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O que nossos filhos precisam mesmo?

Bom dia,

Semana passada estava deitada fazendo repouso. Repouso pode ser bom, tirar aquela sonequinha a tarde quase impossível é bom também. Mas parece que quando precisamos descansar por ordem médica, nosso corpo e nossa mente começam a ter faniquitos!

Nada de dormir, de relaxar … só pensamentos assim: “Meu Deus tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo” ou “O bebê chegará e ainda nem tenho o berço!” (pior que é verdade!) e por que não “ai que vontade de limpara a casa, arrumar os armários”… Vontades que só veem quando estamos assim, em repouso.

Mas enfim, em uma dessas crises de pensamentos agitados e nada de sono, comecei a pensar em tudo o que meus filhos tem e fazem, e se isso realmente era importante para o crescimento deles. Foi aí que pensei em uma lista, gravei tudo no celular e montei mais tarde a tabelinha aí abaixo para eu refletir sempre que possível.

Coloquei na fanpage e as mamães gostaram. Então resolvi deixar aqui no blog para vocês também 🙂

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Gostaram?

No fim é verdade… a criança é simples, para que complicarmos?

Ótima semana para todas vocês ;*

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Os 3 maiores erros na hora de educar nossos filhos.

Bom dia, queridas leitoras.

Hoje acordei pensativa e me lembrei de uma grande lição. Há alguns anos atrás, no curso de pedagogia na faculdade de educação da Unicamp, ouvi uma professora dizer aquilo que seria para mim a principal linha na hora de educar os meus filhos.

Não sou uma mãe que segue à risca uma metodologia de como educar os filhos, ou que escolhe uma teoria e que nunca sai da rotina por nada nessa vida. Não acredito que exista um segredo ou um método mágico que nos ajude a dar um jeito na sapequice dos nossos filhos. Muito menos uma dica, ou uma frase em um livro que seja capaz de resolver todos os nossos problemas na busca por uma educação tranquila, justa e próspera.

Na verdade eu sempre encarei a educação de filhos como algo tranquilo e sem mistérios: o que a criança vê, ela faz; o que a criança escuta, ela absorve e compreende; a criança vai até onde permitimos.

Para esclarecer sobre a questão das diversas metodologias existentes: são super importantes e seus estudos sobre o comportamento infantil nos revelam surpreendentes descobertas e saberes que permeiam a busca por práticas que respeitem o desenvolvimento da criança e a valorização da infância.

Quando eu disse que não sigo à risca uma metodologia, quis dizer que acredito que cada família possui sua dinâmica, sua rotina e seus horários. Qual é o melhor método? Não sei, será que existe? O ser humano é único e o que eu levo para minha família pode ser diferente do que minha vizinha segue, e nem por isso uma está certa e a outra errada.

No meu caso adoro ler e aprender sobre Montessori e Waldorf (antroposofia) e sei que cada um desses métodos traz ideias de atividades inteligentes e interessantes para meus filhos, além de conversas produtivas sobre o desenvolvimento infantil e a infância com meu marido.

Cada criança é de um jeito, estou indo para o meu quarto filho e vejo diariamente como cada ser é único e possui sua própria individualidade, personalidade e temperamento desde pequeninos. Percebo que as atividades tocam meus filhos de forma diferente, e o que é “demais!” para um nem sempre desperta tanto interesse em outro.

Mas para mim, independente de seguir um método ou não, a “chave para o sucesso” na hora de educar nossos filhos – aquele que aprendi a visualizar com minha professora – está em não cometer estes 3 erros na hora de educar:

1. Não é não.

A criança está descobrindo o funcionamento do mundo e precisa aprender e entender aquilo que para nós é, muitas vezes, tão óbvio. Sempre expliquei o porquê das coisas e o motivos para um NãO! Mesmo que de forma simples, como: “não, isso é perigoso”; “Não, isso pode machucar sua irmã”; “Não, agora é a hora errada por que já vamos almoçar”; ou “Não, este brinquedo é muito caro, mas que tal fazermos um cofrinho até o natal?”, é importante que a criança tenha um feedback. Este hábito ajuda nossos filhos a crescerem mais compreensivos com as pessoas, regras e situações.

2. Pensar IGUAL ao adulto

Crianças e adultos possuem esquemas de raciocínio diferentes. Na maioria das vezes as crianças nos surpreendem e mostram como são inteligentes, espertas e sabem solucionar problemas de forma tão criativa. Precisamos ouvi-las, dar espaço para que expressem suas opiniões e formas de agir, mesmo que depois a gente pense e diga: “achei legal, mas talvez assim seja menos perigoso”, por exemplo.

Também precisamos entender que as crianças possuem interesses, lógica e tempo de concentração diferentes dos nossos. Viver dando sermões é tão fracassado quanto colocar as crianças numa sala de aula, e por 2 horas seguidas não permitir que conversem ou se levantem.

Nossos exemplos, nossas conversas, interações e brincadeiras causam muito mais efeitos positivos para o desenvolvimento e educação da criança do que muito blá, blá, blá. E isso as tornam mais pensativas, críticas e independentes.

3. Sentir DIFERENTE do adulto.

A gente acha (erroneamente) que eles pensam como adultos e muitas vezes exigimos isso dos nossos filhos. Mas para os sentimentos como medo, vergonha ou tristeza despertados nas crianças por vários motivos, não damos importância. Como se os diversos sentimentos atingissem de forma diferente adultos e crianças. Está aí mais um equívoco importante na hora de educar que devemos deixar de fazê-los para o bem deles.

O Medo, por exemplo, é uma sensação que segue ligada a um sinal de alerta, diante de algo que se acredita ser uma ameaça. Falando quimicamente, a sensação do medo ocorre “…em consequência da liberação de hormônios como a adrenalina, que causam imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a uma estimulação aversiva, física ou mental, cuja função é preparar o sujeito para uma possível luta ou fuga. Antes de sentir medo, a pessoa experimenta a ansiedade, que é uma antecipação do estado de alerta. Entre outras reações fisiológicas em relação ao medo, podemos citar o ressecamento dos lábios, o empalidecimento da pele, as contrações musculares involuntárias como tremedeiras, entre outros.” Juliana Spinelli Ferrari, Colaboradora Brasil Escola. Não existe medo de criança e medo de adulto, existe apenas medo. Quando dizemos para uma criança que aparece na porta do quarto a noite dizendo que está com medo: “Isso é besteira, vai dormir”, colaboramos para que se sinta insegura. A criança pensa diferente de um adulto e precisa se sentir protegida. Sentindo-se protegida em casa, aumenta as chances da criança se sentir segura na hora de encarar desafios fora do ninho.

Outro sentimento importante que devemos prestar atenção é a vergonha. A criança talvez tenha vergonha de fazer xixi de porta aberta num banheiro público, de ficar pelada na praia na frente de todos para trocar de roupa, de levar uma bronca enorme quando os colegas estão por perto, de ver os seus pais discutindo diante a outras pessoas. Por que não perguntar: “filho, vamos trocar a sunga por uma cuequinha aqui na praia, para não ir molhado para o carro. A gente faz uma cabaninha com a toalha, topa?”. Por que não se importar com esse sentimento nos nossos filhos? Sim, eles sentem como nós e ninguém gosta de passar vergonha. Mostrar importância ao sentimento da criança ajuda na construção do respeito entre pais e filhos.
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Quando eu disse que não cometer esses três erros eram a “chave para o sucesso” na hora de educar nossos filhos, não encarem isso como uma fórmula fácil que trará resultados imediatos. Educar filhos é um exercício diário e inerente às nossas práticas, não uma atividade a ser feita nos tempos livres ou somente quando estamos inspiradas.

Talvez o segredo para darmos uma educação boa aos nossos filhos seja focarmos mais em nós e refletirmos sobre nossa própria vida. Como são os meus hábitos diários? Como encaro os problemas? Como converso com as pessoas na rua? Como respeito as leis no trânsito? Como dou importância ao professor do meu filho? Como reajo às regras de convivência no prédio ou no clube? Como converso quando estou cansada? Como valorizo meus pais ou marido? Como lido com meus sentimentos? Como planejo a semana? Como me organizo em casa?

Muitas vezes quando paro para pensar em algo que não está dando certo com meus filhos, vejo que eu poderia ter feito mais ou pelos menos diferente em um determinado momento. Assim como em uma canção a melodia engrandece a letra, somos nós, mães e pais, que damos o ritmo à vida de nossos filhos.

Beijos, queridas mamães e até a próxima!

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Os pés precisam de espaço.

Esses dias fui comprar sapatos para as crianças… de novo! Como crescem esses pequenos e chulezentos pés! Além do que chutar grama, pedras e canelas, também pede sapatos novos. Embora aqui a criançada usa o tênis até furar (e um vai passando para o outro), tive que ir às compras!

Mas comprar sapatos para crianças não é tão simples assim, e bate a maior dúvida sobre qual número comprar. Você já se perguntou: Como encontrar os sapatos certos para o seu filho? O que procurar na hora de comprar um par de tênis ou sandália? Eu não sabia que um simples sapato pudesse envolver  tantas dúvidas.

Nessa minha última compra de sapatos recebi uma aula de presente da vendedora e compartilho aqui o que ela me falou e o que eu pesquisei sobre comprar sapatos para as crianças.

cb3941a394Pular, correr, escalar, passear, caminhar, subir, descer, escorregar, rolar, dançar ou chutar – os pés das crianças sempre estão em movimento! Para que eles se sintam bem e confortáveis e para que cresçam e se desenvolvam de maneira saudável, as crianças precisam de sapatos que se encaixem perfeitamente.

Fuss_im_SchuhNem pequeno demais e nem grande, o ideal é que na hora de comprar os sapatos, os dedos tenham de 12 a 17 milímetros de folga.  Minha mãe apertava a ponta do sapato para ver se estava muito grande na hora de comprar, e é bem isso. Esse espaço da frente é importante para o conforto e postura adequada dos pés.

3 coisas a serem observadas na hora de comprar os sapatos:

  1. Tamanho certo.
  2. Apropriado para a função.
  3. Forma adequada.

Além do tamanho ideal, o sapato precisa ser compatível ao seu objetivo. Não me compre uma chuteira para fazer caminhada. Ou uma sandália de festa para aula de educação física. Minha sogra sempre fala que era difícil achar sapato para meu marido porque o pé dele era alto. Pois bem, verificar se o formato e o modelo do sapato é o correto para cada um ajuda a evitar danos para os pés e dedinhos._3339535

Itens importantes na hora de comprar sapatos:

1. Leve a criança sempre junto.

2. Compre no período da tarde ou noite, pois durante o dia os pés aumentam um pouco de tamanho, e se você comprar logo cedo corre o risco do sapato machucar depois.

3. Certifique-se de que os sapatos são adequados para a forma do pé do seu filho, altura e largura.

4. Verifique se existe algum zíper ou enfeite que machuque os pés e se a parte de trás do sapato é muito dura, porque pode causar lesões no calcanhar.

5. Não esquecer que os pés das crianças precisam de espaço, portando o sapato certo é aquele que sobra 12 a 17 milímetros na frente.

schuh-freunden_2555552Perguntas interessantes…

Ganhei sapatos usados da vizinha, eles são adequados?

Se respeitar o espaço para que os dedos fiquem livres, e a forma adequada para os pés das crianças, não existe problema em usar um sapato velho.

Para ficar em casa é melhor um sapato ou meias antiderrapantes?

Meias antiderrapantes é a melhor opção. Com as meias os pés ficam mais livres e podem movimentar-se mais.

É melhor um sapato grande do que um pequeno?

Nem grande e nem pequeno. O pequeno machuca, e pode danificar a formação e o desenvolvimento dos dedos. Os grandes podem causar quedas e não contribuem para o regular equilíbrio.

Quanto mais caro, melhor?

Não. Preço caro não é garantia de conforto. É importante respeitar o tamanho e a forma adequada.

Criança pode usar sapato com salto?

Não. O uso de sapato de salto em crianças pode causar problemas como joanetes e neuroma de Morton, além de torções  causadas pela queda. Gente pelo amor, criança corre, pula, dança, e o salto não ajuda, muito pelo contrário, só atrapalha. Além disso salto é para gente grande, vamos deixar a criança ser criança.

Qual o melhor tipo de sapato para as crianças?

“O sapato ideal é o tênis, com uma pequena elevação na parte de trás e, tanto quanto possível, as crianças deveriam andar mais descalças.” Renata Martins, fisioterapeuta.

schuhe_21155242E então, mamães? Gostaram? Espero que sim…

Beijos e até a próxima

🙂

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Como (não) criar um filho mimado, mandão e problemático.

Cuidar e proteger nossos filhos… até isso tem limite. Como é difícil educar, saber até que ponto devemos ir e em que caminhos devemos pisar. Escrevo isso porque sempre tive um pé atrás para aquela famosa frase: “colocar o filho numa redoma de vidro”. E vejo, cada dia mais, que os pais que evitam ao máximo o sofrimento e a frustração de seus filhos acabam criando para si problemas ainda maiores.

A proteção talvez seja uma reação natural de uma mãe para o seu filho. Queremos que a vida deles corra sem grandes problemas. A todo momento antecipamos perigos e tentamos retirar as pedras do caminho, pois sempre é mais tranquilizador imaginar uma estrada livre, em que o risco de queda é menor.

Nesta tentativa de que tudo seja perfeito, ou quase, esquecemos que é preciso alguma frustração, de algum problema, de algum conflito. Porque é certo que aprendemos muito com eles. Hora, você já tentou colocar seu filho de três anos no sofá e dizer: “hoje conversaremos sobre brigas na escolinha”? Nem tente, vai entrar por um lado e sair por outro. É preciso o desconforto do conflito para se aprender e para crescer.

Um simples não (e o respeito por ele) já é um obstáculo a ser encarado por nossos filhos pequenos. Conheço muitos pais que possuem uma dificuldade enorme em dizer não a seus filhos. Depois, estes mesmos encontram uma dificuldade enorme na hora de enfrentar as consequências da sua própria permissividade.
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É pelo excesso de permissividade, ou pelo excesso do medo que possuímos de deixar nossos filhos enfrentarem os desafios sozinhos, que nos deparamos com crianças e adolescentes sem limites, birrentos, donos do mundo.

Analisando o perfil de pais permissivos, vejamos que são eles quem mais compram presentes aos seus filhos, e dizem que é recompensa. Recompensa de que? Não entendo. Geralmente, as crianças que ganham tudo o que querem, possuem grandes dificuldades de auto controle e de gerir uma frustração. Estes filhos vão crescendo e os pais comentam: “Como é possível que meu filho, que sempre teve tudo, me dá cada vez mais problemas?”.

A questão é o que oferecer a eles? E não estou falando de qual brinquedo é melhor, não estou falando de coisas materiais. No mundo fútil que vivemos, cada dia mais é preciso refletirmos sobre o que realmente é necessário.

Meu marido comentou comigo sobre um livro, não me lembro certamente o nome agora, mas é algo do tipo: “Gastando com felicidade”, que mostra que comprar coisas deixam as pessoas tristes sem que elas percebam. Relacionei isso com o texto porque educar nossos filhos tendo como base “compras”, “recompensas materiais”, “shopping”, e afins é um grande perigo. Que tipo de felicidade queremos ensinar a eles? Baseado em que estão os nossos valores?

As vezes o medo que muitos pais possuem de seus filhos não gostarem deles, os faz serem mais amigos do que pais dessas crianças. Esse medo os levam a dizer sim, onde caberia um sensato não.

Para estes pais digo que o mundo precisa de nós. O mundo precisa dos nossos limites. Pergunte para qualquer professora se isso não é verdade. O medo de impor limite aos filhos, com medo de os perder, leva a um aumento exponencial do risco de isto vir a acontecer.

Portanto se você não quer criar um filho mimado, mandão e problemático, dê boas vindas aos conflitos e aos desafios que seus filhos precisam enfrentar sozinhos, transforme-os em canais de aprendizagem. Saiba que dizer não, mesmo que doa um pouco, educa e engrandece. Na hora de educar, deixe claro (para si próprio) que você é a lei. E por último, mas não menos importante, lembre-se: se alguma parte da sua vida (inclusive ser mãe) está sufocando outras partes é sinal de que alguma coisa diferente precisa ser feita. E refletir é um bom começo.

Ótimo fim de semana, queridas mamães!
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100 coisas que mudaram na minha vida depois dos filhos.

01. Agora sei que a felicidade mora dentro das pequenas coisas.

02. Sair de cabelo molhado é sinônimo de que pelo menos deu para tomar um banhozinho.

03. A sala já não é mais a mesma.

04. Dou muito mais valor a minha mãe e ao meu pai.

05. Unhas feitas não são mais prioridades.

06. Um piquenique no parque significa muito mais do que um jantar num restaurante chique.

07. É possível que ao sentar no sofá eu escute um barulho de pato vindo de algum brinquedo esquecido embaixo da almofada.

08. Ganhei peso.

09. Qualquer rabisco num papel desenhado por eles é uma obra de arte.

10. Vejo uma sucata e já imagino um brinquedo.

11. Sair para jantar com o marido, 60% do assunto é sobre os filhos.

12. Vou ao cinema para assistir Lego ou Barbie.

13. Repito algumas frases da minha mãe.

14. Fazer acampamento na sala nunca foi tão divertido, mesmo que no dia seguinte eu fique toda dolorida.

15. Levo bem menos da metade do tempo para me arrumar.

16. Agora tenho dois tipos de sabão para roupas na minha lavanderia.

17. Não posso dar mais carona para ninguém por causa das 3 cadeirinhas no carro.

18. Na minha bolsa agora tem Band Aid.

19. A alimentação ficou mais saudável.

20. Saio para dar uma renovada no meu guarda roupa e volto com uma sacola cheia de conjuntos infantis.

21. Música agora é “Pecorruchos na Fazenda”. Tá, às vezes rola uma galinha pintadinha.

22. Tenho medo de morrer e não educar eles do meu jeito, com meus valores e princípios.

23. Aprendi a dizer não.

24. Quando penso em férias a primeira coisa que digito no google é: Hotéis para ir com crianças.

25. A pilha de roupas para lavar triplicou.

26. E para passar também.

27. Tomo banho com um bebê dentro do banheiro e ainda tenho que ficar o tempo todo fazendo palhaçada para o chororô não começar.

28. Como feijão para dar bom exemplo. Mas quiabo ainda não.

29. Agora eu ouço: “Mãe, limpa eu”. Não que isso seja legal.

30. Na minha penteadeira tem um perfume da Moranguinho e um do Batmam.

31. Acordo a noite para ver se meus pequenos estão respirando.

32. A insônia sumiu.

33. Nunca fui tão grata a Deus.

34. Compro mais livros para as crianças do que para mim.

35. Durmo tarde e acordo cedo, afinal não tem outro jeito.

36. Tem desenhos das crianças pendurados pela casa toda.

37. Não posso simplesmente cuidar só de mim.

38. Não usei perfume enquanto amamentei.

39. Comecei a comer sopa! Isso é um milagre, perguntem para minha mãe.

40. Tenho muito medo de perder alguém.

41. Fiquei mais forte e encaro com coragem o que vier pela frente.

42. Dirijo até a escola, futebol, capoeira, dança e música e nenhuma dessas atividades são para mim.

43. Chego com três crianças na academia (santa brinquedoteca!)

44. Cuido mais da minha saúde.

45. Na hora de dormir, demora menos de 1 segundo para eu entrar em estado de sono profundo.

46. Quando o dia está ensolarado (o que não é muito comum aqui na Alemanha) fico animada e penso: “Hoje as roupas vão secar que é uma beleza!”

47. Engulo mais sapos.

48. Vou ao céu com um: “você é a melhor mamãe do mundo!”

49. Aqueles presentinhos do dia das mães na escola me levavam ao choro. (Não que eu não chore mais, é que aqui na Alemanha não se comemora dia das Mães e dia dos Pais nas escolas).

50. Purê com Salsicha e molho tomate entrou para o cardápio da semana.

51. Mudei o trabalho para Home Office.

52. Enchi minha casa de regras e às vezes me pego cometendo alguma infração.

53. Tenho uma gaveta só de pratos, copos, potes e talheres de plásticos. Tudo colorido, claro.

54. Meu medo de altura triplicou e se eles chegam a 100 metros de algo que tenha mais de 1/2 metro de altura, quase tenho um infarto.

55. No meu porta mala tem sempre uma bola, dois patinetes e um carrinho de bebê.

56. Por mais que o sono tornou-se pesado, acordo com qualquer mosquinha no quarto das crianças.

57. Agora sei e sinto que intuição de mãe é verdadeira.

58. Sempre repito para mim mesma com orgulho: Mãe é mãe!

59. Meu escritório se resumiu a uma escrivaninha num cantinho da sala para dar lugar ao quarto de brincar.

60. Compro mais jogos de tabuleiro e me divirto muito jogando com a família.

61. Nunca mais viajei sem crianças.

62. Passei a beber bem menos coca cola.

63. Vivo contando as histórias de quando eu era criança para meus filhos, e isso tem me trazido boas recordações.

64. Gravamos um Cd de MP3 para o carro e entre Laura Pausini, Dream Theather e Michael Bublé tem a trilha sonora do Bolt, o Super Cão.

65. Certeza que 75% dos filmes aqui de casa são de crianças, mas eu amo quase todos.

66. Choro muito e até evito assistir Toy Store 3 só de imaginar quando chegar a minha vez de esvaziar o quarto do meu filho quando ele for para faculdade ou casar.

67. Fico com saudade das crianças quando elas estão dormindo.

68. Quando estou sozinha – o que é muitíssimo raro – fico até perdida e esqueço que posso fazer as unhas ou ler um livro.

69. Tenho mais paciência, mas quando a perco, me arrependo.

70. Não sou mais consumista.

71. O lixo reciclável aqui em casa aumentou.

72. Leio muito mais rótulos dos produtos alimentares.

73. Levo um álcool gel e um lencinho umedecido sempre comigo.

74. Experimento antes tudo o que as crianças vão comer, até as papinhas industrializadas.

75. Pintar virou um Hobby.

76. Cozinho com um bebê grudado no meu pé.

77. Consigo conversar no telefone mesmo com alguém querendo colo e duas crianças te chamando ao mesmo tempo.

78. Agora tenho um calendário pendurado na cozinha com os horários da semana, antes nem agenda eu tinha.

79. Não fico mais horas no telefone com as amigas.

80. Agora meus pais são avôs, mesmo que óbvio e natural, não deixa de ser especial.

81. Sou mais unida ao meu marido e vemos nossa família como um time.

82. As paredes possuem marcas de mãos e algumas letras rabiscadas.

83. Aprendi que rotina faz bem para crianças.

84. Acho que criança tem que brincar mas já pode assumir pequenas responsabilidades em casa.

85. Nunca tive um cabelo tao cumprido, pois com a correria esqueço de marcar cabeleireiro para mim!

86. Não julgo tanto as atitudes de outras mães.

87. Passei a revelar as fotos digitais e montar álbuns.

88. Agora tenho dois blogs.

89. Comprei outra sapateira.

90. No banco de trás do carro tem brinquedos pendurados.

91. Ver meu filho sair da escola e abrir o maior sorrisão ao me ver não tem preço.

92. Demoro muito mais para escolher presentes para crianças.

93. Descobri que não existe fragrância melhor do que o cheirinho de filho.

94. O Pequeno Príncipe com suas frases geniais se tornou leitura anual obrigatória para mim, pois me faz ver um pouquinho do mundo pelo olhar de uma criança.

95. Ganhei mais uma profissão: cabeleireira exclusiva da franjinha da minha filha.

96. Os produtos de limpeza subiram 3 prateleiras e agora para pegá-los até eu preciso de um banquinho. Mas prefiro assim.

97. Ser responsável por mais três crianças no mundo me deixa entusiasmada.

98. A televisão fica desligada no fim de semana, a menos quando optamos por um “cineminha com pipoca” em casa.

99. Retomei meu Hobby de colecionar e colar figurinhas.

100. Ficar em casa todo mundo junto se tornou uma das melhores coisas da vida. Aproveito muito isso porque sei que um dia eles crescerão. Beijo, abraço, aperto, cheiro, brinco, escuto, converso … sempre serei mãe, mas nem sempre eles serão crianças.

Minha vida mudou, e para melhor! E a de vocês? Grande beijo

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O BULLYING na Educação Infantil. Como mãe, preciso me preocupar desde cedo com isso? A resposta é Sim!

Olá mamães, o assunto de hoje é bem sério e é um dos meus temas prediletos de pesquisa: o BULLYING. Para começar gostaria de dizer que este texto está modificado, porém foi retirado da segunda edição do meu livro “Brincadeiras que fazem chorar – introdução ao fenômeno bullying”.

Quem nunca ouviu falar sobre bullying? Nos dias de hoje, muita coisa se fala sobre este fenônemo, porém há anos atrás ele ainda era considerado um mito para muitas pessoas. Sabemos que ele está presente em muitos lugares e atinge milhares de pessoas, infelizmente. Mas como saber se uma briga pode ser considerada bullying ou não? Como prevenir que meu filho se envolva com este fenômeno no futuro?

Observamos a agressividade na educação infantil a partir de inúmeros episódios que encontramos no cotidiano escolar e em casa.  A agressão – quase sempre desencadeada por alguma frustração – é um comportamento que possui a intenção aparente de machucar outra pessoa, sendo às vezes motivado pela disputa de algum objeto.

A agressividade nesta fase tende a sofrer mudanças em sua forma, freqüência e na motivação para esta ação. Ao longo dos anos a agressividade tende a diminuir ou modificar-se conforme a criança passa pelas etapas do seu desenvolvimento cognitivo; vivencia experiências construtivas; socializa-se e encontra nos pais ou professores um mediador para as suas ações.

Para agirmos de forma assertiva nos momentos de conflitos precisamos conhecer as etapas no qual as crianças se encontram e, para isso, tomo como ponto de partida as idéias de Jean Piaget. Para Piaget o desenvolvimento cognitivo é um processo contínuo no qual o indivíduo constrói e reconstrói estruturas em busca de um equilíbrio. Dessa forma o indivíduo passa por várias fases de desenvolvimento denominadas por Piaget como “Estágios”, e os classifica em quatro etapas, sendo as duas primeiras as mais importantes para nós neste momento, porque são elas que aparecem durante o tempo em que a criança se encontra nos seus primeiros anos de vida.

A primeira etapa é a Sensório-Motora, e se estende do nascimento até os dois anos de idade. A segunda etapa é a Pré-Operatória, abrangendo as crianças de dois a sete anos de idade. Observamos acima que há um indicativo de idade para cada estágio. É importante lembrar que essas faixas etárias são variáveis. Isso porque cada ser humano é singular, possuindo características biológicas próprias e estímulos externos diferentes que formam as variantes destes indicativos. O mais importante é lembrar que a ordem dos estágios é sempre respeitada indiferente do início e término de cada uma delas.

No primeiro estágio, o Sensório-Motor, as crianças:

  • Agem por meio dos reflexos neurológicos.
  • Participam do mundo de forma direta, objetiva sem formular reflexões e pensamentos.
  • Conhecem o mundo pelos sentidos, levando os objetos até a boca e prestam atenção em cada ruído ocorrido a sua volta.
  • Desenvolvem-se emocionalmente.
  • Criam a noção do tempo, espaço e objeto por meio da ação.

Através da construção destes esquemas as crianças assimilam o mundo a sua volta. E, ao término deste estágio, pode perceber-se parte de um conjunto, no qual ações e interações acontecem. A FALA é construída neste estágio e justamente por não dominá-la a criança opta por comunicar-se principalmente pela linguagem corporal, utilizando o choro, a mordida, a birra, a manha, as expressões faciais e os gestos para interagir com o meio.

Neste estágio de desenvolvimento cognitivo, os conflitos que ocorrem entre as crianças são iniciados, geralmente, pela disputa de um brinquedo, de um livro, pela posição ao sentar-se na roda (na escola) ou mesmo pela atenção do professor, avôs, pais. A criança NãO morde o colega da turma, por exemplo, porque tem a intenção de machucá-lo, de feri-lo gratuitamente como ocorre no bullying. Essas agressões ocorrem por ser o caminho mais curto para alcançar o seu objetivo.

No segundo estágio, denominado por Piaget como Pré-Operatório:

  • Ocorre o despertar da comunicação, a criança ganha ano a ano um vocabulário cada vez mais extenso, facilitando a socialização.
  • Conhece e gosta de brincar com o outro, interagir e se comunicar.
  • Há um avanço no desenvolvimento cognitivo, social e afetivo em decorrência da aquisição da linguagem.

Este é o estágio no qual a famosa frase “mas por quê?” aparece. Para a criança tudo tem que ter uma explicação. Nesta etapa ela tende a não relacionar fatos e, embora haja um avanço no desenvolvimento social da criança, o egocentrismo ainda assim é marca registrada desta etapa, uma vez que a criança não concebe a existência de outras realidades na qual ela não faça parte.

Os conflitos entre os colegas da classe continuam a existir, seja pela disputa por algum objeto ou pela atenção de uma pessoa querida. Como antes, a criança ainda pode resolvê-los de forma a utilizar a linguagem corporal (birra, mordida, choro) como tentativa de resolução do conflito, mas esta escolha tende a diminuir. Como adquiriu um vocabulário mais extenso neste estágio, a criança pode recorrer ao professor e contar o que houve.

Pesqusias indicam que por volta dos cinco e seis anos de idade, a criança é capaz de inventar apelidos pejorativos para seus colegas de turma, criar panelinhas, excluir, provocar e até humilhá-los. Desta forma, ao conhecermos estes dois estágios podemos entender que uma mordida ocorrida durante um conflito entre crianças de dois anos deve ser interpretada e mediada de forma diferente se ocorrida entre crianças de seis ou 7 anos de idade.

É importante pensarmos que todo conflito deve ser uma ponte que leva a um caminho de autoconfiança e construção. Por isso, o papel dos pais e dos professores em mediar essas situações agressivas nas crianças pequenas é tão importante quanto conhecer o estágio de desenvolvimento que a criança se encontra.

Ao pensarmos em uma situação no qual, como conseqüência de um atrito, uma criança de dois anos bate ou morde um colega da sua turma, não podemos dizer que esta é uma criança agressiva e que possui um transtorno de conduta. Com esta idade o seu melhor e mais rápido mecanismo para alcançar o seu objetivo é por meio da linguagem corporal e pode utilizar-se da mordida com essa finalidade. A criança não entende que está machucando, pois o seu estágio atual do desenvolvimento cognitivo não permite que esta se coloque no lugar do outro.

Já nesta idade é preciso estabelecer limites, os pais e os professores devem deixar claro e sempre lembrá-los do que é permitido e o que não é. Birra, mordida, chute não é um comportamento adequado porque fere o outro e, por isso, não deve ser permitido. Como?

  • Mediar e conversar com tranqüilidade e naturalmente.
  • Mostrar que a atitude não foi correta ao morder ou bater.
  • Não super valorizar a agressão.
  • Estipular limites.
  • Sempre evitar que se machuquem e machuquem o outro.

No intuito de prevenir que os nossos filhos se envolvam com o fenômeno bullying no futuro, os sentimentos de amizade, respeito, carinho, união, alegria e tristeza devem fazer parte das atividades e do cotidiano da casa. No segundo estágio de desenvolvimento, o Pré-Operatório, sabemos que a criança já é capaz de agredir intencionalmente e, por volta dos cinco anos de idade, é capaz de inventar apelidos, formar panelinhas e até mesmo fazer “brincadeiras” de mau gosto.

Podemos notar que os conflitos existentes nesta etapa da educação infantil tornam-se diferentes; se antes a agressão acontecia pela disputa de um objeto, agora ela pode ser verbal e intencional.

É neste momento que o papel dos pais no combate e prevenção ao bullying é extremamente importante. É preciso trabalhar tanto com a criança que inventa apelido e faz gozações, quanto com aquela que recebe estas ações e não sabe como sair destas situações constrangedoras. E nós, mães, podemos ajudar contando aos professores como a criança é em casa e ouvindo como a criança é na escola.

É nesta fase que os comportamentos de agressões físicas e morais e a baixa auto estima devem ser trabalhados evitando que tais características se acentuem. A personalidade da criança é construída nos primeiros anos de vida e coincide com sua passagem pela educação infantil.

Por isso, o papel e o exemplo dos pais e dos professores e, também, a forma com que eles resolvem os conflitos do dia a dia, ajudam a formar a base da educação da criança, evitando até mesmo que se envolvam com o fenômeno no futuro, seja como alvo ou autores de bullying.

Quer saber mais? (Você pode continuar lendo mais sobre isso em: www.bullynobullying.blogspot.com)

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Como manter os bons hábitos alimentares do bebê quando ele já está um mocinho?

Bons hábitos alimentares para todas, o assunto de hoje é sobre: comida!

Pois é, Mamães, os bebês crescem. Buá! – Vai entender o coração de uma mãe, a gente quer e ao mesmo tempo não quer que eles cresçam! No fundo, todas nós esperamos que nossos filhos se desenvolvam saudáveis ao nosso lado. Para isso, alimentar-se bem é necessário. E quando eles chegam perto do seu primeiro aniversário, podem e devem se sentar à mesa na hora das refeições.

Mas o que colocar no prato? Pretty little girl biting an apple

A alimentação de um bebê, quase sempre é super nutritiva e saudável. Primeiro porque até os 4 meses (ou 6 meses, vai depender do país que você mora, do pediatra ou se o leite é materno/fórmula) as crianças bebem o leitinho que contém tudo o que elas precisam. Depois, introduzimos as frutinhas, e com o tempo, passam a se alimentar com legumes e carnes, todos misturados e batidos em forma de papinhas! Quer alimentação mais saudável do que esta?

Acontece que com a chegada dos dentinhos, muitos pais acabam dando as deliciosas (mas prejudiciais) guloseimas, como bolachas, biscoitos e salgadinhos. Além disso, outro hábito que não acrescenta nada na saúde, é que muitos continuam dar aos seus filhos as papinhas e outros produtos comprados nos mercados e disponíveis especificamente para alimentação dos bebês. Segundo uma pesquisa aqui na Alemanha, cerca de 90% das crianças com 12 meses recebe esses potinhos com papinhas prontas. E 33% dessas crianças continua a comê-las até os seus 2 anos de vida. O professor Berthold Koletzo, pediatra e porta-voz do Conselho Consultivo Científico sobre a saúde infantil, revela que essas papinhas contém nutrientes mas que não devem ser dadas às crianças depois do seu primeiro aniversário, isso porquê nessa faixa etária as crianças já podem comer quase tudo, e devem receber os nutrientes e vitaminas de várias fontes.

Sentar à mesa com a família faz bem.

Com um ano de idade a criança deve se alimentar daquilo que os pais comem. Melhor dizendo, aquilo que os pais comem de bom (ou deveriam comer). Algo nutritivo, gostoso e saudável: arroz, feijão, verduras, legumes, carnes magras, peixes, frutas, massas, …

Nessa idade, as crianças devem participar do jantar em família e comer de tudo (cuidado, claro, com os alimentos “que engasgam” e com aqueles, como o morango, cheios de agrotóxico!). Assim, o “ritual” de passagem da alimentação de bebê para a alimentação infantil é feito, e podemos agora aproveitar as coisas boas que essa mudança pode proporcionar:

  • A refeição em família faz com que a criança sinta o prazer de se alimentar, e ainda proporciona momentos descontraídos, de conversa e interação familiar. (é claro que às vezes rola um stress, principalmente quando a criança não quer comer – mas essa conversa a gente deixa para outro dia!).
  • Proporciona um efeito positivo sobre o que escolher para se alimentar. Muitas vezes, o hábito alimentar da criança é parecido com o do seus pais, por isso, o melhor a fazermos é darmos bons exemplos. Todo mundo ganha comendo mais saudável!
  • Deixar a criança se alimentar sozinha desde cedo ajuda a torná-la independente nesta função e ainda reforça e estimula o desenvolvimento motor. Claro que você vai encontrar de brócolis aos milhares de grãos de arroz em baixo da mesa, mas vale a pena. Pois com o tempo, essa sujeira toda diminui e seu filho estará sentindo o prazer de se alimentar bem e sozinho.
  • Televisão desligada na hora das refeições, sempre. Aliás, aqui em casa a televisão só pode no fim de semana, uma mudança positiva feita aqui em casa, que depois escrevo para vocês. É comprovado que quem come diante a televisão, ingeri mais alimentos do que o necessário e come mais rápido, o que não é saudável.

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Formar bons hábitos alimentares nos nossos filhos é uma tarefa difícil. Afinal, quase sempre é uma mudança que deve começar por nós. Eu que o diga! Amo (muito mesmo – amor a primeira vista) bacon e coca cola! Mas quando a gente tem filho, há uma responsabilidade e tanta nesta função, que nos modifica, nos transforma, nos faz ser e viver melhor, sempre.

P.S. Ainda como bacon, escondida! E a coquinha esperta durante a semana, não é coca cola, é chá preto!

Ótimo fim de semana a todas e boa alimentação!