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15 regras simples e práticas que ajudam a harmonizar a casa mesmo com pequenos “monstrinhos” morando nela.

Meias na sala, cama desarrumada, crianças enlouquecidas correndo… qualquer semelhança não é mera coincidência, afinal somos mães! Dei uma boa maneirada na bagunça toda com regras simples e funcionais, porque se for para se descabelar que seja de tanto dançar, correr e gargalhar. Funciona bem aqui em casa, quem sabe pode funcionar também na sua?

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15 regras simples e práticas que ajudam a harmonizar a casa mesmo com pequenos “monstrinhos” morando nela:

1. Arrumar a cama (e isso inclui guardar o pijama)

2. Comer fruta todo dia.

3. Levar o prato para a pia depois das refeições.

4. Fazer lição de casa todos no mesmo horário.

5. Dormir às 20:30 de domingo à Quinta.

6. Separar a roupa da escola no dia anterior e se arrumar sozinho.

7. No máximo 1 Hora de televisão ou tablet por dia enquanto preparo o jantar (fim de semana pode 2)… no mais brincar, brincar e brincar!

8. Não encrencar à toa e tentar resolver os pequenos conflitos sozinhos. Refletir: “Preciso chatear a minha mãe com isso?” kkkkk mas é sério, isso ajuda na redução dos mimimis!

9. Video game só de sábado e domingo, se o tempo estiver ruim, senão bicicleta!

10. Brincou? Então guarda.

11. Roupas sujas?  Dentro do cesto.

12. Não atacar o armário de comida (lê-se doces) enquanto todos dormem. (isso vale para mim também!)

13. Durante a semana sem doces e refrigerantes e aos finais de semana com moderação.

14. Histórias na sala após o jantar: já com dentes escovados, banho tomado e pijama. Depois? Cama.

15. Não gastar água nunca, usar o necessário.

Imprima essa lista, converse com as crianças e espalhe pela casa toda para ninguém se esquecer. Pronto sua casa estará um pouco mais organizada!

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Como transformar um beliche em uma casinha para brincar – passo a passo.

Não apareço por aqui faz um tempinho. Entre reparos e repousos, afinal o mais novo integrante da família chegará em breve, separei algumas fotos para mostrar o passo a passo da nossa mais nova transformação aqui em casa: o beliche velho virou casinha de madeira! Vejam só:

O beliche era assim: mydal-etagenbettgestell__0334536_PH121926_S4 (2)

Então tiramos o estrado da cama debaixo (guardamos para reutilizar) e mantivémos uma base para fixar a escadinha deixando-a mais firme:

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Pegamos cada faixinha de madeira do próprio estrado e construímos a parede, deixando um espaço para a janelinha:

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Como não usaríamos colchão, improvisamos um chão para o andar superior (olhem que chiqueza! rsrsrs) e pegamos um restinho de piso que sobrou da minha última invenção e fomos construindo:

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 Depois pintamos de branco e para finalizar costuramos um teto com tecido. Pregamos o tecido na parede e na estrutura da madeira para formar um teto caído (como um toldo) :20150601_091025 

Se a criançada adorou? Eles amaram o resultado (mas parece que meu mocinho ali na janela não queria sair na Foto! rsrsrs 🙂

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Gostaram? Eu amei!  Um obrigada especial para o marido, irmã e criançada que puseram a mão na massa! E outro obrigada à vocês por visitarem o blog 🙂

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Rodízio de brinquedos: acabe com a bagunça do quarto!

O quarto de brincar das crianças vivia uma bagunça e o pior: eu percebi que eles nem brincavam mais com a maior parte dos brinquedos que tinham!

Para resumir era assim, iam para o quarto, tiravam tudo o que tinha nas caixas e depois que tudo estava no chão, a “brincadeira” acabava, dando início ao momento enrolação do dia: hora de guardar e organizar os brinquedos de volta!

Ficava naquele lenga lenga e a metade (ou mais) dos brinquedos era eu quem guardava. Essa história se repete aí na sua casa? Aqui quase me deixou doida!

Foi aí que pesquisando uma solução encontrei na metodologia montessoriana a ideia prática e funcional chamada: Rodízio de Brinquedos. Adaptei um monte de coisas, aproveitei outras e deu super certo aqui em casa. Querem ver como fiz?

(Antes de começar você deve saber que dá um pouco de trabalho, requer uma boa reorganização dos brinquedos, assim como disposição de móveis, prateleiras, etc…)

Como e por que o rodízio de brinquedos funciona?

Os brinquedos devem ser apresentados aos poucos. O rodízio funciona bem a cada 7, 15 ou 30 dias. Aqui em casa como as crianças são grandinhas (6 e 8 anos) realizo a troca de brinquedos a cada 30 dias. Com o meu menor, ainda não comecei, pois os brinquedos dele ficam em uma caixa na sala. Mas em pouco tempo, quando ele tiver mais ou menos 1 ano e meio, ele se juntará aos demais, e farei o rodízio dos brinquedos dele a cada 15 dias.

Funciona porque:

  • com a organização, fica mais fácil brincar. O lego perde o interesse, por exemplo, se as pecinhas estiverem espalhadas pelo quarto, se para montar qualquer coisa com o lego for preciso primeiro encontrar as pecinhas, as crianças preferem nem brincar.
  • a disponibilidade de brinquedos fica ao alcance da criança, então simplesmente ela vai sozinha, pega, brinca e guarda. Por isso deixe à mão apenas o suficiente, aquilo que cada criança consegue brincar e organizar. Tendo o alcance visual de tudo o que está disponível para brincar, a criança consegue esquematizar-se e não precisa ficar pedindo para ninguém pegar nada para ela.
  • a ideia do RODÍZIO, de trocar os brinquedos que estão à disposição da criança por aqueles guardados, desperta o interesse, como se aquele brinquedo fosse novo outra vez. Além disso, proporciona uma limpeza visual e a criança se concentra mais naquilo que está nas mãos.

Na prática eu fiz assim:

1º. Separei os brinquedos em caixas (pode ser cestas, potes de sorvete, prateleiras, etc.). Coloquei barbies numa caixa, Polly na outra, e assim por diante com todos os outros brinquedos, lego, carrinhos, brinquedos de cozinha, etc… (isso demorou uma tarde toda).

Fotor11172243462º. Expliquei a nova organização do quarto e a ideia do rodízio para as crianças, e eles me ajudaram a dizer quais brinquedos gostariam de deixar disponíveis e quais eu poderia guardar para a próxima troca.

3º. Mudamos alguns móveis do quarto de lugar e escolhemos o que seria o “armário proibido”. Como não tenho muito espaço para guardar os brinquedos do rodízio, escolhemos uma estante e tudo o que tem nela não é permitido brincar até a próxima troca. Deixem que as crianças se envolvessem na arrumação, ajudando a escolher o local, tipo de caixa, cantinho da leitura, etc… Esse é o segredo!

img_70514º No fim da história, ficaram disponíveis 2 caixas para cada criança (ou seja, dois temas: Barbie e Casinha, Lego e Beyblade), uma caixa de brinquedos de verão (temos que aproveitar, afinal o verão aqui dura tao pouco!), fantasias e livros (escolhemos 12 títulos que ficam disponíveis durante todo mês).

Importante! Deixe que as crianças escolham o que querem brincar, o querem ler, etc… nós devemos apenas ajudar para que eles consigam se organizar e aproveitar melhor os brinquedos e livros.

E assim  fizemos o nosso rodízio. Essa troca dos brinquedos à disposição pelos guardados ajudou muito (troque todos os brinquedos exceto aqueles que tem um valor sentimental forte para a criança!) De preferência, deve estar à disposição somente a quantidade de brinquedos que a criança, de acordo com cada idade, é capaz de organizar com facilidade. E ficou assim:

img_7084img_7083Hoje, mais de 4 meses depois da implantação do Rodízio de Brinquedos aqui em casa, sinto a diferença positiva dessa mudança. Minha menina, por exemplo, brinca bastante tempo de boneca, algo que antes era difícil de ver. Além disso, essa organização me ajudou com relação ao meu caçula, que hoje já anda por toda parte e coloca tudo na boca, afinal as pecinhas pequenas ficam guardadas e organizadas, proporcionando mais segurança para o baixinho. E o meu mais velho agora tem como meta ler todos os livros disponíveis naquele mês, se transformou num devorador de livros como ele mesmo diz.

Espero que tenham gostado, aqui em casa ajudou muito!

Beijos e até a próxima 🙂

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Como organizar os desenhos das crianças?

Que criança não ama pintar? Desde pequenos começam a fazê-los e logo os desenhos abrem caminhos para as crianças aprenderem, explorarem, se expressarem e se desenvolverem.

“Muitas coisas que a criança nunca poderá dizer com palavras é possível que as diga por meio do desenho”. Rhoda Kellogg (1984)

As crianças pintam por que gostam de brincar com as cores, linhas, formas e texturas e fazem isso, cada qual à sua maneira, de forma autônoma, demonstrando um domínio grande sobre aquilo que produz, dentro de sua fase e suas habilidades. Para saber um pouquinho mais sobre o tema, você pode gostar de ler “Desenhos de criança: fases e interpretações”.

Mas como organizar essas obras de arte que a cada dia se amontoam sobre nossa escrivaninha? Que mãe nunca se viu diante aquele grande dilema: jogar fora ou não os desenhos? Sei que sou boba, mas a cada desenho que jogava fora dava um aperto no coração. Então resolvi dar un jeito nisso e organizei os desenhos em fichários.

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img_0709A ideia de utilizar os FICHÁRIOS como forma de organizar e guardar os desenhos é simples e barata. Compramos um para cada um e o furador passou a ficar na altura deles. A cada desenho que fazem, furam sozinhos, colocam no fichário e guardam na prateleira de livros.

Vire e mexe abro os fichários e dou uma espiadinha. Adoro ver a criatividade florando e o desenvolvimento deles.

Ensinei a colocarem a data, para transformar em uma bonita recordação quando crescerem. Vamos img_0708viver o hoje e celebrar o passado através desses bons momentos que guardamos para recordar um dia. Esses pequenos crescem tão rápido ou, pelo menos, rápido demais para o coração de uma mãe!

Beijos para todas,

asupermammy.com

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O que não pode faltar na bolsa da Mãe!

Os meus filhos possuem muita coisa em comum, mas a rotina diária deles é bem diferente! Cada um tem uma escola, horários que não batem, amigos diferentes … e por aí vai! Resultado? Eu (mais #bebêvaijunto) fico andando para lá e para cá o dia inteiro para conseguir fazer acontecer a agenda semanal dos meus filhos.

Há 2 meses notei uma dor em todo o meu braço esquerdo. Fiquei preocupada mas logo descobri que era uma dor muscular causada pelas tralhas que carregava sem pensar. Mochilas, garrafinhas de água, moletons, casacão, minha bolsa, bolsa do neném, bebê conforto, chave de casa, do carro, potinho com comida, brinquedos, compras do mercado … e mais o meu bebê, que não é uma tralhinha, mas pesa bastante!

Subindo e descendo as escadas do meu prédio – que não possui elevador – com tudo isso, não poderia esperar outra coisa a não ser essa dorzinha incomoda. Então, resolvi dar um jeitinho nisso! Mudei alguns hábitos, compactei algumas coisas e coloquei as crianças para ajudar.

Mochilas, casacos e brinquedos.

As crianças ora subiam com suas mochilas, ora eu é quem levava lá para cima. Então, essa foi uma das primeiras mudanças a fazer. Quando estaciono o carro na garagem, a primeira coisa que falo é: “peguem suas mochilas, casacos e brinquedos”. Abro a porta do carro e confiro se está tudo com eles, são 5 segundos que me livram de subir com os objetos esquecidos pelas crianças. No final das contas eles colocam o casaco, sobem com as mochilas nas costas e um brinquedo ou bola nas mãos. Fácil para eles, menos peso para meu braço!

Compras do mercado.

Coloco as comprinhas do dia a dia em uma sacola de pano e carrego no ombro. Agora minhas mãos ficam livres e não preciso mais usar a boca para levar a chave de casa 🙂 Eca!

Minha bolsa.

A minha principal mudança foi com relação a bolsa. Continuo levando para cima e para baixo todas as coisas, só que agora compactei tudo e uso apenas a minha bolsa – deixei de lado a mala do bebê no dia a dia. Ainda, adotei o uso de mochila, pois coloco no ombro e deixo as mãos livres para carregar o bebê conforto,  empurrar o carrinho, etc…  Agora, com as mãos livres posso até me dar o luxo de passar as mãos no cabelo ou dar uma coçadinha na ponta do nariz enquanto caminho rsrsrs.

Como?

A primeira coisa que fiz foi pensar no que é necessário levar para uma saída de no máximo 4 horas, levando em consideração a idade e as necessidades de cada um dos meus filhos que possuem 7 anos, 5 anos e 7 meses.  Depois do necessário, pensei em tudo o que é importante levar, como documentos, band aid, carteira, etc. … Organizei aquilo que ajuda na hora do entretenimento da criançada, e não deixei de fora da bolsa! Por último, coloquei na mesa as minhas bugigangas, e separei para colocar na bolsa apenas o essencial.

Querem ver como ficou?

Assistam a este vídeo e vejam como tanta coisa pode caber dentro de uma mochila. Essa dica facilitou meu dia a dia e curou minha dor no braço. Não é milagre, é re-organização! 😉

Beijos para todas as mamães!!

👶 🐾 💋

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Quarto junto ou separado?

Quarto junto ou separado?

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Ver o resultado dar positivo pela segunda vez ou terceira, como no meu caso, é uma delícia! Ao descobrir que estava grávida novamente, quase morri de tanto rir. Uma reação meio esquisita, eu sei. Ri até doer a barriga. Na terceira vez, então, nem deu para fazer surpresa ao marido. Ao me ver sair gargalhando do banheiro, ele não teve dúvida, a cegonha estava a caminho mais uma vez. É muita emoção!

Essa euforia inicial vai dando lugar a razão, e os primeiros detalhes começam a ser pensados por nós, mamães. Enquanto os papais pegam a calculadora, as mamães começam a imaginar o nome, se vai ser menino ou menina, a decoração do quartinho, qual carrinho comprar, o que vai ser quando crescer, quando ele vai se aposentar, enfim, o pensamento vai longe longe!

No caso das mamães de segunda viagem, além de todas as normais dúvidas, uma outra questão logo lhe vem a cabeça para tirar-lhe o sono de muitas noites: onde colocar o bebê para dormir?

Na minha segunda gestação, eu não tinha escolha. Ou melhor, não tinha quarto. Então, juro que não perdi muito tempo com grandes questionamentos. Afinal, a minha única opção era colocá-la no mesmo quarto que o Gi já ocupava. Naquele momento, eu possuía dois medos, duas preocupações:

  • O choro do novo bebê atrapalharia a rotina de sono do meu filho mais velho?
  • E, se meu filho mais velho quisesse brincar em seu quartinho, como seria se o bebê estivesse dormindo lá?

Para resolver essas duas questões, meu marido e eu, por diversas vezes, conversamos com o Gi sobre o chorinho dos bebês. Mesmo ele sendo pequeninho, explicamos que chorar é Suuuuper normal e que os bebezinhos choram porque sentem fome, frio, dorzinha de barriga ou porque querem uma fralda limpinha. Nem tocamos no assunto que bebês também amam um colinho e choram MUITO para tê-lo! Explicamos isso a ele, não no intuito de fazê-lo suportar o choro, mas sim, para ele não ter medo, não pensar que tem algo grave com o bebê, apenas para encarar o choro com mais naturalidade.

Logo que a Me nasceu, colocamos o carrinho no quarto de casal e ela dormia lá com a gente. Foi ótimo, até porque a minha neura de acordar cem mil vezes durante a noite para ver se o bebê estava respirando, não exigiu caminhadas noturnas até o outro quarto. Era só abrir o olho, conferir a respiração e dormir mais cinco minutos até a próxima olhadinha! Foi assim até quase 3 meses, período em que ela já dormia de 5 a 6 horas durante a noite e só acordava uma vez para mamar e trocar a fraldinha. Então, ela foi para o quarto das crianças. O Gi, meu filho mais velho, nunca reclamou do chorinho, nem se quer acordava. Uma belezinha.

Quanto a questão da brincadeira, fizemos assim. Durante a manhã a Me dormia no carrinho de bebê no quarto de casal e o quartinho deles ficava livre para as brincadeiras. Depois do almoço, eu fazia as crianças dormirem um pouco. A sonequinha era boa e durava umas 2 ou 3 horas durante a tarde! Tao tranquilo, uma paz. Ai que saudade! Quando acordavam, já era a hora do café da tarde, o Gi se distraía comigo na cozinha, e depois ia brincar novamente.

Já na minha terceira gravidez, fomos para uma casa nova. Pois é! Fizemos uma mudança em pleno 7º mês de gestação. Não apenas mudamos de casa, como de cidade também. Sem contar que moramos sozinhos na Alemanha e não conhecíamos ninguém na nova cidade. Imaginem a loucura… barrigão, caixas, crianças. Parece piada, mas quando nos mudamos não tínhamos nem móveis! É melhor deixar essa história para um outro dia! Enfim, na nova casa teríamos 2 quartos livres para 3 crianças. Foi então que a grande dúvida surgiu: QUARTO JUNTO OU SEPARADO?

Nossa primeira ideia foi perguntar às crianças, já com 7 e 5 anos de idade, o que é que elas sugeriam, levando em consideração que após o nascimento do bebê, ao menos   dois deles teriam que dormir juntos. O Gi, optou em ter um quarto só para ele. A Me, também, desde que a noite pudesse dormir no mesmo quarto que o irmão mais velho. Mas e o bebê?  Ninguém o queria no quarto, tadinho! O Gi até torcia para o bebê ser uma menina, afinal, na cabeça dele, meninas dormiriam juntas no mesmo quarto.

O segundo passo foi pensar nas seguintes opções:

  • Os mais velhos dividiriam o mesmo quarto, afinal a idade entre eles é bem próxima. E o bebê ficaria no quarto menor, porém sozinho.
  • Ou, aceitar a ideia de fazer um quarto de meninos e outro de menina.

Como sou um ser notívago, ocupei muitas noites pensando, ilustrando, planejando tudo isso. Não estava totalmente contente com as ideias acima. Eis, então, que surge uma luz no fim do túnel, e a ideia de colocar todo mundo junto no mesmo quarto, e fazer do outro quarto, um local para brincar, apareceu! A ideia apareceu, amadureceu, ganhou raízes e hoje estamos felizes colhendo os frutos (e as encrencas) dessa nossa particular escolha!

Ter um quarto separado do irmão, pode trazer paz a criança, que é livre para organizar suas coisas, escolher a pintura, enfim, ter um cantinho com a sua cara. Na adolescência os meus filhotes dormirão em quartos separados. Talvez por serem menino e menina, esse desejo vem deles, e concordo. Eles terão interesses diferentes e precisarão de privacidade ao trocarem a roupa, ao receberem um coleguinha para dormir em casa, e por aí vai.

Porém, acreditamos na ideia de que o „quarto junto“ tem muito a acrescentar na vida dos pequenos. Os motivos, digo-lhes um monte:

  • Fortalecer os laços e a união entre os irmãos,
  • Estimular a conversa e cumplicidade,
  • Praticar a ideia de dividir os espaços e resolver problemas
  • Exercer o hábito de ceder,
  • Criar um ambiente tranquilo para o descanso e hora de dormir,
  • Deixar os brinquedos, grandes estímulos, informações e cores fortes, resumindo, deixar toda a bagunça centralizada no quarto de brincar!

Sei que podemos conseguir tais triunfos colocando-os em quartos diferentes, essa é uma questão pessoal. Cada família possui seu ritmo, sua dinâmica, e sabe o que é melhor para si. Com amor e educação baseada em fortes valores, damos um jeitinho para todos os problemas. Porém, de um coisa estou certa, mesmo se morássemos em uma casa com muitos quartos, esta ideia de colocá-los juntos para descansar e juntos, em outro quarto, para brincar, ainda sim seria nossa opção. Principalmente por causa da bagunça, desta maneira os brinquedos ficam todos em um quarto só.

Então, a minha resposta é: quarto junto! Ao menos até chegaram a adolescência. Mas essa é uma outra história!

A Super Mammy.

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Para ajudar as mamães a decidirem pelo “quarto junto ou separado?”, Recolhi depoimentos de amigas queridas sobre suas experiências na hora de arrumar o quartinho. Espero que gostem, porque eu… amei!

“Eles dormem juntos. E, mesmo se tivessem espaço para dormir separados, dormiriam juntos da mesma maneira. Acho importante este contato, ainda mais quando pequenos, que estão com a personalidade em formação. A desvantagem talvez seja este mesmo vínculo se tornar uma dependência e, criar-se aquele temido “medo de dormir” sozinho… mas, é uma desvantagem pequena se comparada ao companheirismo entre irmãos. Essa é uma questão delicada… A Lorena irá para um quarto separado… pois, (aí vem um certo machismo inverso…) ela precisa da individualidade feminina…Aline Cenci é Super Mammy do lindos Vitor Cenci, 6 anos, Nicolas Cenci, 3 anos e Lorena, 7 meses.

“Tenho duas filhas … Uma de doze anos e uma de seis .Hà 4 anos atrás elas dormiam em quartos separados, mas depois de uma viagem em que elas dormiram juntas no mesmo quarto, deixaram de dormir separadas para dormir juntas, devido ao fato da menor ficar com medo de dormir sozinha. Desde então, nunca mais dormiram separadas. Eu gostei , pois acho tão bonito a união de duas irmãs, que, apesar das briguinhas se amam muito…. E acho que o fato delas dormirem juntas cria um laço ainda maior entre elas.“
Lidiani Romano é Super Mammy das princesas, Náthalie, 12 e Giulliane, 6.

“Os quartos das meninas são separados. Eu e o meu marido, quando a casa foi projetada, decidimos assim, pois queríamos que nossas filhas tivessem o seu próprio espaço. E vemos hoje que isso é muito bom e importante, pois a Isabella está com 11 anos e gosta de ler, pintar, escrever, enquanto a Leticia de 9 anos brinca com suas bonecas, canta, dança e então cada uma tem o seu lugarzinho para realizar suas próprias atividades. Pode-se pensar que dessa forma está sendo estimulado o individualismo, mas não é isso que acontece. Elas são muito amigas, brincam juntas, conversam bastante e às vezes uma dorme no quarto da outra para conversarem até o sono aparecer. A criança ao longo do dia precisa ter o seu tempo, ficar sozinha para realizar o que deseja ou simplesmente pensar, estudar e até mesmo dormir um pouquinho depois do almoço, e ter um quarto só para ela ajuda nisso. Até o momento não vimos desvantagens e acreditamos que no futuro continuará sendo bom, pois terão horários diferentes para dormir e poderão acender a luz quando desejarem, pois não incomodará a outra.“
Adriana Cominato é Super Mammy dos fofos Isabella, 11, Leticia, 9, Pedro Miguel, 3 e Samuel José, 3 meses.