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15 regras simples e práticas que ajudam a harmonizar a casa mesmo com pequenos “monstrinhos” morando nela.

Meias na sala, cama desarrumada, crianças enlouquecidas correndo… qualquer semelhança não é mera coincidência, afinal somos mães! Dei uma boa maneirada na bagunça toda com regras simples e funcionais, porque se for para se descabelar que seja de tanto dançar, correr e gargalhar. Funciona bem aqui em casa, quem sabe pode funcionar também na sua?

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15 regras simples e práticas que ajudam a harmonizar a casa mesmo com pequenos “monstrinhos” morando nela:

1. Arrumar a cama (e isso inclui guardar o pijama)

2. Comer fruta todo dia.

3. Levar o prato para a pia depois das refeições.

4. Fazer lição de casa todos no mesmo horário.

5. Dormir às 20:30 de domingo à Quinta.

6. Separar a roupa da escola no dia anterior e se arrumar sozinho.

7. No máximo 1 Hora de televisão ou tablet por dia enquanto preparo o jantar (fim de semana pode 2)… no mais brincar, brincar e brincar!

8. Não encrencar à toa e tentar resolver os pequenos conflitos sozinhos. Refletir: “Preciso chatear a minha mãe com isso?” kkkkk mas é sério, isso ajuda na redução dos mimimis!

9. Video game só de sábado e domingo, se o tempo estiver ruim, senão bicicleta!

10. Brincou? Então guarda.

11. Roupas sujas?  Dentro do cesto.

12. Não atacar o armário de comida (lê-se doces) enquanto todos dormem. (isso vale para mim também!)

13. Durante a semana sem doces e refrigerantes e aos finais de semana com moderação.

14. Histórias na sala após o jantar: já com dentes escovados, banho tomado e pijama. Depois? Cama.

15. Não gastar água nunca, usar o necessário.

Imprima essa lista, converse com as crianças e espalhe pela casa toda para ninguém se esquecer. Pronto sua casa estará um pouco mais organizada!

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Rodízio de brinquedos: acabe com a bagunça do quarto!

O quarto de brincar das crianças vivia uma bagunça e o pior: eu percebi que eles nem brincavam mais com a maior parte dos brinquedos que tinham!

Para resumir era assim, iam para o quarto, tiravam tudo o que tinha nas caixas e depois que tudo estava no chão, a “brincadeira” acabava, dando início ao momento enrolação do dia: hora de guardar e organizar os brinquedos de volta!

Ficava naquele lenga lenga e a metade (ou mais) dos brinquedos era eu quem guardava. Essa história se repete aí na sua casa? Aqui quase me deixou doida!

Foi aí que pesquisando uma solução encontrei na metodologia montessoriana a ideia prática e funcional chamada: Rodízio de Brinquedos. Adaptei um monte de coisas, aproveitei outras e deu super certo aqui em casa. Querem ver como fiz?

(Antes de começar você deve saber que dá um pouco de trabalho, requer uma boa reorganização dos brinquedos, assim como disposição de móveis, prateleiras, etc…)

Como e por que o rodízio de brinquedos funciona?

Os brinquedos devem ser apresentados aos poucos. O rodízio funciona bem a cada 7, 15 ou 30 dias. Aqui em casa como as crianças são grandinhas (6 e 8 anos) realizo a troca de brinquedos a cada 30 dias. Com o meu menor, ainda não comecei, pois os brinquedos dele ficam em uma caixa na sala. Mas em pouco tempo, quando ele tiver mais ou menos 1 ano e meio, ele se juntará aos demais, e farei o rodízio dos brinquedos dele a cada 15 dias.

Funciona porque:

  • com a organização, fica mais fácil brincar. O lego perde o interesse, por exemplo, se as pecinhas estiverem espalhadas pelo quarto, se para montar qualquer coisa com o lego for preciso primeiro encontrar as pecinhas, as crianças preferem nem brincar.
  • a disponibilidade de brinquedos fica ao alcance da criança, então simplesmente ela vai sozinha, pega, brinca e guarda. Por isso deixe à mão apenas o suficiente, aquilo que cada criança consegue brincar e organizar. Tendo o alcance visual de tudo o que está disponível para brincar, a criança consegue esquematizar-se e não precisa ficar pedindo para ninguém pegar nada para ela.
  • a ideia do RODÍZIO, de trocar os brinquedos que estão à disposição da criança por aqueles guardados, desperta o interesse, como se aquele brinquedo fosse novo outra vez. Além disso, proporciona uma limpeza visual e a criança se concentra mais naquilo que está nas mãos.

Na prática eu fiz assim:

1º. Separei os brinquedos em caixas (pode ser cestas, potes de sorvete, prateleiras, etc.). Coloquei barbies numa caixa, Polly na outra, e assim por diante com todos os outros brinquedos, lego, carrinhos, brinquedos de cozinha, etc… (isso demorou uma tarde toda).

Fotor11172243462º. Expliquei a nova organização do quarto e a ideia do rodízio para as crianças, e eles me ajudaram a dizer quais brinquedos gostariam de deixar disponíveis e quais eu poderia guardar para a próxima troca.

3º. Mudamos alguns móveis do quarto de lugar e escolhemos o que seria o “armário proibido”. Como não tenho muito espaço para guardar os brinquedos do rodízio, escolhemos uma estante e tudo o que tem nela não é permitido brincar até a próxima troca. Deixem que as crianças se envolvessem na arrumação, ajudando a escolher o local, tipo de caixa, cantinho da leitura, etc… Esse é o segredo!

img_70514º No fim da história, ficaram disponíveis 2 caixas para cada criança (ou seja, dois temas: Barbie e Casinha, Lego e Beyblade), uma caixa de brinquedos de verão (temos que aproveitar, afinal o verão aqui dura tao pouco!), fantasias e livros (escolhemos 12 títulos que ficam disponíveis durante todo mês).

Importante! Deixe que as crianças escolham o que querem brincar, o querem ler, etc… nós devemos apenas ajudar para que eles consigam se organizar e aproveitar melhor os brinquedos e livros.

E assim  fizemos o nosso rodízio. Essa troca dos brinquedos à disposição pelos guardados ajudou muito (troque todos os brinquedos exceto aqueles que tem um valor sentimental forte para a criança!) De preferência, deve estar à disposição somente a quantidade de brinquedos que a criança, de acordo com cada idade, é capaz de organizar com facilidade. E ficou assim:

img_7084img_7083Hoje, mais de 4 meses depois da implantação do Rodízio de Brinquedos aqui em casa, sinto a diferença positiva dessa mudança. Minha menina, por exemplo, brinca bastante tempo de boneca, algo que antes era difícil de ver. Além disso, essa organização me ajudou com relação ao meu caçula, que hoje já anda por toda parte e coloca tudo na boca, afinal as pecinhas pequenas ficam guardadas e organizadas, proporcionando mais segurança para o baixinho. E o meu mais velho agora tem como meta ler todos os livros disponíveis naquele mês, se transformou num devorador de livros como ele mesmo diz.

Espero que tenham gostado, aqui em casa ajudou muito!

Beijos e até a próxima 🙂

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Independência – O caminho que nossos filhos precisam trilhar desde pequenos … e sozinhos.

Muita gente pensa que quando os filhos nascem pouco tempo sobra para fazermos algo por nós mesmas. Na verdade, muitas mães acabam caindo numa dinâmica de stress na hora de educar os filhos. Conciliar a criançada com trabalho, casa e tudo mais, pode levar qualquer uma a beira da loucura!

Mas se analisarmos com calma as nossas práticas enquanto mães, educadoras e gestoras de um lar, veremos que muitos dos problemas são criados por nós mesmas. È duro de ouvir, mas é verdade. Quer ver só? Birra. Qual é mãe que nunca ouviu falar dela? A birra é um chiliquento e barulhento exemplo de um problema mantido por nós mesmas. asupermammy.com

Além da birra, hábitos como arrumar a cama, tirar os pratos da mesa, servir a comida para as crianças, trocá-los, penteá-los depois do banho, guardar os brinquedos, e tanto outros que diariamente fazemos automaticamente nos tomam tempo, energia e paciência.

Porque não atribuir pequenas e grandes tarefas a eles?

Você se encontra na situação de não ter tempo para nada? Então é hora de analisar quais das milhares das atividades que você faz todos os dias que podem ser feitas pelos seus filhos… sozinhos. Acredite, eles são capazes. No começo pode sair meio desajeitado, mas depois tudo se acerta.

Crianças gostam de fazer as coisas sozinhas. Colocar a comida no prato então, nossa a criançada se sente um adulto importante. Parece bobo? Esse sentimento de satisfação em cumprir uma tarefa sozinho e bem feita nunca desaparece de nós.

Por que não criar uma rotina diária de responsabilidades para as nossas crianças?

Faça uma lista e converse com eles, comece por algo na cozinha, diga que agora eles são grandinhos e conseguem fazer muitas coisas. Qual a idade para começar? Quantos antes melhor! Experimente ler: BABY LED WEANING

Uma criança independente sabe se virar melhor com os problemas da escola, entre os coleguinhas ou irmãos, e levam essa lição para toda a vida. Mas não se engane, o limite que damos aos nossos filhos e a firmeza com que cumprimos com nossa palavra os guiam nesse caminho da autonomia. Deixá-los agirem  independentemente não quer dizer criar filhos que não precisam de nós. Significa que precisamos aumentar a moldura do quadro, para que eles possam criar, agir, pintar e bordar em uma plano ainda mais amplo.

Domingo deixei meus mais velhos (8 e 6 anos) fazerem um bolo de caixinha totalmente sozinhos. Da escolha dos ingredientes a limpeza no final. Ajudei na hora do forno, afinal dar a oportunidade para eles serem independentes não quer dizer colocá-los em risco. E o resultado foi nota 10, nem sujaram muito e eu saboreei além do bolo, a delícia de vê-los satisfeitos em terem preparado sozinhos o nosso café da tarde. Fotografei a turma, vejam só:

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Então é isso, nada de ficar andando pela casa pegando os brinquedos todos pelos chão. Eles podem fazer isso sozinhos. E você ganha mais tempo ao longo do dia para cuidar de si.

Termino com uma frase que li no livro “Crianças francesas não fazem manha”,  retirada de uma canção infantil francesa:

“Os pequenos peixes na água nadam tao bem quanto os grandes!”

Beijos e até a próxima!!

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100 coisas que mudaram na minha vida depois dos filhos.

01. Agora sei que a felicidade mora dentro das pequenas coisas.

02. Sair de cabelo molhado é sinônimo de que pelo menos deu para tomar um banhozinho.

03. A sala já não é mais a mesma.

04. Dou muito mais valor a minha mãe e ao meu pai.

05. Unhas feitas não são mais prioridades.

06. Um piquenique no parque significa muito mais do que um jantar num restaurante chique.

07. É possível que ao sentar no sofá eu escute um barulho de pato vindo de algum brinquedo esquecido embaixo da almofada.

08. Ganhei peso.

09. Qualquer rabisco num papel desenhado por eles é uma obra de arte.

10. Vejo uma sucata e já imagino um brinquedo.

11. Sair para jantar com o marido, 60% do assunto é sobre os filhos.

12. Vou ao cinema para assistir Lego ou Barbie.

13. Repito algumas frases da minha mãe.

14. Fazer acampamento na sala nunca foi tão divertido, mesmo que no dia seguinte eu fique toda dolorida.

15. Levo bem menos da metade do tempo para me arrumar.

16. Agora tenho dois tipos de sabão para roupas na minha lavanderia.

17. Não posso dar mais carona para ninguém por causa das 3 cadeirinhas no carro.

18. Na minha bolsa agora tem Band Aid.

19. A alimentação ficou mais saudável.

20. Saio para dar uma renovada no meu guarda roupa e volto com uma sacola cheia de conjuntos infantis.

21. Música agora é “Pecorruchos na Fazenda”. Tá, às vezes rola uma galinha pintadinha.

22. Tenho medo de morrer e não educar eles do meu jeito, com meus valores e princípios.

23. Aprendi a dizer não.

24. Quando penso em férias a primeira coisa que digito no google é: Hotéis para ir com crianças.

25. A pilha de roupas para lavar triplicou.

26. E para passar também.

27. Tomo banho com um bebê dentro do banheiro e ainda tenho que ficar o tempo todo fazendo palhaçada para o chororô não começar.

28. Como feijão para dar bom exemplo. Mas quiabo ainda não.

29. Agora eu ouço: “Mãe, limpa eu”. Não que isso seja legal.

30. Na minha penteadeira tem um perfume da Moranguinho e um do Batmam.

31. Acordo a noite para ver se meus pequenos estão respirando.

32. A insônia sumiu.

33. Nunca fui tão grata a Deus.

34. Compro mais livros para as crianças do que para mim.

35. Durmo tarde e acordo cedo, afinal não tem outro jeito.

36. Tem desenhos das crianças pendurados pela casa toda.

37. Não posso simplesmente cuidar só de mim.

38. Não usei perfume enquanto amamentei.

39. Comecei a comer sopa! Isso é um milagre, perguntem para minha mãe.

40. Tenho muito medo de perder alguém.

41. Fiquei mais forte e encaro com coragem o que vier pela frente.

42. Dirijo até a escola, futebol, capoeira, dança e música e nenhuma dessas atividades são para mim.

43. Chego com três crianças na academia (santa brinquedoteca!)

44. Cuido mais da minha saúde.

45. Na hora de dormir, demora menos de 1 segundo para eu entrar em estado de sono profundo.

46. Quando o dia está ensolarado (o que não é muito comum aqui na Alemanha) fico animada e penso: “Hoje as roupas vão secar que é uma beleza!”

47. Engulo mais sapos.

48. Vou ao céu com um: “você é a melhor mamãe do mundo!”

49. Aqueles presentinhos do dia das mães na escola me levavam ao choro. (Não que eu não chore mais, é que aqui na Alemanha não se comemora dia das Mães e dia dos Pais nas escolas).

50. Purê com Salsicha e molho tomate entrou para o cardápio da semana.

51. Mudei o trabalho para Home Office.

52. Enchi minha casa de regras e às vezes me pego cometendo alguma infração.

53. Tenho uma gaveta só de pratos, copos, potes e talheres de plásticos. Tudo colorido, claro.

54. Meu medo de altura triplicou e se eles chegam a 100 metros de algo que tenha mais de 1/2 metro de altura, quase tenho um infarto.

55. No meu porta mala tem sempre uma bola, dois patinetes e um carrinho de bebê.

56. Por mais que o sono tornou-se pesado, acordo com qualquer mosquinha no quarto das crianças.

57. Agora sei e sinto que intuição de mãe é verdadeira.

58. Sempre repito para mim mesma com orgulho: Mãe é mãe!

59. Meu escritório se resumiu a uma escrivaninha num cantinho da sala para dar lugar ao quarto de brincar.

60. Compro mais jogos de tabuleiro e me divirto muito jogando com a família.

61. Nunca mais viajei sem crianças.

62. Passei a beber bem menos coca cola.

63. Vivo contando as histórias de quando eu era criança para meus filhos, e isso tem me trazido boas recordações.

64. Gravamos um Cd de MP3 para o carro e entre Laura Pausini, Dream Theather e Michael Bublé tem a trilha sonora do Bolt, o Super Cão.

65. Certeza que 75% dos filmes aqui de casa são de crianças, mas eu amo quase todos.

66. Choro muito e até evito assistir Toy Store 3 só de imaginar quando chegar a minha vez de esvaziar o quarto do meu filho quando ele for para faculdade ou casar.

67. Fico com saudade das crianças quando elas estão dormindo.

68. Quando estou sozinha – o que é muitíssimo raro – fico até perdida e esqueço que posso fazer as unhas ou ler um livro.

69. Tenho mais paciência, mas quando a perco, me arrependo.

70. Não sou mais consumista.

71. O lixo reciclável aqui em casa aumentou.

72. Leio muito mais rótulos dos produtos alimentares.

73. Levo um álcool gel e um lencinho umedecido sempre comigo.

74. Experimento antes tudo o que as crianças vão comer, até as papinhas industrializadas.

75. Pintar virou um Hobby.

76. Cozinho com um bebê grudado no meu pé.

77. Consigo conversar no telefone mesmo com alguém querendo colo e duas crianças te chamando ao mesmo tempo.

78. Agora tenho um calendário pendurado na cozinha com os horários da semana, antes nem agenda eu tinha.

79. Não fico mais horas no telefone com as amigas.

80. Agora meus pais são avôs, mesmo que óbvio e natural, não deixa de ser especial.

81. Sou mais unida ao meu marido e vemos nossa família como um time.

82. As paredes possuem marcas de mãos e algumas letras rabiscadas.

83. Aprendi que rotina faz bem para crianças.

84. Acho que criança tem que brincar mas já pode assumir pequenas responsabilidades em casa.

85. Nunca tive um cabelo tao cumprido, pois com a correria esqueço de marcar cabeleireiro para mim!

86. Não julgo tanto as atitudes de outras mães.

87. Passei a revelar as fotos digitais e montar álbuns.

88. Agora tenho dois blogs.

89. Comprei outra sapateira.

90. No banco de trás do carro tem brinquedos pendurados.

91. Ver meu filho sair da escola e abrir o maior sorrisão ao me ver não tem preço.

92. Demoro muito mais para escolher presentes para crianças.

93. Descobri que não existe fragrância melhor do que o cheirinho de filho.

94. O Pequeno Príncipe com suas frases geniais se tornou leitura anual obrigatória para mim, pois me faz ver um pouquinho do mundo pelo olhar de uma criança.

95. Ganhei mais uma profissão: cabeleireira exclusiva da franjinha da minha filha.

96. Os produtos de limpeza subiram 3 prateleiras e agora para pegá-los até eu preciso de um banquinho. Mas prefiro assim.

97. Ser responsável por mais três crianças no mundo me deixa entusiasmada.

98. A televisão fica desligada no fim de semana, a menos quando optamos por um “cineminha com pipoca” em casa.

99. Retomei meu Hobby de colecionar e colar figurinhas.

100. Ficar em casa todo mundo junto se tornou uma das melhores coisas da vida. Aproveito muito isso porque sei que um dia eles crescerão. Beijo, abraço, aperto, cheiro, brinco, escuto, converso … sempre serei mãe, mas nem sempre eles serão crianças.

Minha vida mudou, e para melhor! E a de vocês? Grande beijo

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Como manter os bons hábitos alimentares do bebê quando ele já está um mocinho?

Bons hábitos alimentares para todas, o assunto de hoje é sobre: comida!

Pois é, Mamães, os bebês crescem. Buá! – Vai entender o coração de uma mãe, a gente quer e ao mesmo tempo não quer que eles cresçam! No fundo, todas nós esperamos que nossos filhos se desenvolvam saudáveis ao nosso lado. Para isso, alimentar-se bem é necessário. E quando eles chegam perto do seu primeiro aniversário, podem e devem se sentar à mesa na hora das refeições.

Mas o que colocar no prato? Pretty little girl biting an apple

A alimentação de um bebê, quase sempre é super nutritiva e saudável. Primeiro porque até os 4 meses (ou 6 meses, vai depender do país que você mora, do pediatra ou se o leite é materno/fórmula) as crianças bebem o leitinho que contém tudo o que elas precisam. Depois, introduzimos as frutinhas, e com o tempo, passam a se alimentar com legumes e carnes, todos misturados e batidos em forma de papinhas! Quer alimentação mais saudável do que esta?

Acontece que com a chegada dos dentinhos, muitos pais acabam dando as deliciosas (mas prejudiciais) guloseimas, como bolachas, biscoitos e salgadinhos. Além disso, outro hábito que não acrescenta nada na saúde, é que muitos continuam dar aos seus filhos as papinhas e outros produtos comprados nos mercados e disponíveis especificamente para alimentação dos bebês. Segundo uma pesquisa aqui na Alemanha, cerca de 90% das crianças com 12 meses recebe esses potinhos com papinhas prontas. E 33% dessas crianças continua a comê-las até os seus 2 anos de vida. O professor Berthold Koletzo, pediatra e porta-voz do Conselho Consultivo Científico sobre a saúde infantil, revela que essas papinhas contém nutrientes mas que não devem ser dadas às crianças depois do seu primeiro aniversário, isso porquê nessa faixa etária as crianças já podem comer quase tudo, e devem receber os nutrientes e vitaminas de várias fontes.

Sentar à mesa com a família faz bem.

Com um ano de idade a criança deve se alimentar daquilo que os pais comem. Melhor dizendo, aquilo que os pais comem de bom (ou deveriam comer). Algo nutritivo, gostoso e saudável: arroz, feijão, verduras, legumes, carnes magras, peixes, frutas, massas, …

Nessa idade, as crianças devem participar do jantar em família e comer de tudo (cuidado, claro, com os alimentos “que engasgam” e com aqueles, como o morango, cheios de agrotóxico!). Assim, o “ritual” de passagem da alimentação de bebê para a alimentação infantil é feito, e podemos agora aproveitar as coisas boas que essa mudança pode proporcionar:

  • A refeição em família faz com que a criança sinta o prazer de se alimentar, e ainda proporciona momentos descontraídos, de conversa e interação familiar. (é claro que às vezes rola um stress, principalmente quando a criança não quer comer – mas essa conversa a gente deixa para outro dia!).
  • Proporciona um efeito positivo sobre o que escolher para se alimentar. Muitas vezes, o hábito alimentar da criança é parecido com o do seus pais, por isso, o melhor a fazermos é darmos bons exemplos. Todo mundo ganha comendo mais saudável!
  • Deixar a criança se alimentar sozinha desde cedo ajuda a torná-la independente nesta função e ainda reforça e estimula o desenvolvimento motor. Claro que você vai encontrar de brócolis aos milhares de grãos de arroz em baixo da mesa, mas vale a pena. Pois com o tempo, essa sujeira toda diminui e seu filho estará sentindo o prazer de se alimentar bem e sozinho.
  • Televisão desligada na hora das refeições, sempre. Aliás, aqui em casa a televisão só pode no fim de semana, uma mudança positiva feita aqui em casa, que depois escrevo para vocês. É comprovado que quem come diante a televisão, ingeri mais alimentos do que o necessário e come mais rápido, o que não é saudável.

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Formar bons hábitos alimentares nos nossos filhos é uma tarefa difícil. Afinal, quase sempre é uma mudança que deve começar por nós. Eu que o diga! Amo (muito mesmo – amor a primeira vista) bacon e coca cola! Mas quando a gente tem filho, há uma responsabilidade e tanta nesta função, que nos modifica, nos transforma, nos faz ser e viver melhor, sempre.

P.S. Ainda como bacon, escondida! E a coquinha esperta durante a semana, não é coca cola, é chá preto!

Ótimo fim de semana a todas e boa alimentação!

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Eba! A nossa festinha de Carnaval foi muiiito legal!

Quem disse que carnaval no frio é chato? Aqui em casa, a alegria esquentou os nossos pequenos foliões e deu um chega para lá no inverno gelado da Alemanha!

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Preparamos uma matinê, afinal é tempo de carnaval! e foi bem interessante e divertido. Tudo bem que eu tive a ideia maravilhosa de dar para a criançada 3 sacos de confetes, o que rendeu muito trabalho para deixar tudo em ordem depois. Mas valeu! (Mesmo sabendo que vou encontrar confete pelos próximos meses em algum cantinho da casa).

Alemão é super, hiper, mega, pontual e 10:03 da manhã (a festinha foi das 10 ao meio dia) todas as crianças já estavam aqui. Então demos inicio às atividades. O que fizemos?

Desfile de fantasias

Logo que chegaram, fizemos uma roda e cada criança foi falando do que veio fantasiada, quem pensou na fantasia, se fizeram ou se compraram, etc… Também, podiam cantar, dançar, imitar um personagem, ou fazer um som. Gastamos uns 15 minutos nessa atividade.

Estátua

Depois, ligamos o som e dançamos à beça! Comprei um CD de músicas de carnavais alemãs e misturei com as músicas brasileiras, foi muito legal. Brincamos de estátua – aqui as crianças chamam essa brincadeira de Stop-Music.

Guerrinha de confetes

Com certeza a hora mais divertida da festa, é muito gostoso jogar confete para o alto. Principalmente sabendo que não precisa limpar – o que não era o meu caso, então reduz aí a minha alegria rsrs

Recriando o modelito

Pegamos a caixa de fantasias e acessórios lá do quarto de brincar e cada criança podia pegar o que quisesse para mudar a cara e o estilo da sua fantasia. Então, depois dessa transformação, estavam presentes na minha sala o “Darth Vader ciclista”, a “Índia chic indo às compras”, o “Mexicano loiro”, o “bebê macaco Chaplin”, o “jogador do Bayer ninja”, o “pirata só pirata mesmo”, o outro “Darth Vader cavalheiro da Contrada da Torre”, a “princesinha de guarda-chuva”, o “Crocodilo arqueiro” e eu, “fantasiada” de “mãe louca que chamou 10 crianças para bagunçar a la vonté seu apartamento”!

Pintura

As crianças aqui amam colorir, então toda festinha tem que ter tinta, telas de pintura ou papel, lápis e canetinhas. Foi legal e montamos um painel com todos os desenhos. Juro que a primeira coisa que um dos convidados (de 7 anos!!!!) fez no papel foi escrever funções matemáticas. Assustei geral! rsrsrs

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Depois da farra dos “AmendoBobos” (assistimos ontem ao filme do Bob esponja pela milésima vez, e rimos como se fosse a primeira, como sempre!) a criançada estava com fome e sede. Então, fizemos um café da manhã com espetinhos de frutas, palitos de queijo com tomate e só de queijo, lanchinhos com geleia de morango, outros com requeijão e queijo, suco… Deu tudo certo!

Brincadeira livre

Quando já era umas 11:40 deixamos as crianças livres para brincar no quarto de brinquedos ou na sala mesmo, juntando os confetes do chão e jogando tudo de novo para cima!!!! Fotor030605423

Os alemães, no geral, são muito gentis e prestativos. Só encontro gente adorável em nossos caminhos e agradeço muito. Afinal, morar num país longe da família e amigos não é uma tarefa simples. Todas as crianças trouxeram alguma coisa sem nós pedirmos: ganhamos flores, caixa de merengue, caixa de chocolate, um saquinho com conchas e pedrinhas, revistinhas para ler…

Meio dia os pais estavam pontualmente aqui em casa, maravilhados com nossa festança e espantados com a quantidade de confetes pelo chão rsrsrs

Avaliando a festinha, de 0 a 10, dou a nota 1000!!! Valeu muito, uma lembrança inesquecível para os meus filhos e para o papai, animador oficial da festa, que ficou assim depois da criançada ir embora: img_5478

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É normal comer caquinha de nariz? Eca! Esse assunto é uma meleca.

Vai ter festa no salão?

No meu não, mas aqui em casa tem alguns moradores que andam limpando seus salões frequentemente e o pior (tem como ser pior, acredite!), já peguei no flagra os donos desses dedinhos limpadores comendo a tal da meleca do nariz! Ah! Que horror, eu disse que o assunto é uma meleca!

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Fui pesquisar e, naturalmente, descobri que isso é inofensivo e normal. Aliás nem precisava, era só eu lembrar da minha infância e ver que o dedão estava lá na maior agitação. Uma vez a professora do pré chamou meus pais na escola para dizer que eu não parava de limpar o salão. Ai que vergonha!

Bem, pesquisando sobre este assunto melequento, encontrei dois senhores – Scott Napper e Friedrich Bischinger – e descobri que eles trabalham em estudos sérios sobre as melecas e mais, garantem que não tem problema nenhum comer caquinha, e que faz até bem para saúde! Ah… para tudo!

O que é a caca de nariz?

A Caquinha de nariz é formada por secreções nasais ressecadas unidas a impurezas e microrganismos como vírus, bactérias e fungos presentes no ar que respiramos.

Qual seu nome científico?

Ela é conhecida cientificamente como “muco”.

Como é popularmente conhecida?

Caquinha, casquinha, catota, meleca, bichinho do nariz e outros. A imaginação do ser humano é fértil … até demais!

Como se forma?

A caquinha de nariz se forma através dos nossos “filtros nasais”. Os cílios do nariz filtram o ar que respiramos e retém ali grande parte dos vírus, bactérias e impurezas que entrariam em nosso corpo. Unindo essa sujeira toda com a secreção do nariz, obtemos a caquinha. Sua consistência dura e ressecada se dá por causa do ar que entra quando respiramos. Quanto mais poluído o lugar que estamos, mais caquinhas de nariz será produzido. É o nosso corpo trabalhando para evitar que essa meleca externa chegue aos nossos pulmões. Como os cílios não param de se movimentar, eles acabam empurrando essas caquinhas para a abertura do nariz. Tornando mais acessível sua remoção!

Para que serve?

A caquinha atua na defesa do nosso organismo e serve como uma barreira protetora. É necessário ser removida, pois seu acúmulo pode dificultar a passagem do ar.

Por que é bom comê-las? Eca!

Os pesquisadores Scott Napper e Friedrich Bischinger defendem a ideia de que a caquinha é uma espécie de vacina “natural e gratuita” para nosso organismo, uma vez que nela contém porções pequenas de vírus, germes e bactérias.

E esses “bichinhos” que se acumulam no nosso nariz em forma de meleca podem ajudar (se ingerirmos) porque tornariam o sistema imunológico humano mais resistente.

Friedrich Bischinger acompanhou por anos um grupo de crianças que colocavam o dedo no nariz e que comiam as melecas. Comparadas com um outro grupo, com hábitos “nasais” opostos, as que comiam a caquinha tiveram menos gripe e alergias.

Olha o que ele fala:

“A medicina moderna tenta fazer o mesmo, mas de uma forma mais complicada. As pessoas que metem o dedo no nariz e depois comem os mucos, conseguem reforçar seu sistema imunológico de uma forma natural e gratuita. As crianças costumam praticá-lo de forma instintiva mas, a pressão social faz que, quando sejam maiores, deixem de fazê-lo. Eu só peço para que vejam de outra forma, que animem as crianças a colocar o dedo no nariz, já que é algo muito natural e, desde o ponto de vista médico, é uma ideia maravilhosa”.

Curiosidades.

A cacaquinha de nariz é composto principalmente por secreções que contém sal e são produzidas pelo corpo, tais como suor e lágrimas. Portanto, a caquinha, assim como estas outras secreções possuem um gosto salgado. Eu nunca provei e nunca vou provar nem pelo bem da ciência!!!

Tirar caquinha vicia. Dizem que algumas pessoas viciadas em tirar caquinha ficam “cegos” e não importa onde, todo lugar é adequado para cutucar o nariz, mesmo na frente de outras pessoas!

Outra curiosidade: quanto mais caquinha se tira, mais caquinha se forma! Nosso organismo que é muito esperto, uma verdadeira máquina (para mim, um verdadeiro milagre) acredita que a “falta” constante dessa meleca – devido a retirada – é sinal de que o corpo precisa de mais proteção. Dessa forma, libera mais secreção que em contato com o ar, dá “vida” a mais e mais caquinhas.

Boas maneiras e educação!

Por mais que comer caquinha faça bem, ah pelo amor de Deus, isso é horrível de se ver e de se imaginar. Portanto, o bom senso sempre deve prevalecer! Aqui em casa tem uma regra – mas que ultimamente está difícil de ser respeitada, confesso – tirar caquinha só no banheiro!

Quanto a comê-las, ainda não achei um jeito melhor de tirar essa mania deles do que falar que meleca é um monte de bichinhos, bactérias, germes, cocos de rato, barata morta, vírus tudo isso misturado e colado com a cola humana (formada por xixi)! E que isso faz um mal danado, tirando toda a energia que eles precisam para o futebol e Balé. Mesmo que a ciência prove o contrário!

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Brincar é divertido e inteligente!

Desde os primeiros meses as crianças se envolvem com brincadeiras e jogos. É dessa forma que elas aprendem, se desenvolvem e interagem com o mundo. As crianças vão crescendo, muda-se a forma do brincar, mas ainda sim, a atividade favorita dos nossos filhos é explorar o mundo e aprender a navegar por ele .

Eu estava observando meu caçulinha (que completou seis meses hoje) brincar com uma simples etiqueta que recortei de uma blusa que estava pinicando muito!. Aquele olhar brilhante, um leve sorriso, uma concentração gigantesca para segurar, virar, lamber algo tao desajeitado e molengo.

Os bebês parecem apaixonados ao descobrirem o mundo. Também, encaram os jogos e brincadeiras como uma profissão, como aquilo que ele faz de melhor. Como se fosse uma necessidade inata da criança o desejo de brincar.

Tudo o que tem nas mãos de um bebê ou de uma criança, faz com que eles criem uma ponte que os ligam rapidamente até uma brincadeira. Colocar tigelas de plástico uma dentro da outra, desenhar com um pedaço de graveto na areia, dar algo para beber a uma boneca com um copo vazio, puxar as meias dos pés… tudo é motivo para brincadeira, tudo se transforma em aprendizado.

Nestes exemplos, é nítido observar a tentativa das crianças de desvendar os mistérios das coisas ao seu redor. Querem ter, sentir, cheirar, segurar e ouvir todas as pistas que as fazem explorar seu pequeno mundo e entendê-lo. E fazem isso brincando. Uma maravilha para o desenvolvimento mental, motor, emocional e social.

Para isso, os bebês – e também as crianças – precisam de espaço e de liberdade para explorar. Também, precisam de tempo, do quanto for suficiente para elas.

A ciência do desenvolvimento infantil nos revela que os bebês são a mais completa e incrível máquina de aprendizagem existente. Conseguem criar conexões neurais e aprendem rapidamente as coisas. Se uma criança pequena aperta o botão do abajur e a lâmpada ascende, e depois aperta novamente e a luz apaga, pronto, tem-se um novo “jogo”, uma nova brincadeira e, assim, uma nova tarefa de aprendizagem é revelada.

Os bebês – um mundo a conceber.

O primeiro brinquedo do bebê é o seu corpo . Ele brinca com os pés, examina suas mãos, experimenta o sabor dos seus dedinhos. Também é fascinado por tudo o que está em sua volta. Quer compreender o que acontece! Quer colocar tudo na sua boca, seja a meia suja do irmão ou uma colher na mesa de jantar.

Nesta etapa o bebê está aprendendo a entender o mundo: “se eu pegar o chocalho, escuto um som”, “se eu jogar a chupeta fora do carrinho, ficarei sem”, “se eu empurrar a porta, ela se abre” .

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Oferecer -lhe uma variedade de coisas para brincar – com formas, cores, texturas e materiais diferentes.

  • Ser companheiros e conversar, sorrir, cantar e mexer em seus pés e mãos.

  • Ler um livro enquanto mostra as imagens (procure livros com várias texturas para que o bebê possa interagir e descobris através do toque)

  • Deixe-o concentrar: se ele está tentando pegar um objeto, quando ele conseguir, não diga nada, apenas observe. Muitas vezes o nosso “Oba, muito bem, você conseguiu!” desvia a atenção do bebê e ele deixa o objeto de lado, deixa também de aprender e se desenvolver mais com aquilo.

  • Coloque objetos do cotidiano, como pratos e copos de plástico sempre disponível (ao alcance). Uma gaveta na cozinha com tigelas de plástico (sempre inofensivos, cuidado!) podem render um tempo de interação e brincadeira enquanto você prepara o jantar.

A criança pequena – verdadeiros construtores!

Quando começam a querer brincar de construir coisas, uma nova fase se inicia. Agora nossas crianças pensam como arquitetos , construtores, padeiros e pintores. Blocos estão empilhados, o papel todo preenchido, tudo feito com entusiasmo e concentração. As crianças começam a criar algo novo.

A partir dos 18 meses, as crianças irão lhe oferecer pedaços de lego para comer, melhor aceitar e dizer que está uma delícia!

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Deixar papel e lápis de cor disponível. Massinha também!

  • Oferecer um brinquedo e tempo para que elas possam brincar. As crianças possuem um ritmo diferente do nosso e se querem construir uma torre, por exemplo, deixem-as construir sozinhas. É claro que nós faríamos bem mais rápido, mas nossa fase já passou. Agora é vez delas!

  •  As crianças não gostam de brincar sozinhas em seu quarto. Por isso, fique por perto ou deixe que brinquem na cozinha, na sala ou no escritório.

  • Continuem com os livros (na verdade, não parem mais!), a leitura é importante para a imaginação, lógica, afetividade e muito mais.

A criança com 3 anos ou mais – fantasiar é a lei!

Quando a criança domina melhor a linguagem, começa a fase dos jogos que precisam de um ou mais jogadores. Na maioria das vezes, é preciso irmos às compras e voltarmos com um jogo de memória, dominó de bichinhos e fantoches na sacola.

Nesta fase as crianças começam a querer mandar, dar ordens e estipular as regras. Quer saber? Não deixa não! Mostre, com carinho e paciência, os limites da sua casa.

Há um grande avanço no seu vocabulário e, assim melhoram as habilidades de comunicação da criança. É uma boa oportunidade para processar as suas próprias experiências e vivências, portanto podemos conversar sempre com elas, isso cria um vínculo que deve ser mantido para sempre. Trocar papéis e fantasiar é uma oportunidade lúdica e criativa na hora desse prosa…

O que nós podemos fazer nesta fase?

  • Deixe a criança usar roupas da mamãe e do papai, perceba se ela tenta agir como nós, se ela é capaz de entender nossos diferentes papéis.

  • Crie oportunidade para que elas brinquem com outras crianças.

  • Permita que tenha tempo e tranquilidade para brincar e não interrompa desnecessariamente.

  • Dê-lhe tantas vezes quanto possível, a oportunidade de correr ao redor da casa, no quintal ou no parque. Isso melhora não só as habilidades motoras (grossa e fina), como fortalece o sistema imunológico. Com pedras, folhas, areia, elas podem brincar muito bem.

Crianças com 6 anos – Eu que ganhei!

Os jogos de regras entram cada vez mais em ação, e agora a única preocupação é saber quem foi o vencedor! Mais do que querer ganhar, as crianças desenvolvem capacidade de raciocínio, lógica e desenvolvimento estratégico durante a brincadeira.

Quanto mais a criança brincar, mais aprenderá. Ela também começa a lidar com a questão emocional: alegria , orgulho, frustração, tristeza, euforia, uma chuva de novos sentimentos aparecem. E, muitas vezes, tornam-se uma tormenta se não forem resolvidos.

No jogo, as crianças podem aprender a lidar melhor com esses sentimentos. Sempre digo aos meus filhos: “Se você não está preparado para perder, também não está preparado para jogar!”. Afinal, jogar é escolher ter o risco da derrota. Mas nem todos sabem lidar com isso, por isso o papel dos pais é fundamental.

Para que uma brincadeira não acabe em choro, ou com pecinhas voando para o outro lado da sala, nós podemos ajudar da seguinte forma:

  • Respeitar a idade sugerida dos jogos. Demanda excessiva leva ao estress e lágrimas. (Claro, cada um conhece seu filho e sabe o que dá para antecipar ou não).

  • Comprar Jogos que também lhe agradam. Afinal, brincar com um jogo chato faz tudo perder a graça. Descubra junto com seu filho jogos que sejam divertidos para vocês dois!

  • Esclarecer as regras antes de começar o jogo.

  • Optem sempre por jogos de tabuleiro! Observem quanto de conversa acontece num jogo de vídeo game e quanto de conversa acontece durante uma partida de UNO, por exemplo. É mais saudável e divertido!

Nenhum pai precisa ser animador de festa nem expert em jogos e brincadeiras. Mas saber o momento que seu filho está e oferecer aquilo que dá prazer a ele é importante pois ajuda-o no seu desenvolvimento.

A relação do brincar com o desenvolvimento psíquico e cognitivo é comprovado, portanto vamos criar mais oportunidades de diversão aos nossos filhos. E eu não estou falando de brinquedos caros. Afinal, nosso tempo e algumas pedras do jardim são de graça, já o resultado… Bem, este não tem preço!

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O que os nossos filhos pensam sobre nós?

Sexta feira, o dia amanheceu chuvoso e cinzento. De certa forma, hoje eu acordei assim também, me sinto “nublada” e pensativa. Antes de dormir li uma reportagem sobre um casal que abandou seus filhos. “Simplesmente” deixaram em casa 3 crianças e se foram, para nunca mais voltar.

Deitei a noite imaginando qual o motivo para esse abandono? Irresponsabilidade, problema financeiro, drogas, falta de compromisso, desespero? Imaginava também a cabecinha daqueles 3 pequenos órfãos. Foi difícil dormir.

Hoje ao acordar me dei conta que o abandono possui várias faces, e que é possível abandonar um filho mesmo morando sob o mesmo teto. Quantos pais colocam reuniões, trabalhos, amigos, esporte, negócios a frente de seus filhos? Erram ao imaginarem estar fazendo bem a eles, afinal, o dinheiro está chegando e eles têm “tudo”. Quantos estão deixando de construir laços fraternais que jamais serão recuperados se não forem feitos desde a infância?

Para que seu filho te escute no futuro, é preciso ter tempo para o escutá-lo hoje.Quando pessoas dizem que um filho custa caro, penso: “filho custa o quanto a gente quer pagar”. Afinal, o indispensável é de graça, crianças não precisam de brinquedos caros e nem estudar nas “melhores e mais ricas” escolas da cidade.

Nenhuma criança fica doente ou morre porque não tem um nitendo DS ou qualquer brinquedo caro. Isso é desculpa de pais que possuem a consciência pesada. Tentam enganar a si próprios.

O que as crianças precisam mesmo é de uma mãe e de um pai presente. “Presentes” de verdade. Para ter filhos temos que estar preparados. É preciso saber que abrir mão de alguns encontros com amigos, de algumas viagens de negócio, de alguma partida de futebol será inevitável.

Mas acredite, vale a pena. Pelas crianças, pela sociedade e por você. Nunca ouvi falar que aproximar-se de um filho tenha causado algum mal. Que desligar a televisão para aproveitar o pouco tempo que você possui durante o dia para brincar com ele, tenha deixado você desinformado. Que você tenha perdido algum amigo por responder aquela mensagem no Facebook ou Whatsap depois que eles foram dormir.

Ao contrário, filhos fazem um bem danado. Um dos maiores problemas na hora de educar um filho é esquecê-lo dentro da sua própria casa. Refletir é preciso e mudar, muitas vezes é necessário. Então, porque não começar com uma avaliação?

Pergunte a seu filho que nota ele daria a você. Deixe-o livre para responder, sem pressão e sem medo sobre como anda o seu pai ou a sua mãe em casa. Os resultados podem te surpreender.

Aquelas 3 crianças que foram abandonas pelos pais terão a chance de receber outros que irão amá-las e cuidá-las. E nossos filhos, quais chances terão de terem um pai e uma mãe de verdade?

Segue um video sobre a “relação” das pessoas (hoje em dia) com a tecnologia… Achei super legal, embora óbvio. O mundo real é muito mais interessante, humano e surpreendente. Vamos viver a realidade, nem que para isso precisamos mudá-la!! Beijos…

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50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 2

Olá mamães! Conforme o prometido, segue a 2ª parte da Lista de Filmes do Blog Super Mammy!

Clique nas imagens ou nos links para assistir o filme ou saber onde encontrá-lo.

Você também pode gostar de:

50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 1

Aproveitem!!

MVICAMRA

26. A Bela e a Fera (1991): Um dos contos de fada mais bonitos e encantadores. Bela vai a procura de seu pai que está perdido na floresta e o encontra preso em uma castelo. Para libertá-lo, Bella fica em seu lugar e passa a ser prisioneira da Fera, dando início a uma história linda de amor verdadeiro. Duração: 84 minutos. Livre. (Clique aqui)

27. De volta para o futuro (1985): Marty é um jovem que aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por Doc Brown,  um cientista, e faz uma viagem ao passado até os anos 50. Lá conhece sua mãe, antes de se casar com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais. Duração: 116 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

28. Toy Story (1995): O filminho é lindo, todos sabem. O brinquedo favorito de Andy Davis, um menino com oito anos, é um cowboy de pano, o Xerife Woody. O que Andy não sabe é que quando os humanos não estão olhando os brinquedos ganham vida, protagonizando uma dos melhores filmes de animação de todos os tempos. Duração: 77 minutos. Livre. (clique aqui)

29. O menino maluquinho (1995): É um filme brasileiro super lindinho, baseado na história do Ziraldo. Lembro-me que quando eu assisiti esse filme (com 11 anos)  fiquei com vergonha de ter chorado! Assisitindo com meus filhos, eu chorei sem vergonha nenhuma e eles também!  Essa parte mais emotiva é apenas um pedaço da delicosa história sobre as invenções de um menino espertinho e maluquinho. Duração: 82 minutos. Livre.  (Clique na imagem para assisitir o filme)

30. Cinderela (1950): Conta a história de uma menina órfã, que sob os cuidados de uma madrasta torna-se a criada da casa, não recebendo o mesmo cuidado que as duas filhas da malvada. Mas um baile mudará a sua história e com ajuda de uma fada madrinha, os seus sonhos se transformarão em realidade. Duração: 74 minutos. Livre. (Clique aqui)

31. A guerra dos botões (2012): Um grupo de meninos liderado por Lebrac, participam de uma guerra contra as crianças da aldeia vizinha. É uma batalha tradicional, realizada há gerações pelos jovens das duas aldeias. Eles lutam pela honra e lealdade, mas utilizam-se dos meios necessários para vencer. Porém, os pais não podem ficar sabendo. Um filme lindinho sobre um tempo passado. Duração: 109 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

32. A bela adormecida (1959): Uma terrível maldição da rainha malvada faz com que a Aurora durma por 100 anos, após espetar o dedo em um roca. Mas as três fadas madrinhas (Flora, Fauna e Primavera) descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce e verdadeiro de amor. Será que a Aurora irá despertar deste sono? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique aqui)

33. Bernardo e Bianca (1990): Foi o primeiro filme que vi no cinema, tinha 6 anos! Conta a história de dois ratinhos que encontram uma garrafa com um pedido de socorro dentro. Vivem aventuras até conseguir encontrar a dona da cartinha e ajudá-la a se livrar das garras de uma madrasta má. Duração: 77 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

34. O pestinha (1990): Um casal vai até uma agência de adoção para realizarem o sonho de serem pais. Conhecem Junior, um meninho carismático, que acaba sendo adotado pelo casal. Mas em breve eles vão descobrir que esse anjinho é o menino mais bagunceiro do mundo. Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

35. Eduard, mãos de tesoura (1990): Eduard é um jovem esquisito e sozinho que vive em um castelo abandonado. Ao ser  encontrado por uma moradora do bairro, descobrem o valor de uma amizade. Mas não são todos que irão recebê-lo bem. Duração: 105 minutos. Livre. (Clique na imagem).

36. Nós somos os campeões (1992): Um advogado arrogante, terá que prestar serviço à comunidade como instrutor de hockey da pior equipe da cidade, por ter cometido muitas infrações no trânsito. O advogado muda o nome da equipe, e tenta mudar, também, a história deste time. É emocionante e as crianças vibraram muito! Duração: 100 minutos. Livre. (Clique aqui)

37. Branca de Neve (1937): Esse filme é lindinho e conhecido pelo mundo todo, já assiti várias vezes quando criança, depois com meus primos e agora, com meus filhos. Conta a história de uma menina que se esconde da madrasta na floresta e é acolhida por 7 anões. Mas a malvada consegue achá-la e prega-lhe uma peça, que pode custar a vida da linda Branca de Neve. Duração: 83 minutos. Livre. (Clique aqui)

38. Pinóquio (1940): É lindo e dá para ensinar muitas coisas às crianças através dele. Conta a história de um marceneiro que vivia sozinho, e sonhava em ter um filho. Uma fada torna o sonho em realidade ao dar vida à um boneco de madeira feito por Geppetto, que o educa com os melhores valores a serem ensinados: coragem, lealdade e honestidade. Como será que Pinóquio, o menininho de madeira, se comportou? Duração: 89 minutos. Livre. (Clique na imagem).

39. Minha mãe é uma sereia (1990): Essa é a história de uma mãe que age como adolescente, e de uma adolescente, sua filha, que age como mãe. Uma inversão de papéis que nos faz rir e chorar. Mesmo sendo livre, acho melhor cada mamãe assistir antes e ver o que acha. Ainda não mostrei aos meus filhos, mas adoro a história! Duração: 110 minutos. Livre. (Clique aqui).

40. Tartarugas ninjas (1990): Rafael, Michaelangelo, Leonardo e Donatelo sao tartarugas mutantes treinadas por um rato para combater gangues e crimes em Nova York. Dica: comprem uma pizza para assistirem durante o filme, porque eles adoram e dá uma vontade! Duração: 93 minutos. Livre. (Clique aqui).

41. Sonho de Verão (1990): Esse filme eu assisti muitas vezes com minhas primas! É brasileiro e tem muita música. Conta a história de um casal de ricões que buscam ajuda para a sua filha, que não fala mais depois da morte de sua irmã. Por isso, viajam aos EUA e deixam a casa, uma verdadeira mansão, aos cuidados da governanta. Mas uma turma de jovens a caminho de um colônia de férias, invade a casa e vivem momentos de alegria e diversão, pensando ser lá o verdadeiro hotel. Quem vai desfazer essa confusão? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

42. Riquinho (1994): Conta a história do menino mais rico do mundo que gostaria de jogar baseboll com alguns meninos na rua. Durante a trama, seus pais desaparecem no triângulo das bermudas, e o menino suspeita ser uma fraude de alguém querendo assumir a milhonária empresa de sua família. Com a ajuda de seus amigos, consegue resgatar seus pais. Duração: 94 minutos. Livre. (Clique aqui)

43. Pocahontas (1995): “Se pensa que esta terra lhe pertence, você tem muito ainda o que aprendeeeerrr, pois cada planta, pedra ou criatura, está viva, e tem alma, é um ser. La la la la…” 🎶  Assisti tantas vezes que decorei todas as músicas!! E agora não consigo parar de cantar! … O filme 1 é lindo e conta a história de um amor entre duas pessoas de mundos diferentes. Agora, o filme Pocahontas 2, foi horrível! Ela vai até o mundo dele, viaja muito, e quando chega lé, advinhem só… ele sente vergonha dela. Frustrante, né? Então, minha dica é assisir só o filme 1, que é lindo demais! Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

44. Karate Kid (1994): Acho legal assistir essa versão primeiro e depois a nova. Dá para conversaar com os filhotes sobre as mudanças que eles notaram, inclusive que na regravação, a luta nem é mais karate. Quem não se recorda do Daniel San e do golpe final? Gostou? Seus filhos gostarão também de mais este clássico do século passado! Duração: 126 minutos. Livre. (Clique aqui)

45. Quero ser grande (1988): Após ser barrado em uma montanha-russa durante um passeio, Josh resolve fazer um pedido à máquina dos desejos para ser grande. No dia seguinte o pedido foi realizado. Mas ele continua sendo uma criança, só que com a aparência de uma homem de 30 anos. Imaginem a confusão! Duração: 108 minutos. Livre.

46. O pequeno milagre (1998): Esse filme eu aluguei várias vezes, tanto que um dia a mulher da locadora de filme disse: “é a sexta vez que você vai levar esse, quer mesmo assim?”! Esse fato é engraçado, mas a história nem tanto. Porém, aprende-se muito com as aventuras e a amizade construída entre dois meninos especiais. Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)

47. 101 Dálmatas (1996): Os dálmatas Pongo e Prenda são pais de 15 cachorrinhos. Mas Cruella pretende lançar uma nova linha de roupa com peles de Dálmatas e manda raptar todos os dálmatas da cidade. Pongo e Prenda organizam uma das maiores aventuras da história canina para recuperar seus filhotes. Duração: 103 minutos. Livre. (Clique aqui)

48. Férias frustradas (1983): Os Griswolds planejaram suas férias de verão até o parque Walley World. Tudo certo em seus mínimos detalhes, até pegarem a estrada! É um filme engraçado e cheio de surpresas! Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui)

49. Milagre na rua 34 (1994): Em plena época do Natal, Suzan, uma garotinha muito inteligente e esperta, afirma que Papai Noel não existe. Porém, um senhor muito bondoso é contratado para trabalhar como Papai Noel na loja de brinquedos em que sua mãe trabalha. O que ninguém podia esperar é que o velhinho afirma ser o verdadeiro Papai Noel e que está ali justamente para provar para a garotinha e para muitas pessoas que ele é real. Duração: 114 minutos. Livre.

50. Um dia a casa cai (1986): Recém casados, ao comprarem uma mansão,  Walter e Anna descobrem aos poucos que nada funciona, e precisam urgente reformar a casa toda. Entretanto, eles gastaram tudo que tinham para adquirí-la e o orçamento para deixá-la habitável é extremamente caro. Sem dinheiro e sem poder vender a casa, eles arrumam divertidas confusões. Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)

Bom filme! Boa pipoca! Ótima diversão!

Beijinhos,

Super Mammy.