguma parte da sua vida (inclusive ser mãe) está sufocando outras partes é sinal de que alguma coisa diferente precisa ser feita. E refletir é um bom começo.

Ótimo fim de semana, queridas mamães!
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É normal comer caquinha de nariz? Eca! Esse assunto é uma meleca.

Vai ter festa no salão?

No meu não, mas aqui em casa tem alguns moradores que andam limpando seus salões frequentemente e o pior (tem como ser pior, acredite!), já peguei no flagra os donos desses dedinhos limpadores comendo a tal da meleca do nariz! Ah! Que horror, eu disse que o assunto é uma meleca!

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Fui pesquisar e, naturalmente, descobri que isso é inofensivo e normal. Aliás nem precisava, era só eu lembrar da minha infância e ver que o dedão estava lá na maior agitação. Uma vez a professora do pré chamou meus pais na escola para dizer que eu não parava de limpar o salão. Ai que vergonha!

Bem, pesquisando sobre este assunto melequento, encontrei dois senhores – Scott Napper e Friedrich Bischinger – e descobri que eles trabalham em estudos sérios sobre as melecas e mais, garantem que não tem problema nenhum comer caquinha, e que faz até bem para saúde! Ah… para tudo!

O que é a caca de nariz?

A Caquinha de nariz é formada por secreções nasais ressecadas unidas a impurezas e microrganismos como vírus, bactérias e fungos presentes no ar que respiramos.

Qual seu nome científico?

Ela é conhecida cientificamente como “muco”.

Como é popularmente conhecida?

Caquinha, casquinha, catota, meleca, bichinho do nariz e outros. A imaginação do ser humano é fértil … até demais!

Como se forma?

A caquinha de nariz se forma através dos nossos “filtros nasais”. Os cílios do nariz filtram o ar que respiramos e retém ali grande parte dos vírus, bactérias e impurezas que entrariam em nosso corpo. Unindo essa sujeira toda com a secreção do nariz, obtemos a caquinha. Sua consistência dura e ressecada se dá por causa do ar que entra quando respiramos. Quanto mais poluído o lugar que estamos, mais caquinhas de nariz será produzido. É o nosso corpo trabalhando para evitar que essa meleca externa chegue aos nossos pulmões. Como os cílios não param de se movimentar, eles acabam empurrando essas caquinhas para a abertura do nariz. Tornando mais acessível sua remoção!

Para que serve?

A caquinha atua na defesa do nosso organismo e serve como uma barreira protetora. É necessário ser removida, pois seu acúmulo pode dificultar a passagem do ar.

Por que é bom comê-las? Eca!

Os pesquisadores Scott Napper e Friedrich Bischinger defendem a ideia de que a caquinha é uma espécie de vacina “natural e gratuita” para nosso organismo, uma vez que nela contém porções pequenas de vírus, germes e bactérias.

E esses “bichinhos” que se acumulam no nosso nariz em forma de meleca podem ajudar (se ingerirmos) porque tornariam o sistema imunológico humano mais resistente.

Friedrich Bischinger acompanhou por anos um grupo de crianças que colocavam o dedo no nariz e que comiam as melecas. Comparadas com um outro grupo, com hábitos “nasais” opostos, as que comiam a caquinha tiveram menos gripe e alergias.

Olha o que ele fala:

“A medicina moderna tenta fazer o mesmo, mas de uma forma mais complicada. As pessoas que metem o dedo no nariz e depois comem os mucos, conseguem reforçar seu sistema imunológico de uma forma natural e gratuita. As crianças costumam praticá-lo de forma instintiva mas, a pressão social faz que, quando sejam maiores, deixem de fazê-lo. Eu só peço para que vejam de outra forma, que animem as crianças a colocar o dedo no nariz, já que é algo muito natural e, desde o ponto de vista médico, é uma ideia maravilhosa”.

Curiosidades.

A cacaquinha de nariz é composto principalmente por secreções que contém sal e são produzidas pelo corpo, tais como suor e lágrimas. Portanto, a caquinha, assim como estas outras secreções possuem um gosto salgado. Eu nunca provei e nunca vou provar nem pelo bem da ciência!!!

Tirar caquinha vicia. Dizem que algumas pessoas viciadas em tirar caquinha ficam “cegos” e não importa onde, todo lugar é adequado para cutucar o nariz, mesmo na frente de outras pessoas!

Outra curiosidade: quanto mais caquinha se tira, mais caquinha se forma! Nosso organismo que é muito esperto, uma verdadeira máquina (para mim, um verdadeiro milagre) acredita que a “falta” constante dessa meleca – devido a retirada – é sinal de que o corpo precisa de mais proteção. Dessa forma, libera mais secreção que em contato com o ar, dá “vida” a mais e mais caquinhas.

Boas maneiras e educação!

Por mais que comer caquinha faça bem, ah pelo amor de Deus, isso é horrível de se ver e de se imaginar. Portanto, o bom senso sempre deve prevalecer! Aqui em casa tem uma regra – mas que ultimamente está difícil de ser respeitada, confesso – tirar caquinha só no banheiro!

Quanto a comê-las, ainda não achei um jeito melhor de tirar essa mania deles do que falar que meleca é um monte de bichinhos, bactérias, germes, cocos de rato, barata morta, vírus tudo isso misturado e colado com a cola humana (formada por xixi)! E que isso faz um mal danado, tirando toda a energia que eles precisam para o futebol e Balé. Mesmo que a ciência prove o contrário!

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Brincar é divertido e inteligente!

Desde os primeiros meses as crianças se envolvem com brincadeiras e jogos. É dessa forma que elas aprendem, se desenvolvem e interagem com o mundo. As crianças vão crescendo, muda-se a forma do brincar, mas ainda sim, a atividade favorita dos nossos filhos é explorar o mundo e aprender a navegar por ele .

Eu estava observando meu caçulinha (que completou seis meses hoje) brincar com uma simples etiqueta que recortei de uma blusa que estava pinicando muito!. Aquele olhar brilhante, um leve sorriso, uma concentração gigantesca para segurar, virar, lamber algo tao desajeitado e molengo.

Os bebês parecem apaixonados ao descobrirem o mundo. Também, encaram os jogos e brincadeiras como uma profissão, como aquilo que ele faz de melhor. Como se fosse uma necessidade inata da criança o desejo de brincar.

Tudo o que tem nas mãos de um bebê ou de uma criança, faz com que eles criem uma ponte que os ligam rapidamente até uma brincadeira. Colocar tigelas de plástico uma dentro da outra, desenhar com um pedaço de graveto na areia, dar algo para beber a uma boneca com um copo vazio, puxar as meias dos pés… tudo é motivo para brincadeira, tudo se transforma em aprendizado.

Nestes exemplos, é nítido observar a tentativa das crianças de desvendar os mistérios das coisas ao seu redor. Querem ter, sentir, cheirar, segurar e ouvir todas as pistas que as fazem explorar seu pequeno mundo e entendê-lo. E fazem isso brincando. Uma maravilha para o desenvolvimento mental, motor, emocional e social.

Para isso, os bebês – e também as crianças – precisam de espaço e de liberdade para explorar. Também, precisam de tempo, do quanto for suficiente para elas.

A ciência do desenvolvimento infantil nos revela que os bebês são a mais completa e incrível máquina de aprendizagem existente. Conseguem criar conexões neurais e aprendem rapidamente as coisas. Se uma criança pequena aperta o botão do abajur e a lâmpada ascende, e depois aperta novamente e a luz apaga, pronto, tem-se um novo “jogo”, uma nova brincadeira e, assim, uma nova tarefa de aprendizagem é revelada.

Os bebês – um mundo a conceber.

O primeiro brinquedo do bebê é o seu corpo . Ele brinca com os pés, examina suas mãos, experimenta o sabor dos seus dedinhos. Também é fascinado por tudo o que está em sua volta. Quer compreender o que acontece! Quer colocar tudo na sua boca, seja a meia suja do irmão ou uma colher na mesa de jantar.

Nesta etapa o bebê está aprendendo a entender o mundo: “se eu pegar o chocalho, escuto um som”, “se eu jogar a chupeta fora do carrinho, ficarei sem”, “se eu empurrar a porta, ela se abre” .

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Oferecer -lhe uma variedade de coisas para brincar – com formas, cores, texturas e materiais diferentes.

  • Ser companheiros e conversar, sorrir, cantar e mexer em seus pés e mãos.

  • Ler um livro enquanto mostra as imagens (procure livros com várias texturas para que o bebê possa interagir e descobris através do toque)

  • Deixe-o concentrar: se ele está tentando pegar um objeto, quando ele conseguir, não diga nada, apenas observe. Muitas vezes o nosso “Oba, muito bem, você conseguiu!” desvia a atenção do bebê e ele deixa o objeto de lado, deixa também de aprender e se desenvolver mais com aquilo.

  • Coloque objetos do cotidiano, como pratos e copos de plástico sempre disponível (ao alcance). Uma gaveta na cozinha com tigelas de plástico (sempre inofensivos, cuidado!) podem render um tempo de interação e brincadeira enquanto você prepara o jantar.

A criança pequena – verdadeiros construtores!

Quando começam a querer brincar de construir coisas, uma nova fase se inicia. Agora nossas crianças pensam como arquitetos , construtores, padeiros e pintores. Blocos estão empilhados, o papel todo preenchido, tudo feito com entusiasmo e concentração. As crianças começam a criar algo novo.

A partir dos 18 meses, as crianças irão lhe oferecer pedaços de lego para comer, melhor aceitar e dizer que está uma delícia!

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Deixar papel e lápis de cor disponível. Massinha também!

  • Oferecer um brinquedo e tempo para que elas possam brincar. As crianças possuem um ritmo diferente do nosso e se querem construir uma torre, por exemplo, deixem-as construir sozinhas. É claro que nós faríamos bem mais rápido, mas nossa fase já passou. Agora é vez delas!

  •  As crianças não gostam de brincar sozinhas em seu quarto. Por isso, fique por perto ou deixe que brinquem na cozinha, na sala ou no escritório.

  • Continuem com os livros (na verdade, não parem mais!), a leitura é importante para a imaginação, lógica, afetividade e muito mais.

A criança com 3 anos ou mais – fantasiar é a lei!

Quando a criança domina melhor a linguagem, começa a fase dos jogos que precisam de um ou mais jogadores. Na maioria das vezes, é preciso irmos às compras e voltarmos com um jogo de memória, dominó de bichinhos e fantoches na sacola.

Nesta fase as crianças começam a querer mandar, dar ordens e estipular as regras. Quer saber? Não deixa não! Mostre, com carinho e paciência, os limites da sua casa.

Há um grande avanço no seu vocabulário e, assim melhoram as habilidades de comunicação da criança. É uma boa oportunidade para processar as suas próprias experiências e vivências, portanto podemos conversar sempre com elas, isso cria um vínculo que deve ser mantido para sempre. Trocar papéis e fantasiar é uma oportunidade lúdica e criativa na hora desse prosa…

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Deixe a criança usar roupas da mamãe e do papai, perceba se ela tenta agir como nós, se ela é capaz de entender nossos diferentes papéis.

  • Crie oportunidade para que elas brinquem com outras crianças.

  • Permita que tenha tempo e tranquilidade para brincar e não interrompa desnecessariamente.

  • Dê-lhe tantas vezes quanto possível, a oportunidade de correr ao redor da casa, no quintal ou no parque. Isso melhora não só as habilidades motoras (grossa e fina), como fortalece o sistema imunológico. Com pedras, folhas, areia, elas podem brincar muito bem.

Crianças com 6 anos – Eu que ganhei!

Os jogos de regras entram cada vez mais em ação, e agora a única preocupação é saber quem foi o vencedor! Mais do que querer ganhar, as crianças desenvolvem capacidade de raciocínio, lógica e desenvolvimento estratégico durante a brincadeira.

Quanto mais a criança brincar, mais aprenderá. Ela também começa a lidar com a questão emocional: alegria , orgulho, frustração, tristeza, euforia, uma chuva de novos sentimentos aparecem. E, muitas vezes, tornam-se uma tormenta se não forem resolvidos.

No jogo, as crianças podem aprender a lidar melhor com esses sentimentos. Sempre digo aos meus filhos: “Se você não está preparado para perder, também não está preparado para jogar!”. Afinal, jogar é escolher ter o risco da derrota. Mas nem todos sabem lidar com isso, por isso o papel dos pais é fundamental.

Para que uma brincadeira não acabe em choro, ou com pecinhas voando para o outro lado da sala, nós podemos ajudar da seguinte forma:

  • Respeitar a idade sugerida dos jogos. Demanda excessiva leva ao estress e lágrimas. (Claro, cada um conhece seu filho e sabe o que dá para antecipar ou não).

  • Comprar Jogos que também lhe agradam. Afinal, brincar com um jogo chato faz tudo perder a graça. Descubra junto com seu filho jogos que sejam divertidos para vocês dois!

  • Esclarecer as regras antes de começar o jogo.

  • Optem sempre por jogos de tabuleiro! Observem quanto de conversa acontece num jogo de vídeo game e quanto de conversa acontece durante uma partida de UNO, por exemplo. É mais saudável e divertido!

Nenhum pai precisa ser animador de festa nem expert em jogos e brincadeiras. Mas saber o momento que seu filho está e oferecer aquilo que dá prazer a ele é importante pois ajuda-o no seu desenvolvimento.

A relação do brincar com o desenvolvimento psíquico e cognitivo é comprovado, portanto vamos criar mais oportunidades de diversão aos nossos filhos. E eu não estou falando de brinquedos caros. Afinal, nosso tempo e algumas pedras do jardim são de graça, já o resultado… Bem, este não tem preço!

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O que os nossos filhos pensam sobre nós?

Sexta feira, o dia amanheceu chuvoso e cinzento. De certa forma, hoje eu acordei assim também, me sinto “nublada” e pensativa. Antes de dormir li uma reportagem sobre um casal que abandou seus filhos. “Simplesmente” deixaram em casa 3 crianças e se foram, para nunca mais voltar.

Deitei a noite imaginando qual o motivo para esse abandono? Irresponsabilidade, problema financeiro, drogas, falta de compromisso, desespero? Imaginava também a cabecinha daqueles 3 pequenos órfãos. Foi difícil dormir.

Hoje ao acordar me dei conta que o abandono possui várias faces, e que é possível abandonar um filho mesmo morando sob o mesmo teto. Quantos pais colocam reuniões, trabalhos, amigos, esporte, negócios a frente de seus filhos? Erram ao imaginarem estar fazendo bem a eles, afinal, o dinheiro está chegando e eles têm “tudo”. Quantos estão deixando de construir laços fraternais que jamais serão recuperados se não forem feitos desde a infância?

Para que seu filho te escute no futuro, é preciso ter tempo para o escutá-lo hoje.Quando pessoas dizem que um filho custa caro, penso: “filho custa o quanto a gente quer pagar”. Afinal, o indispensável é de graça, crianças não precisam de brinquedos caros e nem estudar nas “melhores e mais ricas” escolas da cidade.

Nenhuma criança fica doente ou morre porque não tem um nitendo DS ou qualquer brinquedo caro. Isso é desculpa de pais que possuem a consciência pesada. Tentam enganar a si próprios.

O que as crianças precisam mesmo é de uma mãe e de um pai presente. “Presentes” de verdade. Para ter filhos temos que estar preparados. É preciso saber que abrir mão de alguns encontros com amigos, de algumas viagens de negócio, de alguma partida de futebol será inevitável.

Mas acredite, vale a pena. Pelas crianças, pela sociedade e por você. Nunca ouvi falar que aproximar-se de um filho tenha causado algum mal. Que desligar a televisão para aproveitar o pouco tempo que você possui durante o dia para brincar com ele, tenha deixado você desinformado. Que você tenha perdido algum amigo por responder aquela mensagem no Facebook ou Whatsap depois que eles foram dormir.

Ao contrário, filhos fazem um bem danado. Um dos maiores problemas na hora de educar um filho é esquecê-lo dentro da sua própria casa. Refletir é preciso e mudar, muitas vezes é necessário. Então, porque não começar com uma avaliação?

Pergunte a seu filho que nota ele daria a você. Deixe-o livre para responder, sem pressão e sem medo sobre como anda o seu pai ou a sua mãe em casa. Os resultados podem te surpreender.

Aquelas 3 crianças que foram abandonas pelos pais terão a chance de receber outros que irão amá-las e cuidá-las. E nossos filhos, quais chances terão de terem um pai e uma mãe de verdade?

Segue um video sobre a “relação” das pessoas (hoje em dia) com a tecnologia… Achei super legal, embora óbvio. O mundo real é muito mais interessante, humano e surpreendente. Vamos viver a realidade, nem que para isso precisamos mudá-la!! Beijos…

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Mãe, eu tive um sonho…

big wolfAcabo de acordar com minha filha me chamando:

“Mãe! Mãe…” gritava ela em seu quarto. Quando cheguei foi dizendo: “Eu tive um sonho maluco”, e simplesmente virou para o lado e dormiu, sem me contar o incrível sonho que me fez levantar da cama às 2 da manhã!

Os sonhos guiam nossa vida, já os pesadelos podem perturbar a noite de sono de uma criança. Nesse caso, o jeito é acalmá-la trazendo-a de volta para a realidade e passando a segurança necessária para que nossos pequenos voltem para um soninho mais tranquilo e possam descansar mais um pouco. E nós, também!

Uma vez, quando eu tinha 9 anos, sonhei que eu usava aparelho nos dentes (na verdade esse era um desejo real, dá para acreditar?). Só sei que quando acordei fui “seca” pegar meus aparelhos, afinal eu tinha acabado de guardá-los na caixinha! Era “óbvio” que eles estavam ali em meu quarto. Procurei e nada de achar. Perguntei para minha mãe: “Mãe, cadê meu aparelho?” Quando ela me disse que eu nunca havia usado aparelho na vida, me frustrei. Parecia tão, tão real!

Confesso que de uns tempos para cá sonho pouco, ou pelo menos, não me lembro deles. Isso deve ser por causa das noites mal dormidas de uma mãe de recém nascido! Mas no geral, sempre me lembrei dos sonhos e frequentemente eles são muito impactantes para mim.

E com meus filhos é assim também, sonham, se lembram e vivem contando para mim as aventuras e os perigos vividos nesse maravilhoso mundo que existe dentro de cada um de nós. Tem uma cobra, por exemplo, que insiste em aparecer nos sonhos (e pesadelos) do meu filho mais velho. Já tive que dormir com ele várias noites por causa da danada.

Mas por quê as crianças possuem tantos pesadelos? Com o que elas sonham? Como ajudá-los a separar sonhos da realidade?

A maioria dos pesadelos acontece durante o sono profundo, o mais provável é que os pesadelos ocorram no último terço da noite, já depois das quatro da madrugada. As crianças acordam assustadas, confundindo fantasia com realidade e buscam o conforto e o abrigo dos pais. Podem lembrar com detalhes dos pesadelos e nos contar tudinho.

Mas o que provoca os pesadelos?

Agitação por causa de algum probleminha na escola, ansiedade despertada por alguma mudança iminente, alimentação pesada durante a noite, acontecimentos traumáticos como briga ou separação dos pais, um filme ou uma história de suspense vista ou ouvida durante a noite, com fantasmas, E.T.s e monstros, por exemplo, podem ser fatores que despertam o pesadelo durante o sono.

A própria escuridão da noite assusta muitas crianças. Minha filha sempre me diz que tem medo da noite. E eu sempre digo a ela que eu adoro, porque é durante a noite que consigo ver a lua e as estrelas que tanto amo observar. Ela me olha com aquele “olhão arregalado” como quem diz: “que louca é minha mãe”, porque afinal, noite para ela é sinal de bruxas soltas por perto!

Na verdade os pesadelos nascem de um medo, de uma fragilidade natural do ser humano, e revelam-se pela primeira vez já a partir dos 12 aos 18 meses de vida. Criar uma rotina tranquila antes de dormir, ajuda nossas crianças a terem mais sonhos do que pesadelos.

Colocar o filho cedo para dormir, em um ambiente limpo e tranquilo, sem o barulho e agitação externa e com uma iluminação aconchegante proporcionará a ele uma atmosfera perfeita para uma noite de sono e de sonhos.

Evitar televisão a noite, substituindo por uma atividade como pintura ou leitura, faz bem, acrescenta e acalma. Trazendo a paz necessária para a horinha do sono noturno, diminuindo a incidência de pesadelos.

E por falar nisso, nosso papel é muito importante na hora que as crianças acordam de um sonho ruim: se nos procuram por causa do medo que estão sentindo, é porque confiam em nós. Então, devemos retribuir essa confiança dando importância ao sentimento deles, mostrando que a realidade está bem mais segura e tranquila do que os seus pesadelos.

Só por curiosidade, aqui está um ranking dos pesadelos mais frequentes entre as crianças:

  1. Monstros
  2. Precipícios
  3. Insetos
  4. Troca de papéis (O dócil cachorrinho da vida real transforma-se em uma temível ameaça)
  5. Bruxas
  6. Animais Malvados
  7. Perder os pais

Os pesadelos tendem a diminuir conforme as crianças vão crescendo. Ainda bem! Mas como os meus filhotes ainda são pequenos, vou ficando por aqui … Preciso dormir antes que alguma “cobra” ou outro “sonho maluco” me desperte.

Bons sonhos, mamães!

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Receitinha fácil para o fim de semana!

Vamos para a cozinha?

Só se for com a criançada, é claro!

E nossa receitinha de hoje é uma salada de frutas diferente, bem refrescante e com muitas vitaminas para proteger a garotada!

Vejam que delícia:

Receita:

Para a calda da salada:

* Suco de 4 laranjas, 1 cenoura e 1 manga. (Mas fica uma delícia também com suco de laranja e mamão ou suco de laranja e maracujá!)

Frutas:

Nós usamos: 2 bananas, 2 maçãs, 1 kiwi e + ou – 15 framboesas. Mas vocês podem usar o que tiverem!

Nossa Dica: espremer limão nas frutas antes de colocar o suco, pois não deixa as frutas (principalmente a banana) escurecerem!

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Beijinhos e ótimo final de semana!!

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Manhêê, cadê minha infância? Adultização infantil.

Olá mamães!

Estava vendo alguns sites de roupas e me deparei com imagens de crianças imitando adultos. Super maquiadas, de salto alto, com roupas nada infantis. Meninas pequenas que mais pareciam mini mulheres. Pesquisando mais, me deparei com os concursos de beleza para criança. Então pensei: estamos voltando no tempo, certeza.

Antigamente, séculos atrás, não existia esse sentimento de infância. As crianças eram apenas mini adultos. Vestiam-se como os mais velhos e logo aprendiam uma função a fazer. Sem escola, sem direitos, sem tempo para brincar. A história da criança é bonita, porque década após década, ela foi ganhando espaço e cultivando o direito que melhor lhe cabe para esta fase: o de brincar!

Como disse Gilbert Keith Chesterton, “A maravilha da infância é que para eles tudo é maravilha.”

Observando essas histórias de concurso de beleza infantil, penso que estamos voltando na história. Inventando “ridiculisses” para que as crianças percam cada vez mais cedo a maravilha da infância.

Mas por de trás de cada “mini mulher”, existe uma mãe e um pai. E isso é espantoso, porque estão fazendo algo de muito mal aos seus próprios filhos. Quando falo em adultização infantil, me refiro a estas posturas, vejam:

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A adultização infantil passa por várias esferas: consumismo, rotina cheia de compromissos, vaidade exagerada, sendo essa última o foco da minha indiguinação momentânea.

Afinal, podemos ver nas fotos crianças super maquiadas, artificialmente bronzeadas, que desfilam em trajes de banho para juízes adultos dizerem se elas são bonitas ou não. Sim, me parece um absurdo.

Gostaria de perguntar para essas mães que incentivam suas filhas a participarem de desfiles de modelos, concursos de miss infantil, cinema, televisão, ou o que for: “queridas mães, não acham esse exagero doentio? Qual a vantagem em crescer tão rápido?

Sabemos que há sempre alguém ganhando com berrações que tentam colocar em nossas vidas, em nossa rotina. E esse ganho é enorme! Hoje, podemos encontrar produtos anti envelhecimento para crianças de 8 a 12 anos de idade! Kit infantil com esfoliadores faciais! Sutiãns com bojo para meninas a partir de 6 anos!

A indústria ganha dinheiro. Nossas crianças perdem a infância. Precisamos salvá-la para que o mundo ainda tenha jeito. Exagero?

A brincadeira faz parte da infância, e possibilita o desenvolvimento da área cognitiva, biológica, motora, social e afetiva. Tudo o que acontece nessa fase é fundamental para o resto da vida de uma pessoa, uma vez que sua personalidade e seu caráter estão em formação.

Pular esta etapa da infância ou antecipar a vida adulta é um equívoco que deixa sequelas problemáticas. A infância existe e é preciso respeitá-la.

Mas como saber o limite entre o exagero e a vaidade infantil?

O fantasiar faz parte da vida, faz parte do faz de conta infantil. Enquanto for brincadeira é saudável passar batom, por exemplo. A partir do momento que isso vira rotina, que isso vira lei, “Ai ela não sai de casa sem fazer as unhas!”, então, temos o exagero.

Crianças perdendo horas em salão para fazer as unhas toda a semana, sim, parar mim isso é exagero. Na maior parte da vida nós somos adultos, vamos deixar nossas crianças serem “apenas” crianças. E para isso elas precisam de tempo. Tempo para brincar!

A Super Mammy.

Às mamães ansiosas para verem suas filhotas crescerem, deixo essa música lindinha: “Tente entender”, do Palavra Cantada.

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50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 2

Olá mamães! Conforme o prometido, segue a 2ª parte da Lista de Filmes do Blog Super Mammy!

Clique nas imagens ou nos links para assistir o filme ou saber onde encontrá-lo.

Você também pode gostar de:

50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 1

Aproveitem!!

MVICAMRA

26. A Bela e a Fera (1991): Um dos contos de fada mais bonitos e encantadores. Bela vai a procura de seu pai que está perdido na floresta e o encontra preso em uma castelo. Para libertá-lo, Bella fica em seu lugar e passa a ser prisioneira da Fera, dando início a uma história linda de amor verdadeiro. Duração: 84 minutos. Livre. (Clique aqui)

27. De volta para o futuro (1985): Marty é um jovem que aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por Doc Brown,  um cientista, e faz uma viagem ao passado até os anos 50. Lá conhece sua mãe, antes de se casar com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais. Duração: 116 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

28. Toy Story (1995): O filminho é lindo, todos sabem. O brinquedo favorito de Andy Davis, um menino com oito anos, é um cowboy de pano, o Xerife Woody. O que Andy não sabe é que quando os humanos não estão olhando os brinquedos ganham vida, protagonizando uma dos melhores filmes de animação de todos os tempos. Duração: 77 minutos. Livre. (clique aqui)

29. O menino maluquinho (1995): É um filme brasileiro super lindinho, baseado na história do Ziraldo. Lembro-me que quando eu assisiti esse filme (com 11 anos)  fiquei com vergonha de ter chorado! Assisitindo com meus filhos, eu chorei sem vergonha nenhuma e eles também!  Essa parte mais emotiva é apenas um pedaço da delicosa história sobre as invenções de um menino espertinho e maluquinho. Duração: 82 minutos. Livre.  (Clique na imagem para assisitir o filme)

30. Cinderela (1950): Conta a história de uma menina órfã, que sob os cuidados de uma madrasta torna-se a criada da casa, não recebendo o mesmo cuidado que as duas filhas da malvada. Mas um baile mudará a sua história e com ajuda de uma fada madrinha, os seus sonhos se transformarão em realidade. Duração: 74 minutos. Livre. (Clique aqui)

31. A guerra dos botões (2012): Um grupo de meninos liderado por Lebrac, participam de uma guerra contra as crianças da aldeia vizinha. É uma batalha tradicional, realizada há gerações pelos jovens das duas aldeias. Eles lutam pela honra e lealdade, mas utilizam-se dos meios necessários para vencer. Porém, os pais não podem ficar sabendo. Um filme lindinho sobre um tempo passado. Duração: 109 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

32. A bela adormecida (1959): Uma terrível maldição da rainha malvada faz com que a Aurora durma por 100 anos, após espetar o dedo em um roca. Mas as três fadas madrinhas (Flora, Fauna e Primavera) descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce e verdadeiro de amor. Será que a Aurora irá despertar deste sono? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique aqui)

33. Bernardo e Bianca (1990): Foi o primeiro filme que vi no cinema, tinha 6 anos! Conta a história de dois ratinhos que encontram uma garrafa com um pedido de socorro dentro. Vivem aventuras até conseguir encontrar a dona da cartinha e ajudá-la a se livrar das garras de uma madrasta má. Duração: 77 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

34. O pestinha (1990): Um casal vai até uma agência de adoção para realizarem o sonho de serem pais. Conhecem Junior, um meninho carismático, que acaba sendo adotado pelo casal. Mas em breve eles vão descobrir que esse anjinho é o menino mais bagunceiro do mundo. Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

35. Eduard, mãos de tesoura (1990): Eduard é um jovem esquisito e sozinho que vive em um castelo abandonado. Ao ser  encontrado por uma moradora do bairro, descobrem o valor de uma amizade. Mas não são todos que irão recebê-lo bem. Duração: 105 minutos. Livre. (Clique na imagem).

36. Nós somos os campeões (1992): Um advogado arrogante, terá que prestar serviço à comunidade como instrutor de hockey da pior equipe da cidade, por ter cometido muitas infrações no trânsito. O advogado muda o nome da equipe, e tenta mudar, também, a história deste time. É emocionante e as crianças vibraram muito! Duração: 100 minutos. Livre. (Clique aqui)

37. Branca de Neve (1937): Esse filme é lindinho e conhecido pelo mundo todo, já assiti várias vezes quando criança, depois com meus primos e agora, com meus filhos. Conta a história de uma menina que se esconde da madrasta na floresta e é acolhida por 7 anões. Mas a malvada consegue achá-la e prega-lhe uma peça, que pode custar a vida da linda Branca de Neve. Duração: 83 minutos. Livre. (Clique aqui)

38. Pinóquio (1940): É lindo e dá para ensinar muitas coisas às crianças através dele. Conta a história de um marceneiro que vivia sozinho, e sonhava em ter um filho. Uma fada torna o sonho em realidade ao dar vida à um boneco de madeira feito por Geppetto, que o educa com os melhores valores a serem ensinados: coragem, lealdade e honestidade. Como será que Pinóquio, o menininho de madeira, se comportou? Duração: 89 minutos. Livre. (Clique na imagem).

39. Minha mãe é uma sereia (1990): Essa é a história de uma mãe que age como adolescente, e de uma adolescente, sua filha, que age como mãe. Uma inversão de papéis que nos faz rir e chorar. Mesmo sendo livre, acho melhor cada mamãe assistir antes e ver o que acha. Ainda não mostrei aos meus filhos, mas adoro a história! Duração: 110 minutos. Livre. (Clique aqui).

40. Tartarugas ninjas (1990): Rafael, Michaelangelo, Leonardo e Donatelo sao tartarugas mutantes treinadas por um rato para combater gangues e crimes em Nova York. Dica: comprem uma pizza para assistirem durante o filme, porque eles adoram e dá uma vontade! Duração: 93 minutos. Livre. (Clique aqui).

41. Sonho de Verão (1990): Esse filme eu assisti muitas vezes com minhas primas! É brasileiro e tem muita música. Conta a história de um casal de ricões que buscam ajuda para a sua filha, que não fala mais depois da morte de sua irmã. Por isso, viajam aos EUA e deixam a casa, uma verdadeira mansão, aos cuidados da governanta. Mas uma turma de jovens a caminho de um colônia de férias, invade a casa e vivem momentos de alegria e diversão, pensando ser lá o verdadeiro hotel. Quem vai desfazer essa confusão? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

42. Riquinho (1994): Conta a história do menino mais rico do mundo que gostaria de jogar baseboll com alguns meninos na rua. Durante a trama, seus pais desaparecem no triângulo das bermudas, e o menino suspeita ser uma fraude de alguém querendo assumir a milhonária empresa de sua família. Com a ajuda de seus amigos, consegue resgatar seus pais. Duração: 94 minutos. Livre. (Clique aqui)

43. Pocahontas (1995): “Se pensa que esta terra lhe pertence, você tem muito ainda o que aprendeeeerrr, pois cada planta, pedra ou criatura, está viva, e tem alma, é um ser. La la la la…” 🎶  Assisti tantas vezes que decorei todas as músicas!! E agora não consigo parar de cantar! … O filme 1 é lindo e conta a história de um amor entre duas pessoas de mundos diferentes. Agora, o filme Pocahontas 2, foi horrível! Ela vai até o mundo dele, viaja muito, e quando chega lé, advinhem só… ele sente vergonha dela. Frustrante, né? Então, minha dica é assisir só o filme 1, que é lindo demais! Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

44. Karate Kid (1994): Acho legal assistir essa versão primeiro e depois a nova. Dá para conversaar com os filhotes sobre as mudanças que eles notaram, inclusive que na regravação, a luta nem é mais karate. Quem não se recorda do Daniel San e do golpe final? Gostou? Seus filhos gostarão também de mais este clássico do século passado! Duração: 126 minutos. Livre. (Clique aqui)

45. Quero ser grande (1988): Após ser barrado em uma montanha-russa durante um passeio, Josh resolve fazer um pedido à máquina dos desejos para ser grande. No dia seguinte o pedido foi realizado. Mas ele continua sendo uma criança, só que com a aparência de uma homem de 30 anos. Imaginem a confusão! Duração: 108 minutos. Livre.

46. O pequeno milagre (1998): Esse filme eu aluguei várias vezes, tanto que um dia a mulher da locadora de filme disse: “é a sexta vez que você vai levar esse, quer mesmo assim?”! Esse fato é engraçado, mas a história nem tanto. Porém, aprende-se muito com as aventuras e a amizade construída entre dois meninos especiais. Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)

47. 101 Dálmatas (1996): Os dálmatas Pongo e Prenda são pais de 15 cachorrinhos. Mas Cruella pretende lançar uma nova linha de roupa com peles de Dálmatas e manda raptar todos os dálmatas da cidade. Pongo e Prenda organizam uma das maiores aventuras da história canina para recuperar seus filhotes. Duração: 103 minutos. Livre. (Clique aqui)

48. Férias frustradas (1983): Os Griswolds planejaram suas férias de verão até o parque Walley World. Tudo certo em seus mínimos detalhes, até pegarem a estrada! É um filme engraçado e cheio de surpresas! Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui)

49. Milagre na rua 34 (1994): Em plena época do Natal, Suzan, uma garotinha muito inteligente e esperta, afirma que Papai Noel não existe. Porém, um senhor muito bondoso é contratado para trabalhar como Papai Noel na loja de brinquedos em que sua mãe trabalha. O que ninguém podia esperar é que o velhinho afirma ser o verdadeiro Papai Noel e que está ali justamente para provar para a garotinha e para muitas pessoas que ele é real. Duração: 114 minutos. Livre.

50. Um dia a casa cai (1986): Recém casados, ao comprarem uma mansão,  Walter e Anna descobrem aos poucos que nada funciona, e precisam urgente reformar a casa toda. Entretanto, eles gastaram tudo que tinham para adquirí-la e o orçamento para deixá-la habitável é extremamente caro. Sem dinheiro e sem poder vender a casa, eles arrumam divertidas confusões. Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)

Bom filme! Boa pipoca! Ótima diversão!

Beijinhos,

Super Mammy.

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Preparem a pipoca… 50 filmes da infância para assistir com a criançada! Parte 1

Olá Mamães!

Listei os 50 filmes mais marcantes de quando eu era criança e desde setembro passado estou assistindo juntinho aos meus filhotes! Está sendo uma experiência incrível, eles adoram! A cada filme, uma nova história para contar de quando eu era pequena. Eles prestam uma super atenção!! A curiosidade é enorme em saber como eu e o papai éramos na infância, o que fazíamos, do que e com quem brincávamos…

Um ponto negativo? São super difíceis de serem achados. Por isso, vou linkar as imagens ou títulos, assim vocês encontrarão os filmes mais rápido. Espero que gostem e que aproveitem esses momentos de diversão em família!

Farei em duas partes. Hoje 25 títulos e quarta feira, mais 25. Beijinhos!

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50 filmes da infância para assistir com a criançada – a Super lista do Super Mammy!

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1. Esqueceram de mim (1990): Quem se lembra do grito da mãe desesperada: “Ke-viiinnn!” ? A ação começa quando o mala sem alça Kevin (Macaulay Culkin) é esquecido em seu sotão, depois de uma agitada noite em família. Quando amanhece, ele descobre que está sozinho em casa e a festa começa! Até ele ter que enfrentar uns ladrões atrapalhados que querem assaltar a sua casa. As armadilhas que Kevin prepara irão fazer com que ele defenda seu lar até seus pais voltarem das frustradas férias natalinas. Duração: 103 Minutos. Livre.

2. Esqueceram de mim 2 – Perdidos em Nova York (1992): Desta vez, Kevin (Macaulay Culkin) se perde no aeroporto após seguir um homem, confundindo-o com seu pai. Enquanto a família foi curtir as férias na Flórida, ele viajou para Nova York com o cartão de crédito do seu pai. E viveu divertidas aventuras até se encontrar novamente com a sua família. Duração: 120 Minutos. Livre. (Clique aqui)

3. E.T. (1982): Como não se apaixonar por aquele “etezinho” achado por um garoto no meio da floresta? No filme, este ser do outro planeta  econtra um grupo de crianças legais que o ajudarão a voltar para sua casa. É um clássico do cinema dirigido por Spielberg. Duração: 115 minutos. Livre.

4. Jamaica abaixo de zero (1993): Um filme de comédia e emoção que conta a história de um grupo de esportistas jamaicanos que se unem para disputar, acreditem se quiser, uma modaliadde dos Jogos Olímpicos de Inverno. Saindo do extremo calor, para o extremo frio, vivem uma história emocionante de superação e amizade. Duração: 97 minutos. Livre. (Clique aqui)

5. A Família Addams (1991): Essa família peculiar e de arrepiar está prestes a sofrer um golpe e perder seu tesouro. O plano bolado para roubar os Addams, elaborado pelo advogado picareta da família, não foi executado conforme o previsto. Revelando uma série de esquisitisses dessa adorável família! Duração: 99 minutos. 12 anos. (Clique aqui)

6. A convenção das bruxas (1990): Esse filme é muito bacana! Um novo plano é discutido entre as bruxas: transformar todas as crianças em ratos. Mas um menininho esperto, hospedado no mesmo hotel onde estava ocorrendo a tal convenção, descobre o plano. E tentará impedir, mesmo transformado-se em um rato… Uma aventura roedora de tirar o fôlego! Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)

7. A princesinha (1995): Sara é uma menininha linda, que vivia em um lugar mágico, na Índia, com seu amoroso pai. A história começa a mudar quando ele é chamado para a guerra e Sara levada para morar em uma escola de meninas. Quando chega, encontra um lugar triste, amedrontado pela autoritária diretora. Aos poucos, vai ensinando a todas as garotas que a alegria mora dentro de nós. Teve duas indicações ao Oscar em 1995. Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui) 

8. Querida encolhi as crianças (1989): Esse filme é uma aventura do início ao fim. As crianças aqui em casa amaram e já assistitram várias vezes. Dá para ter uma ideia de como é ser do tamanho de uma formiguinha, e viajar no mundo mínusculo imaginado pelo diretor Joe Johnston. Duração: 93 minutos. Livre.

9. Beethoven – o maguinífico (1992): Perdido pela cidade, o cachorro encontra uma família que logo se apaixona por ele, mas cujo pai não o quer por perto de jeito nenhum. Após algumas histórias e aventuras, a impressão inicial pode mudar, e quem sabe o pai aceita Beethoven na família! Duração: 87 minutos. Livre. (Clique aqui)

10. Free Willy (1993): A baleia perde sua família por causa dos pescadores, mas encontra em Jesse, um verdadeiro amigo. Juntos brincam e nos divertem em uma deliciosa histórinha. As crianças vão adorar!  Duração: 112 minutos. Livre. (Clique aqui)

11. Denis, o pimentinha (1993): Coitado do senhor Wilson, com um vizinho desses ninguém precisa de inimigo. Esse filminho é bom para mostrar às criancas tudo aquilo que NãO se faz!! Uma história de amizade e travessuras. O filme é legal, mas prefiro os desenhos que passavam de manhã no SBT. (Isso há duas décadas… só entre nós! rsrs). Duração: 95 minutos. Livre. (Clique aqui)
12. Uma babá quase perfeita (1993): O sofrimento de um pai, após a separação, por não ver mais os filhos diariamente, faz com que Daniel Hillard (Robbin Willians) se ofereça para ser babá de seus filhos. Detalhe: sem que ninguém saiba quem ele é de verdade. Uma linda história. Duração: 126 minutos. Livre. (Clique aqui)
13. Os batutinhas (1994): Os garotinhos do “Clube de meninos anti mulheres” se preparam para uma grande corrida. Mas um apaixonado surge no grupo, quase estragando a corrida e a união dessa turminha fofinha! Duração: 82 minutos. Livre. (Clique aqui)
14. Os Flintstones (1994): Esse filme é muito legal, assisiti no cinema! Conta a história de uma oferta de trabalho que quase colocou em risco a amizade e o amor da família e dos amigos. Duração: 82 minutos. Livre. (Clique aqui)
15. Gasparzinho, o fantasminha camarada (1995): Uma mansão mal assombrada, e uma dona aflita para vendê-la, deveria ter seus fantasmos explusos de lá. James, um terapeuta de fantasma, é contratado para dar fim a missão. Mas sua filha cria uma amizade com Gaspazinho e eles se metem na maior confusão. Duração: 100 minutos. Livre. (Clique aqui)

16. Baby, o porquinho atrapalhado (1995): Essa é a história de um porquinho que é pastor de ovelhas. Fofa e encantadora. Foram precisos 40 porquinhos atores para se revesarem nas cenas do filme. Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)
17. Space Jam, o jogo do século (1996): Com Michel Jordan no elenco, o filme mistura atores com os personagens da  “Looney Tunes”. Assista essa emocionante partida entre terrenos e alienígenas. Duração: 88 minutos. Livre. (Clique aqui)
18. Os goonies (1985): Uma turminha de amigos, os goonies, encontram uma mapa do tesouro e vivem inúmeras aventuras ao irem buscar o tão desejado prêmio. Só não esperavam esbarrar em tantos piratas pelo caminho!  Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)
19. Meu primeiro amor (1991): Esse filminho é lindo, mas ainda não assisti com as crianças. Acho que vou esperar mais, por causa do desfecho do filme. Uma história de amizade, amor,  desencontros e relação pai e filha. Duração: 102 minutos. Eu não consegui saber se é livre ou não!
20. Matilda (1996): Matilda é linda, extraordinária e muito inteligente. Infelizmente, seus pais (Danny Devito e Rhea Perlman) não percebem seu talento para não dizer outra coisa! Para piorar, estuda em um colégio com uma diretora que é uma megera malvada. Mas Matilda descobre que tem poderes sobrenaturais e começa assim uma revolução em sua vida. Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui)
21. Operação cupido (1998): Conta a história de duas garotas gêmeas, que só se conhecem durante um acampamento de verão e descobrem que uma delas não conhece o pai e a outra não conhece a mãe. Então, elas trocam de lugar para poder conhecê-los e juntar os pais de novo. Será que deu certo? Duração: 128 minutos. Livre. (Clique aqui)
22. Olha quem está falando (1989): Conta a vida de uma mãe solteira e, ao mesmo tempo, como essa rotina é vista na visão de um bebê. Acho muito legal e as crianças amaram!!! Duração: 92 minutos. Livre. (Clique aqui)
23. Olha quem está falando também (1990): É a continuação do filme. Molly se casa com James para a alegria do bebê, que neste filme já está um mocinho. Em meio a uma crise conjugal, mole engravida e dá a luz a uma companheirinha para as aventuras do bebê falante! Uma delícia de história! Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)
24. Vida de Inseto (1998): Adoramos esse filme!! Criativo, divertido e fofinho. Uma aventura e tanto para os baixinhos assistirem! A risada é garantida. (Mesmo sendo livre, acho que possui uma ou outra cena “fortinha” para os pequenininhos. Então dá para assistir agarradinha com os pitucos! Duração: 96 minutos. Livre. (Clique aqui)
25. Corrina, Corrina (1994): Conta a história de um pai jovem e publicitário que se vê viúvo e precisa encontrar alguém para cuidar da sua filha, calada desde a morte da mãe. Eis que surge Corrina para dar uma “revira volta” na história! Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)