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E quando meu filho for adolescente?

book-15584_1920Pois é, começaram algumas respostinhas mais azedas aqui em casa, então pensei: “Xiii, imagina na adolescência!”. Meu filho mais velho só tem nove anos, mas a preocupação com esta fase da vida já bate na minha porta: me sairei bem no papel de mãe de adolescente?

Para o psiquiatra Manfred Spitzer, “a puberdade é quando os pais são estranhos”. Eu já fui adolescente um dia, mas em breve passarei mais uma vez por esta fase, só que agora no papel de adulto responsável.  Aposto que isso deve ser no mínimo desafiador.

Mas como encarar a adolescência de um filho? Quando paro para imaginar, vejo-me como uma mãe legal, amiga e companheira, capaz de entender meus filhos e fazê-los se sentirem a vontade para rir ou chorar. Mas a verdade é que falar é fácil e em meio as briguinhas, chatices e surpresas vividas neste período, muito provável que eu me torne uma mãe chata, mandona e inflexível.  Afinal, se hoje já tenho grandes desafios na hora de educar, imagine quando eles forem adolescentes?

Mas será que todo adolescente é mesmo um “aborrecente”?

Não. Acreditem, nem todas as mães sentirão o gostinho amargo de ser mãe de um “aborrecente”. Mas engana-se quem pensa que apenas uma boa educação é capaz de reter o comportamento rebelde de um jovem. O ser humano é um caixinha de surpresa, e na adolescência essa caixinha se enche de transformações sociais e físicas.  Embora a relação construída entre pais e filhos até a adolescência seja importante e significativa, não podemos esquecer que existe um processo químico nesse período ativo e responsável pelas grandes mudanças, podendo  ocasionar  conflitos em qualquer que seja o nível de relação entre eles.

Mas que mudanças são essas?

O cérebro humano está em constante desenvolvimento até os 20 anos de idade. Na adolescência ocorrem alterações marcantes em suas estruturas. Regiões inteiras do cérebro são renovadas e essas mudanças  acontecem de  forma intermitente e não uniformemente. Nos anos  que acompanham a puberdade, ocorre uma reestruturação significativa, principalmente nas áreas cerebrais que abrangem as emoções, o auto controle, o julgamento apropriado das situações vividas e o próprio comportamento.

Além dessa alteração química cerebral, ocorrem também  alterações hormonais no período da adolescência. Bom, e sobre as alterações hormonais nem preciso dizer nada, nós mulheres conhecemos bem e sabemos o quanto influencia o nosso humor, relacionamento e até mesmo a visão do mundo.

Então não é apenas rebeldia?bmx-493138_1920

Não. Podemos dizer que o cérebro ainda em desenvolvimento de um adolescente está mais predisposto a riscos, a acoes mais sentimentais do que racionais,  a escolhas precipitadas, à impulsividade, ao entusiasmo por novidades e a dificuldade de se concentrar em metas a longo prazo. A adolescência é um período de busca pela identidade física, social e pessoal.

Saber disso me trouxe um alívio. Quando meu filho começar a resmungar, contestar ou me irritar, precisarei apenas mentalizar e dizer para mim mesma: “Calma! são apenas as sinapses neurais de um adolescente!!” rsrrs. Mas se no calor do momento eu me esquecer totalmente disso, devo recorrer as estratégias para uma boa convivência com adolescentes. Quais são elas?
* Como o adolescente vive praticamente o agora, dizer a ele que é preciso estudar para se ter um bom emprego, por exemplo, é quase perda de tempo. Nesta fase devemos ser práticas: “Olha meu bem, se não estudar para a prova de amanhã, cancela o cinema do fim de semana”.  Os adolescentes precisam de recompensas rápidas, nada de sermões sobre o futuro.
* Outra ação positiva para lidar com seu filho adolescente é sempre conscientizá-lo que toda ação tem uma consequência imediata e que portanto ele deve minimamente refletir sobre o que se está fazendo agora: “se não arrumar sua cama, cuidará da louça do jantar esta semana toda.”
* Trazer os amigos para a casa é uma forma de conhecê-los melhor e estar mais próximos deles, mesmo que eles se enfiem no quarto e só saiam para pegar comida na geladeira. Ser legal com os amigos do nosso filho adolescente ajuda na aproximação e melhora esta relação.                                                                                                                * Na adolescência é necessário fazermos acordos. A conduta de ouvir nossos filhos e formar combinados é importante para a política de “ação e consequência”. As regras e limites devem ser claros, objetivos e combinados em conjunto, se possível escritos e colocados no mural da casa. “Dever de casa semanal completo até sexta a tarde ou video game desligado no fim de semana”.

A adolescência é a fase da vida em que o parecer do outros – especialmente dos colegas – é cada vez mais influente. Mais influente até que a opinião de seus pais. A chave que nos revela a boa convivência entre pais e filhos na adolescência é lembrar sempre de três coisas:

1- Os adolescentes não estão diferentes, rudes e totalmente complicados neste período porque são malvados ou destemidos, mas porque o seu cérebro é ainda um enorme canteiro de obras a ser trabalhado após um longo período de reforma.

2- Os adolescentes não são adultos. Nem seu cérebro.

3- Os pais não são meros amigos. É preciso agir com responsabilidade e com a maturidade que nossas conexões neurais já estruturadas nos permitem.

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E se você tem um adolescente em casa, conte para nós sua experiência!

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15 perguntas sobre uso de óculos de sol em crianças

Dias quentes e ensolarados pedem muita água e ingestão de alimentos leves e refrescantes, como frutas, picolés, sucos e verduras. Mas quando o assunto é SOL, existem outros cuidados que devemos nos atentar com relação a saúde dos nossos filhos. Por isso, o blog da Super Mammy escreveu 15 perguntas e respostas sobre o uso de óculos de sol em crianças. Leiam e fiquem por dentro deste assunto importante em qualquer que seja a estação do ano.

FotorCreated1- Crianças podem usar óculos de sol?

Sim. Crianças podem e devem usar óculos de sol como forma de proteção contra os raios ultravioletas a e b, que são perigosos não apenas para a nossa pele, mas também – e tão importante quanto – para a os nossos olhos.

2- A partir de que idade é permitida o uso de óculos escuros?

Pelo fato de se encontrarem em desenvolvimento, as crianças são necessariamente aquelas que qualquer agressão do meio ambiente poderá ter maior repercussão ao longo da vida. Por isso aspectos relacionados com a prevenção são muito importantes. Com relação à saúde ocular, ocorre o mesmo: prevenir desde cedo é fundamental. Mas a grande questão é: as crianças devem usar óculos de sol a partir de que idade?
A proteção contra a radiação solar tem importância apenas a partir da idade em que a criança adota um estilo de vida que lhe traz maior exposição, ou seja, quando começa a ter atividades ao ar livre.

3- Óculos de sol são recomendados para bebês?

As crianças podem usar óculos de sol em qualquer idade. Mas é importante que os óculos tragam proteção e não perigo aos nossos filhos. Portanto a partir do momento em que elas consigam manuseá-los de forma autônoma, o uso é recomendado. Existem óculos para bebês, com elásticos para mantê-los firmes e seguros no rostinho deles. Talvez seja uma opção em condições especiais, como quando estamos em locais de maior exposição aos raios ultravioletas: grandes altitudes (montanhas) e superfícies muito refletoras (neve e grandes superfícies de água).

4- Existe algum item importante para se verificar na hora de comprar óculos de sol para crianças?

Antes de mais é necessário saber o que se espera dos óculos de sol. A maioria das pessoas usa óculos escuros para melhorar o conforto visual na presença de luz solar. Embora este aspecto seja muito importante, o principal objetivo para o uso de óculos escuros, deve ser a sua capacidade de proteger a criança das radiações nocivas ao aparelho visual. “As crianças passam mais tempo expostas à luz ambiente do que os adultos. Estima-se que a média de radiação recebida pela criança seja três vezes a do adulto e que cerca de 80% da radiação seja recebida antes dos 20 anos de idade. Por outro lado o cristalino da criança transmite mais radiação visível de baixo comprimento de onda (azul) e ultravioleta à retina, do que o cristalino do adulto. Estima-se que 75% da radiação que chega à retina, ocorra antes dos 10 anos de idade e apenas 10% depois dos 25 anos.” Augusto Magalhães, oftalmologista pediátrico.

5- A criança deve usar o tempo inteiro óculos escuros durante sua exposição ao sol?
Quanto mais tempo a criança usar óculos durante sua permanência sob sol ou neve, mais estará protegida. Assim como chapéu e protetor solar, este assessório é indispensável na hora de buscar uma ideal proteção contra os raios UVs. Como a criança possui muita energia e muitas vezes não quer usar óculos, evitar que a criança brinque do lado de fora nos horários de pico da radiação, também é uma forma de proteção.

6- Existe algum cuidado que devemos ter com a higiene e manutenção deste assessório?

Sim. Limpar os óculos com panos apropriados é importante para o cuidado da lente e da visão, uma vez que as lentes podem sujar e riscar com a areia, já que as crianças brincam no parquinho, por exemplo. Também, óculos com marcas de dedos ou riscos causam desconforto visual e os olhos buscam adaptar-se a essa “visão com obstáculos” causando cansaço e esforço ocular desnecessário. A manutenção dos óculos deve ser feita com limpeza diária, armazenamento em local apropriado, de preferência dentro da embalagem (caixinha dos óculos), confirmação frequente de que suas lentes estão intactas e que seu formato continua adequado para o rosto da criança.

7- Quais são os problemas visuais causados pela radiação solar?
Os efeitos negativos à saúde visual provocados pelas radiações UV dependem da intensidade da radiação, definida pelo índice de radiação UV, e pelo tempo de exposição sem proteção adequada. Existem lesões que são imediatas e outras que ocorrem a longo prazo. Dentre as lesões imediatas ocorridas pela exposição ao sol estão: queimaduras palpebrais e queimadura solar da córnea, que dificilmente acontece em crianças por brincarem no sol. Porém, outras lesões ocorridas a longo prazo são importantes e devem ser consideradas, como: degeneração macular e cataratas. A falta de proteção aumenta em 60% a chance de evolução precoce de cataratas. Essa doença é a responsável por 48% dos casos de cegueira. Os efeitos da radiação são cumulativos ao longo da vida e por isso os problemas causados pela proteção incorreta ou não proteção aos raios solares aparecem anos depois, já na fase adulta. Proteção precoce é fundamental.

8- Como podemos verificar se uma lente é boa ou não?

A qualidade da lente nos óculos de sol depende de dois fatores: a cor e o tipo de lente. As lentes devem possuir boa qualidade ótica, e isso podemos verificar observando o aspecto global das lentes como simetria, material e cor. Para as crianças recomenda-se o uso de lentes feitas de policarbonato, que são inquebráveis. Com relação a cor, devemos optar por lentes com tons de cinza e marrom. Lentes muito escuras podem expor ainda mais ainda a retina ocular.

9- Óculos de sol de boa qualidade para crianças são sempre caros?

Não. Óculos de sol não tem de ser caro para oferecer uma boa proteção contra as radiações UV. Na maioria dos casos o elevado preço dos óculos de sol tem haver com a marca. O mais importante nos óculos não são as armações e sim as lentes!  Para pagar mais barato, procure por lentes com certificação e não por armações com marcas de grifes.

10- As crianças precisam usar óculos de sol também no outono e no inverno?

Sim. É claro que no verão as crianças brincam mais ao ar livre e por isso ficam mais expostas aos perigos dos raios ultravioletas. Mas no inverno gelado onde a neve cai, por exemplo, a importância do uso dos óculos com proteção é grande, uma vez que existem ambientes que aumentam a taxa de reflexão da luz e dos raios UVs. Na neve você receberá uma radiação ultravioleta extra de 80%, enquanto na água do mar ou da piscina o número é de 20%. Os dias nublados também possuem altos índices de radiação!

11- A radiação solar é mais forte na praia e em piscinas?

Acreditar que o uso de óculos de sol deve ser feito apenas quando for nadar na piscina ou na praia é um erro. A radiação solar pode ser alta em qualquer lugar e até mesmo em dias nublados, cuja radiação atinge cerca de 70% da incidência dos dias ensolarados.  A radiação ultra-violeta é refletida pela areia, água, grama, neve… por isso além de óculos e protetor do solar, evitar atividades ao ar livre em horários de pico da radiação é uma forma de manter nossos olhos e os de nossos filhos mais protegidos.

12- Por que as cópias de óculos de sol são perigosas para os olhos?

As cópias de óculos são bonitas e atualmente bem-feitas, mas não garantem proteção para os nossos olhos por conta das lentes de contato de má qualidade. É conhecimento de todos que muitas pessoas buscam óculos bonitos e baratos, e acabam comprando seus óculos ou de seus filhos em locais não apropriados. Este tipo de mercado tem se proliferado e a fiscalização é pouco eficaz. Estima-se que na europa, por exemplo, cerca de 30% dos óculos de sol vendidos anualmente sejam ilegais, e portanto saiam fora do controle de qualidade imposto pela legislação europeia. No Brasil acontece o mesmo problema em escala ainda maior.
Oftalmologistas são claros e possuem a mesma opinião sobre óculos sem proteção adequada: melhor não usá-los! A utilização de lentes que não oferecem proteção adequada é considerada mais perigosa do que simplesmente não usar os óculos de sol. Isso porquê possuímos naturalmente mecanismos de defesa que são inibidos na baixa luminosidade. Quando estamos no escuro, nossa pupila se dilata e facilita a entrada da luz. A mesma coisa acontece quando utilizamos óculos de sol com lentes escuras: nossas pupilas se dilatam, entra mais luz e radiação, e se os óculos não possuírem proteção adequada, danificam mais nossa visão do que se estivéssemos sem óculos.

13- Comprei óculos de sol para meu filho, mas ele insiste em não usar. O que eu faço?

Crianças são agitadas e não param quietas, por isso a utilização de óculos de sol podem causar desconforto e até mesmo acidentes. Quando a criança é pequena e não consegue entender os cuidados necessários na hora de brincar usando óculos, é muito provável que queira tirá-lo rapidamente dos olhos. Antes de ir à praia e à piscina, por exemplo, deixe a criança testar e manusear os óculos, afim de adaptar-se com esse novo objeto. Coloque a criança frente ao espelho para que possa observar-se com e sem os óculos, brincando com a auto imagem.

14- Existe uma marca recomendada na hora de comprar óculos de sol para crianças?

São muitas as marcas existentes no mercado atualmente. É comum a tendência de escolhermos óculos motivados pela estética. Porém, mais importante do que beleza e marca, é a garantia de que na hora da compra optamos por óculos com filtros contra raios ultravioletas (UVA e UVB), certificação de que a gama de radiação nociva será bloqueada, lentes com formato adequado para o sistema ótico do olho e que sejam confortáveis no rosto. Procurem óculos com certificados de qualidade!

15- Quais são as situações especiais em que o uso dos óculos é obrigatória?

Crianças que são operadas por causa de catarata ficam mais expostas e a quantidade de radiação que passa para a retina é maior, exigindo o uso de uma proteção como os óculos solares. Alguns medicamentos img_0736como antibióticos a base de sulfonamidas e tetraciclinas, antidepressivos e antiepiléticos, aumentam a sensibilidade dos tecidos oculares à radiação ultra violeta (UV).

E então, mamães? Gostaram? Eu adorei pesquisar sobre esse tema. E para escrever este artigo eu contei com a ajuda do doutor Augusto Magalhães, responsável pelo Serviço de Oftalmologia do Hospital de São João, em Porto, Portugal. Visitem o site dele.

E visitem também nossa fan page! 🙂

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Mãe, o que vai ter hoje para comer? Ideias de misturas para o dia a dia.

Acontece só comigo ou de vez em quando dá um branco e a gente perde todas as ideias para cozinhar no almoço ou jantar? Quantas e quantas vezes fui ao mercado sem lista e me senti uma barata tonta pensando no que fazer para a criançada comer? Muitas!

Foi então que sentei um dia e pensei nas misturas simples e gostosas que minha mãe fazia e que eu mais gostava. Aí montei um roteirinho para que ideias nunca faltem em casa e escrevi aqui, quem sabe ajuda! 🙂

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Comida simples do dia a dia:

Arroz

– Arroz branco

– Arroz com ervilha e cenoura

– Arroz com cenoura ralada e salsinha

– Arroz na manteiga com cebolinha

– Arroz de churrasco

– Arroz com pimentão amarelo e bacon

– Arroz com brócolis

– Arroz com vagem e cenoura

Feijão

– Feijão com linguiça

– Feijão com alho e bacon

– Feijão preto com linguiça e costelinha

– Feijão tropeiro

– Tutu de feijão

Frango

– Peito de frango recheado com presunto e queijo

– Peito de frango recheado com espinafre

– Peito de frango grelhado

– Peito de frango à milanesa

– Espetinho de frango com legumes

– Cubos de frango dourados na manteiga e cebola

– Tulipinha de frango frita

– Asinha de frango assada com bacon e batata

– Fricassê de frango

– Frango desfiado com requeijão e azeitonas

Carne bovina

– Fraldinha, maminha ou mignon assado na mostarda, alho e manteiga

– Carne moída com azeitona

– Bife acebolado

– Hambúrguer caseiro

– Panqueca de carne

– Rocambole de carne com presunto e bacon

– Espetinho de carne com legumes

– Espetinho de carne no palito de dente

– Bife à milanesa

– Bife enrolado

– Carne de panela

– Estrogonofe

– Almondegas no molho de tomate

– Porpeta italiana da Vó Celeste

– Porpetone recheado

– Hamburgão de carne moída com queijo

– Kibe assado

– Medalhão de filé mignon com bacon

Peixe

– Pescada à milanesa

– Tilápia frita ou grelhada

– Cação empanado

– Bacalhau com batata e azeitona

– Bolinho de bacalhau

– Peixe no molho

– Peixe assado com legumes e azeitona preta chilena

Carne Suína

acompanhamento-de-feijoada-1121151-m– Lombo assado

– Bisteca

– Filé mignon suíno assado

– Medalhão de filé mignon suíno com bacon

– Torresmo com limão

Linguiças e Salsichas

– Linguiça acebolada

-Linguiça assada com batata

– Salsicha em rodelinhas no molho de tomate

– Salsicha em rodelinhas acebolada na manteiga

– Espetinho de linguiça

Sopas e Caldos

– Caldinho de feijão com calabresa

– Sopa de feijão

– Sopa de legumes

– Sopa de batata

– Sopa de batata com gorgonzola

– Caldo verde

– Sopa de ervilha

Massa

– Lasanha de presunto e queijo ao sugo

– Lasanha do Vô Zé (com mortadela no lugar do presunto)

– Lasanha só de queijo à bolonhesa

– Lasanha de berinjela

– Lasanha quatro queijos

– Nhocão de frango com catupiri

– Nhoque ao sugo

– Espaguete na manteiga com brócolis ou espinafre

Acompanhamentos

– Abobrinha refogada

– Batata frita caseira

– Batata assada com requeijão, azeite e cebola

– Acelga refogada

– Salada de acelga com alho frito

– Salada de repolho cortado bem fininho

– Purê de batatas

– Creme de abobrinha

– Creme de milho

– Creme de chuchu

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– Berinjela à parmigiana

– Antepasto de berinjela com azeitonas verde e preta

– Couve na manteiga

– Brócolis ou Vagem na manteiga

– Salada de rúcula

– Salada de alface com cenoura ralada

– Beterraba cortada em quadradinhos temperada

– Bolinho de arroz

– Bolinho de espinafre

– Farofa simples

– Farofa com linguiça, ovo cozido, cenoura e bacon

– Vinagrete

– Cebolete

Lanches da tarde e salgados

– Enroladinho de presunto e queijo assado

– Empadinha de frango e azeitona preta

– Torta de frango de liquidificador

– Torta de frios de liquidificador

– Empadinha de palmito

– Pão de batata com requeijão

– Coxinha de frango

– Pão recheado com linguiça

– Pão de queijo

– Pão com requeijão

– Tostex de presunto e queijo

– Tostex de frango desfiado com requeijão e azeitonas

– Bolo de cenoura

– Bolo simples de chocolate

– Bolo de milho

– Bolo de laranja

Sobremesas

– Pudim de leite moça

– Mouse de maracujá

– Torta de limão

– Torta de morango

– Gelatina colorida

– Pêssego em calda

– Morango com leite moça

– Salada de frutas

thumbEu imprimi essa lista e deixo lá na minha cozinha. Monto um cardápio da semana para me organizar melhor no mercado, e você sabe que funciona e venho até economizando nas compras?! Quem quiser me ajudar a ter mais ideias de mistura é só deixar um comentário!

Beijinhos e uma ótima semana 🙂

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Banana Pops!!

Olhei para as bananas da fruteira e deu aquele estalo de preparar algo gostoso para as crianças, afinal hoje é sexta-feira e esse verão alemão de 16º está pedindo um chocolatinho. Banana Pops, que tal?

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Você vai precisar de poucos ingredientes e o preparo demora menos de 10 minutos, te juro, veja só:
* Bananas
* Chocolate (qualquer um aí do armário: ao leite, meio amargo, branco,…)
* Palitos de churrasco ou de cake pops, sorvete, …)
* Granulados (de chocolate, coloridos, nozes triturada, amêndoas picadinhas, coco ralado, …)

Derreta o chocolate no banho maria e passe as bananas ou vá jogando o chocolate com uma concha. Não tem segredo, é só colocar o granulado predileto e deixar na geladeira por 30 minutos. Olhe essa variação que legal:

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O nosso aqui de casa ficou assim:

Fotor082216262Mamães um super beijo e um final de semana bem docinho para vocês … e “pros” pitucos também!! 😉

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Independência – O caminho que nossos filhos precisam trilhar desde pequenos … e sozinhos.

Muita gente pensa que quando os filhos nascem pouco tempo sobra para fazermos algo por nós mesmas. Na verdade, muitas mães acabam caindo numa dinâmica de stress na hora de educar os filhos. Conciliar a criançada com trabalho, casa e tudo mais, pode levar qualquer uma a beira da loucura!

Mas se analisarmos com calma as nossas práticas enquanto mães, educadoras e gestoras de um lar, veremos que muitos dos problemas são criados por nós mesmas. È duro de ouvir, mas é verdade. Quer ver só? Birra. Qual é mãe que nunca ouviu falar dela? A birra é um chiliquento e barulhento exemplo de um problema mantido por nós mesmas. asupermammy.com

Além da birra, hábitos como arrumar a cama, tirar os pratos da mesa, servir a comida para as crianças, trocá-los, penteá-los depois do banho, guardar os brinquedos, e tanto outros que diariamente fazemos automaticamente nos tomam tempo, energia e paciência.

Porque não atribuir pequenas e grandes tarefas a eles?

Você se encontra na situação de não ter tempo para nada? Então é hora de analisar quais das milhares das atividades que você faz todos os dias que podem ser feitas pelos seus filhos… sozinhos. Acredite, eles são capazes. No começo pode sair meio desajeitado, mas depois tudo se acerta.

Crianças gostam de fazer as coisas sozinhas. Colocar a comida no prato então, nossa a criançada se sente um adulto importante. Parece bobo? Esse sentimento de satisfação em cumprir uma tarefa sozinho e bem feita nunca desaparece de nós.

Por que não criar uma rotina diária de responsabilidades para as nossas crianças?

Faça uma lista e converse com eles, comece por algo na cozinha, diga que agora eles são grandinhos e conseguem fazer muitas coisas. Qual a idade para começar? Quantos antes melhor! Experimente ler: BABY LED WEANING

Uma criança independente sabe se virar melhor com os problemas da escola, entre os coleguinhas ou irmãos, e levam essa lição para toda a vida. Mas não se engane, o limite que damos aos nossos filhos e a firmeza com que cumprimos com nossa palavra os guiam nesse caminho da autonomia. Deixá-los agirem  independentemente não quer dizer criar filhos que não precisam de nós. Significa que precisamos aumentar a moldura do quadro, para que eles possam criar, agir, pintar e bordar em uma plano ainda mais amplo.

Domingo deixei meus mais velhos (8 e 6 anos) fazerem um bolo de caixinha totalmente sozinhos. Da escolha dos ingredientes a limpeza no final. Ajudei na hora do forno, afinal dar a oportunidade para eles serem independentes não quer dizer colocá-los em risco. E o resultado foi nota 10, nem sujaram muito e eu saboreei além do bolo, a delícia de vê-los satisfeitos em terem preparado sozinhos o nosso café da tarde. Fotografei a turma, vejam só:

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Então é isso, nada de ficar andando pela casa pegando os brinquedos todos pelos chão. Eles podem fazer isso sozinhos. E você ganha mais tempo ao longo do dia para cuidar de si.

Termino com uma frase que li no livro “Crianças francesas não fazem manha”,  retirada de uma canção infantil francesa:

“Os pequenos peixes na água nadam tao bem quanto os grandes!”

Beijos e até a próxima!!

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10 coisas que as crianças aprendem colecionando álbuns de figurinha!

Oi gente, hoje nós compramos nosso álbum de figurinha da copa. As crianças estão animadas! Aqui em casa todo mundo é fã desses álbuns e sempre temos um em casa para completar. Eu, particularmente, faço isso desde pequenininha. Meu pai sempre me incentivou a completar álbuns e me levava até nas banquinhas de revistas para trocar as repetidas com outros colecionadores.

Agora, eu faço isso com meus filhos, vejam que demais! Conversando com meu marido sobre o post de hoje é que me dei conta de como a Panini é grande! Essa empresa italiana, teve sua história iniciada em 1945, em Modena (mesma terra que Pavarotti), e hoje é a responsável pela produção dos álbuns dos principais eventos no mundo todo!

Mas colecionar figurinhas não é algo somente divertido. É, temos muito a aprender com esses pequenos adesivos. Juntei algumas das vantagens que vejo em colecioná-las e escrevi aqui para vocês. Então, concordam comigo? Leiam e comentem!

10 coisas que as crianças aprendem colecionando álbuns de figurinha:

1. Paciência: Já vi gente que completou o álbum da copa em um dia. Ok, isso é possível (claro que requer um certo investimento $$). Mas para mim, a graça é ir completando aos poucos. Com meus filhos faço assim, temos um único álbum para a família e vira e mexe compramos de 3 a 5 pacotinhos para cada um dos filhos. Completar o álbum todo é um exercício que precisa de paciência, e essa é umas das virtudes mais necessárias para vida, pois nos faz persistir em uma atividade difícil, ter tranquilidade para alcançar o objetivo, ser perseverante, esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido. E esperar pela figurinha número 10 é uma forma lúdica de treinar a paciência nas crianças.

2. Concentração: Abrir um pacotinho sem rasgar as figurinhas, desgrudar a parte que cola daquele papelzinho com o número da cartinha e até mesmo colá-la no álbum pode ser um grande desafio para os baixinhos. As figurinhas são um ótimo exercício para treinar a concentração das crianças, pois nada melhor do que fazer uma atividade com calma para que ela saia bem feita.

3. Despertar a curiosidade: Os álbuns de figurinhas possuem muita informação e curiosidades dentro 28_1236329653dele. É uma forma divertida, lúdica e prazerosa de aprender um pouco mais sobre um tema que você ou seu filho gostam, deixando um gostinho de quero mais, incentivando uma pesquisa maior em livros, na internet ou na biblioteca.

4. Coordenação motora: é a capacidade que o ser humano possui e aprimora de usar de forma mais eficiente os seus músculos esqueléticos, permitindo o domínio do corpo no espaço, controlando os movimentos mais rudes. A coordenação motora fina, é aquela que nos permite fazer coisas mais delicadas, usamos para isso os pequenos músculos do nosso corpo. Para escrever precisamos ter uma boa coordenação motora fina, por exemplo. E uma das atividades que ajudam neste processo, adivinhem? Colar figurinhas!

5. Poupar: Que tal a ideia de montar uma caixinha para comprar figurinhas? Deixe uma caixinha, latinha, pote ou qualquer coisa na entrada da casa, por exemplo, para que todos coloquem ali suas economias do dia. Ex: o troco do lanche da escola, um doce que deixou de comprar, enfim, formas de juntar um dinheirinho extra, economizando em outras coisas, com o objetivo maior de completar o álbum.

6. hobby: “O hobby beneficia o ser humano de forma integral. Já sabemos que tudo o que provoca satisfação gera uma reação positiva no organismo, tanto na esfera física quanto psicológica”, afirma Ricardo Monezi, pesquisador do setor de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Faz bem, e se começar desde cedo, vira rotina!

7. Relacionamento: Uma das partes legais de juntar figurinhas é poder trocá-las! Estamos colecionando um álbum de figurinhas da minha cidade, Bielefeld, que este ano comemora 800 anos!! E descobri que aos sábados, as pessoas se juntam em um determinado ponto do centro para trocá-las. Fomos lá achando que iam aparecer uma meia dúzia de pessoas, mas que nada! Tinha muito gente e de todas as idades! Uma experiência incrível de troca de figurinhas e de um bom bate papo. 8. Negociação: É bom para a criança aprender desde cedo a negociar, fazer um bom negócio, uma boa troca – claro, dentro do mundo de interesse das crianças, não vai por a criança para negociar o carro! Por exemplo, acabei de negociar aqui com meu filho, que está do meu lado assistindo um filminho porque hoje aqui na Alemanha é o 2º dia de férias (Osterferien) 🙂 . Ele queria comer alguma coisa (certeza que deveria ser uma besteira) então combinei com ele que se ele comesse uma banana, ele poderia escolher a segunda guloseima. Negociar figurinhas é bom, pois podemos ensinar na prática que numa negociação ambos os lados devem ceder e chegar a um acordo em comum.

9. justiça: Junto com a negociação, vem a questão da justiça. E essa é uma das principais lições que a criança deve ter desde cedo. Toda a oportunidade de perguntar a ela se determinada atitude ou situação foi justa, deve ser interpretada como um estímulo para que desde pequenos comecem a se colocar no lugar do outro. Deixe o seu filho pequeno trocar figurinhas sozinho, e você terá um pacotinho de histórias sobre “foi justo ou não” para conversar com ele. Foi justo trocar 1 figurinha por 10? Mas você deu a sua figurinha especial por um chiclete, e já mastigado? Como você levou 5 figurinhas para trocar e voltou com 47? Isso foi justo?

10. organização: Separe uma caixa para colocar o álbum e as figurinhas. Mostre para as crianças seus álbuns antigos para que eles vejam como estão lindinhos ainda, mesmo depois de tantos, tantos anos, ou décadas, ai deixa para lá. Mas enfim, se tudo ficar espalhado, pacotinhos abertos no chão, página do álbum dobrada, a delícia de colecionar figurinhas pode se transformar num caos total! Então, dê instrumentos para que eles se organizem e deixe essa tarefa sob responsabilidade deles. Nossa função é de cobrar a organização e de se divertir com eles!

Espero que tenham gostado! E vamos trocar figurinhas 🙂

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Como saber se a agressividade do meu filho pequeno já passou da conta?

Olá mamães! Essa semana eu publiquei uma matéria aqui no blog sobre O BULLYING na Educação Infantil. Como mãe, preciso me preocupar desde cedo com isso? A resposta é Sim! . Recebi algumas perguntas e algumas delas falavam sobre como identificar a agressividade na criança como algo fora do controle. Então, resolvi escrever para vocês um pouquinho mais sobre este tema.

Como saber se a agressividade é ou tornou-se um desvio de conduta?

A infância é um grande período de aprendizado e transformações. De acordo com a idade, algumas ações são esperadas ou aceitas como parte integrante desta etapa da vida. Pensando na agressividade, esta tende a diminuir a partir do momento que a criança domina a linguagem, desenvolve-se emocionalmente e socialmente e passa para outro estágio.

Imagem retirada do site Bullying não é brincadeira.

Porém, o que fazer quando a agressividade na criança não diminui? – Primeiro é preciso observar, refletir e entender alguns fatores importantes.

O comportamento agressivo pode ser acentuado ou atenuado de acordo com o ambiente familiar no qual a criança está inserida. Uma criança que vive em um lar cuja violência física e verbal acontece constantemente pode aprender com os exemplos de seus pais e tornar-se agressiva também.

Ou então, uma criança extremamente mimada e que não possui em casa limites para as suas atitudes, encontra dificuldades na hora de dividir brinquedos e a atenção com os colegas durante a sua permanência na escola, podendo escolher o caminho da agressividade como válvula de escape.

Quando a criança pequena entra na escola é muito marcante para ela a diferença que é estar em casa e estar na escola, principalmente nos seus primeiros meses na escola. Em casa, a criança geralmente é o centro das atenções, mesmo antes de nascer já conquistou a família e, caso não seja o único filho, quando tem que dividir seus brinquedos é apenas entre os seus irmãos.

Na escola, inserir-se no grupo é tarefa difícil para muitos. A criança divide a atenção da professora com os seus colegas de classe, assim como divide o brinquedo, o lugar ao lado de determinado amiguinho e os espaços escolares. Os conflitos surgem, e a agressividade pode aparecer como consequência.

Acontecimentos pontuais.

Algumas situações são extremamente marcantes na vida das crianças: a separação dos pais, a perda de um animal de estimação, a morte de uma pessoa próxima a ela, o melhor amigo que foi para outra cidade, a mudança de casa e de escola, a viagem longa do pai ou da mãe.

Todos estes acontecimentos geram uma enxurrada de sentimentos, e muito provavelmente a criança não sabe como lidar (nem nós, né?). Quantos casos nós já ouvimos ou presenciamos de comportamentos agressivos em crianças que acabaram de ganhar um irmãozinho? Com o tempo ela aceita o novo membro da família, mas naquele momento, a agressividade foi a forma que encontrou de se expressar e de interagir.

Os pais e os professores de educação infantil devem mediar os conflitos levando-os sempre a um crescimento, a uma construção. Eu sempre digo que não existe hora melhor para ensinar uma criança sobre convivência e cidadania do que após uma briga com o irmão, ou mediante a um conflito. Porém, nós mães, pais e professores podemos nos deparar com situações em que a resolução não está mais em nossas mãos.

É muito importante entender que, quando a agressividade persiste por muito tempo sem que haja aspectos momentâneos que estejam acarretando a sua permanência, podemos dizer que há um desvio de conduta. Neste caso, nós devemos buscar a ajuda de um especialista.

Quero destacar que a agressividade existe na infância e pode ser desencadeada pela falta de limites, ausência de carinho e atenção, acontecimentos passageiros na vida da criança, ou até mesmo por não saber interagir com o outro senão, por meio da agressão.

Nós podemos mostrar aos nossos filhos outras maneiras de resolver os conflitos sem a utilização da violência, evitando encaminhar ao especialista crianças que não possuem transtorno de conduta. Nem sempre a agressividade está ligada a um transtorno, na maior parte das vezes ela é passageira. Quando há a necessidade de um encaminhamento, este deve ser baseado em fortes indícios, uma vez que a agressividade está presente na infância de forma natural.