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50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 2

Olá mamães! Conforme o prometido, segue a 2ª parte da Lista de Filmes do Blog Super Mammy!

Clique nas imagens ou nos links para assistir o filme ou saber onde encontrá-lo.

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50 Filmes da infância para assistir com a criançada – Parte 1

Aproveitem!!

MVICAMRA

26. A Bela e a Fera (1991): Um dos contos de fada mais bonitos e encantadores. Bela vai a procura de seu pai que está perdido na floresta e o encontra preso em uma castelo. Para libertá-lo, Bella fica em seu lugar e passa a ser prisioneira da Fera, dando início a uma história linda de amor verdadeiro. Duração: 84 minutos. Livre. (Clique aqui)

27. De volta para o futuro (1985): Marty é um jovem que aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por Doc Brown,  um cientista, e faz uma viagem ao passado até os anos 50. Lá conhece sua mãe, antes de se casar com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais. Duração: 116 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

28. Toy Story (1995): O filminho é lindo, todos sabem. O brinquedo favorito de Andy Davis, um menino com oito anos, é um cowboy de pano, o Xerife Woody. O que Andy não sabe é que quando os humanos não estão olhando os brinquedos ganham vida, protagonizando uma dos melhores filmes de animação de todos os tempos. Duração: 77 minutos. Livre. (clique aqui)

29. O menino maluquinho (1995): É um filme brasileiro super lindinho, baseado na história do Ziraldo. Lembro-me que quando eu assisiti esse filme (com 11 anos)  fiquei com vergonha de ter chorado! Assisitindo com meus filhos, eu chorei sem vergonha nenhuma e eles também!  Essa parte mais emotiva é apenas um pedaço da delicosa história sobre as invenções de um menino espertinho e maluquinho. Duração: 82 minutos. Livre.  (Clique na imagem para assisitir o filme)

30. Cinderela (1950): Conta a história de uma menina órfã, que sob os cuidados de uma madrasta torna-se a criada da casa, não recebendo o mesmo cuidado que as duas filhas da malvada. Mas um baile mudará a sua história e com ajuda de uma fada madrinha, os seus sonhos se transformarão em realidade. Duração: 74 minutos. Livre. (Clique aqui)

31. A guerra dos botões (2012): Um grupo de meninos liderado por Lebrac, participam de uma guerra contra as crianças da aldeia vizinha. É uma batalha tradicional, realizada há gerações pelos jovens das duas aldeias. Eles lutam pela honra e lealdade, mas utilizam-se dos meios necessários para vencer. Porém, os pais não podem ficar sabendo. Um filme lindinho sobre um tempo passado. Duração: 109 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

32. A bela adormecida (1959): Uma terrível maldição da rainha malvada faz com que a Aurora durma por 100 anos, após espetar o dedo em um roca. Mas as três fadas madrinhas (Flora, Fauna e Primavera) descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce e verdadeiro de amor. Será que a Aurora irá despertar deste sono? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique aqui)

33. Bernardo e Bianca (1990): Foi o primeiro filme que vi no cinema, tinha 6 anos! Conta a história de dois ratinhos que encontram uma garrafa com um pedido de socorro dentro. Vivem aventuras até conseguir encontrar a dona da cartinha e ajudá-la a se livrar das garras de uma madrasta má. Duração: 77 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

34. O pestinha (1990): Um casal vai até uma agência de adoção para realizarem o sonho de serem pais. Conhecem Junior, um meninho carismático, que acaba sendo adotado pelo casal. Mas em breve eles vão descobrir que esse anjinho é o menino mais bagunceiro do mundo. Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

35. Eduard, mãos de tesoura (1990): Eduard é um jovem esquisito e sozinho que vive em um castelo abandonado. Ao ser  encontrado por uma moradora do bairro, descobrem o valor de uma amizade. Mas não são todos que irão recebê-lo bem. Duração: 105 minutos. Livre. (Clique na imagem).

36. Nós somos os campeões (1992): Um advogado arrogante, terá que prestar serviço à comunidade como instrutor de hockey da pior equipe da cidade, por ter cometido muitas infrações no trânsito. O advogado muda o nome da equipe, e tenta mudar, também, a história deste time. É emocionante e as crianças vibraram muito! Duração: 100 minutos. Livre. (Clique aqui)

37. Branca de Neve (1937): Esse filme é lindinho e conhecido pelo mundo todo, já assiti várias vezes quando criança, depois com meus primos e agora, com meus filhos. Conta a história de uma menina que se esconde da madrasta na floresta e é acolhida por 7 anões. Mas a malvada consegue achá-la e prega-lhe uma peça, que pode custar a vida da linda Branca de Neve. Duração: 83 minutos. Livre. (Clique aqui)

38. Pinóquio (1940): É lindo e dá para ensinar muitas coisas às crianças através dele. Conta a história de um marceneiro que vivia sozinho, e sonhava em ter um filho. Uma fada torna o sonho em realidade ao dar vida à um boneco de madeira feito por Geppetto, que o educa com os melhores valores a serem ensinados: coragem, lealdade e honestidade. Como será que Pinóquio, o menininho de madeira, se comportou? Duração: 89 minutos. Livre. (Clique na imagem).

39. Minha mãe é uma sereia (1990): Essa é a história de uma mãe que age como adolescente, e de uma adolescente, sua filha, que age como mãe. Uma inversão de papéis que nos faz rir e chorar. Mesmo sendo livre, acho melhor cada mamãe assistir antes e ver o que acha. Ainda não mostrei aos meus filhos, mas adoro a história! Duração: 110 minutos. Livre. (Clique aqui).

40. Tartarugas ninjas (1990): Rafael, Michaelangelo, Leonardo e Donatelo sao tartarugas mutantes treinadas por um rato para combater gangues e crimes em Nova York. Dica: comprem uma pizza para assistirem durante o filme, porque eles adoram e dá uma vontade! Duração: 93 minutos. Livre. (Clique aqui).

41. Sonho de Verão (1990): Esse filme eu assisti muitas vezes com minhas primas! É brasileiro e tem muita música. Conta a história de um casal de ricões que buscam ajuda para a sua filha, que não fala mais depois da morte de sua irmã. Por isso, viajam aos EUA e deixam a casa, uma verdadeira mansão, aos cuidados da governanta. Mas uma turma de jovens a caminho de um colônia de férias, invade a casa e vivem momentos de alegria e diversão, pensando ser lá o verdadeiro hotel. Quem vai desfazer essa confusão? Duração: 75 minutos. Livre. (Clique na imagem para assisitir o filme).

42. Riquinho (1994): Conta a história do menino mais rico do mundo que gostaria de jogar baseboll com alguns meninos na rua. Durante a trama, seus pais desaparecem no triângulo das bermudas, e o menino suspeita ser uma fraude de alguém querendo assumir a milhonária empresa de sua família. Com a ajuda de seus amigos, consegue resgatar seus pais. Duração: 94 minutos. Livre. (Clique aqui)

43. Pocahontas (1995): “Se pensa que esta terra lhe pertence, você tem muito ainda o que aprendeeeerrr, pois cada planta, pedra ou criatura, está viva, e tem alma, é um ser. La la la la…” 🎶  Assisti tantas vezes que decorei todas as músicas!! E agora não consigo parar de cantar! … O filme 1 é lindo e conta a história de um amor entre duas pessoas de mundos diferentes. Agora, o filme Pocahontas 2, foi horrível! Ela vai até o mundo dele, viaja muito, e quando chega lé, advinhem só… ele sente vergonha dela. Frustrante, né? Então, minha dica é assisir só o filme 1, que é lindo demais! Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)

44. Karate Kid (1994): Acho legal assistir essa versão primeiro e depois a nova. Dá para conversaar com os filhotes sobre as mudanças que eles notaram, inclusive que na regravação, a luta nem é mais karate. Quem não se recorda do Daniel San e do golpe final? Gostou? Seus filhos gostarão também de mais este clássico do século passado! Duração: 126 minutos. Livre. (Clique aqui)

45. Quero ser grande (1988): Após ser barrado em uma montanha-russa durante um passeio, Josh resolve fazer um pedido à máquina dos desejos para ser grande. No dia seguinte o pedido foi realizado. Mas ele continua sendo uma criança, só que com a aparência de uma homem de 30 anos. Imaginem a confusão! Duração: 108 minutos. Livre.

46. O pequeno milagre (1998): Esse filme eu aluguei várias vezes, tanto que um dia a mulher da locadora de filme disse: “é a sexta vez que você vai levar esse, quer mesmo assim?”! Esse fato é engraçado, mas a história nem tanto. Porém, aprende-se muito com as aventuras e a amizade construída entre dois meninos especiais. Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)

47. 101 Dálmatas (1996): Os dálmatas Pongo e Prenda são pais de 15 cachorrinhos. Mas Cruella pretende lançar uma nova linha de roupa com peles de Dálmatas e manda raptar todos os dálmatas da cidade. Pongo e Prenda organizam uma das maiores aventuras da história canina para recuperar seus filhotes. Duração: 103 minutos. Livre. (Clique aqui)

48. Férias frustradas (1983): Os Griswolds planejaram suas férias de verão até o parque Walley World. Tudo certo em seus mínimos detalhes, até pegarem a estrada! É um filme engraçado e cheio de surpresas! Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui)

49. Milagre na rua 34 (1994): Em plena época do Natal, Suzan, uma garotinha muito inteligente e esperta, afirma que Papai Noel não existe. Porém, um senhor muito bondoso é contratado para trabalhar como Papai Noel na loja de brinquedos em que sua mãe trabalha. O que ninguém podia esperar é que o velhinho afirma ser o verdadeiro Papai Noel e que está ali justamente para provar para a garotinha e para muitas pessoas que ele é real. Duração: 114 minutos. Livre.

50. Um dia a casa cai (1986): Recém casados, ao comprarem uma mansão,  Walter e Anna descobrem aos poucos que nada funciona, e precisam urgente reformar a casa toda. Entretanto, eles gastaram tudo que tinham para adquirí-la e o orçamento para deixá-la habitável é extremamente caro. Sem dinheiro e sem poder vender a casa, eles arrumam divertidas confusões. Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)

Bom filme! Boa pipoca! Ótima diversão!

Beijinhos,

Super Mammy.

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Preparem a pipoca… 50 filmes da infância para assistir com a criançada! Parte 1

Olá Mamães!

Listei os 50 filmes mais marcantes de quando eu era criança e desde setembro passado estou assistindo juntinho aos meus filhotes! Está sendo uma experiência incrível, eles adoram! A cada filme, uma nova história para contar de quando eu era pequena. Eles prestam uma super atenção!! A curiosidade é enorme em saber como eu e o papai éramos na infância, o que fazíamos, do que e com quem brincávamos…

Um ponto negativo? São super difíceis de serem achados. Por isso, vou linkar as imagens ou títulos, assim vocês encontrarão os filmes mais rápido. Espero que gostem e que aproveitem esses momentos de diversão em família!

Farei em duas partes. Hoje 25 títulos e quarta feira, mais 25. Beijinhos!

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1. Esqueceram de mim (1990): Quem se lembra do grito da mãe desesperada: “Ke-viiinnn!” ? A ação começa quando o mala sem alça Kevin (Macaulay Culkin) é esquecido em seu sotão, depois de uma agitada noite em família. Quando amanhece, ele descobre que está sozinho em casa e a festa começa! Até ele ter que enfrentar uns ladrões atrapalhados que querem assaltar a sua casa. As armadilhas que Kevin prepara irão fazer com que ele defenda seu lar até seus pais voltarem das frustradas férias natalinas. Duração: 103 Minutos. Livre.

2. Esqueceram de mim 2 – Perdidos em Nova York (1992): Desta vez, Kevin (Macaulay Culkin) se perde no aeroporto após seguir um homem, confundindo-o com seu pai. Enquanto a família foi curtir as férias na Flórida, ele viajou para Nova York com o cartão de crédito do seu pai. E viveu divertidas aventuras até se encontrar novamente com a sua família. Duração: 120 Minutos. Livre. (Clique aqui)

3. E.T. (1982): Como não se apaixonar por aquele “etezinho” achado por um garoto no meio da floresta? No filme, este ser do outro planeta  econtra um grupo de crianças legais que o ajudarão a voltar para sua casa. É um clássico do cinema dirigido por Spielberg. Duração: 115 minutos. Livre.

4. Jamaica abaixo de zero (1993): Um filme de comédia e emoção que conta a história de um grupo de esportistas jamaicanos que se unem para disputar, acreditem se quiser, uma modaliadde dos Jogos Olímpicos de Inverno. Saindo do extremo calor, para o extremo frio, vivem uma história emocionante de superação e amizade. Duração: 97 minutos. Livre. (Clique aqui)

5. A Família Addams (1991): Essa família peculiar e de arrepiar está prestes a sofrer um golpe e perder seu tesouro. O plano bolado para roubar os Addams, elaborado pelo advogado picareta da família, não foi executado conforme o previsto. Revelando uma série de esquisitisses dessa adorável família! Duração: 99 minutos. 12 anos. (Clique aqui)

6. A convenção das bruxas (1990): Esse filme é muito bacana! Um novo plano é discutido entre as bruxas: transformar todas as crianças em ratos. Mas um menininho esperto, hospedado no mesmo hotel onde estava ocorrendo a tal convenção, descobre o plano. E tentará impedir, mesmo transformado-se em um rato… Uma aventura roedora de tirar o fôlego! Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)

7. A princesinha (1995): Sara é uma menininha linda, que vivia em um lugar mágico, na Índia, com seu amoroso pai. A história começa a mudar quando ele é chamado para a guerra e Sara levada para morar em uma escola de meninas. Quando chega, encontra um lugar triste, amedrontado pela autoritária diretora. Aos poucos, vai ensinando a todas as garotas que a alegria mora dentro de nós. Teve duas indicações ao Oscar em 1995. Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui) 

8. Querida encolhi as crianças (1989): Esse filme é uma aventura do início ao fim. As crianças aqui em casa amaram e já assistitram várias vezes. Dá para ter uma ideia de como é ser do tamanho de uma formiguinha, e viajar no mundo mínusculo imaginado pelo diretor Joe Johnston. Duração: 93 minutos. Livre.

9. Beethoven – o maguinífico (1992): Perdido pela cidade, o cachorro encontra uma família que logo se apaixona por ele, mas cujo pai não o quer por perto de jeito nenhum. Após algumas histórias e aventuras, a impressão inicial pode mudar, e quem sabe o pai aceita Beethoven na família! Duração: 87 minutos. Livre. (Clique aqui)

10. Free Willy (1993): A baleia perde sua família por causa dos pescadores, mas encontra em Jesse, um verdadeiro amigo. Juntos brincam e nos divertem em uma deliciosa histórinha. As crianças vão adorar!  Duração: 112 minutos. Livre. (Clique aqui)

11. Denis, o pimentinha (1993): Coitado do senhor Wilson, com um vizinho desses ninguém precisa de inimigo. Esse filminho é bom para mostrar às criancas tudo aquilo que NãO se faz!! Uma história de amizade e travessuras. O filme é legal, mas prefiro os desenhos que passavam de manhã no SBT. (Isso há duas décadas… só entre nós! rsrs). Duração: 95 minutos. Livre. (Clique aqui)
12. Uma babá quase perfeita (1993): O sofrimento de um pai, após a separação, por não ver mais os filhos diariamente, faz com que Daniel Hillard (Robbin Willians) se ofereça para ser babá de seus filhos. Detalhe: sem que ninguém saiba quem ele é de verdade. Uma linda história. Duração: 126 minutos. Livre. (Clique aqui)
13. Os batutinhas (1994): Os garotinhos do “Clube de meninos anti mulheres” se preparam para uma grande corrida. Mas um apaixonado surge no grupo, quase estragando a corrida e a união dessa turminha fofinha! Duração: 82 minutos. Livre. (Clique aqui)
14. Os Flintstones (1994): Esse filme é muito legal, assisiti no cinema! Conta a história de uma oferta de trabalho que quase colocou em risco a amizade e o amor da família e dos amigos. Duração: 82 minutos. Livre. (Clique aqui)
15. Gasparzinho, o fantasminha camarada (1995): Uma mansão mal assombrada, e uma dona aflita para vendê-la, deveria ter seus fantasmos explusos de lá. James, um terapeuta de fantasma, é contratado para dar fim a missão. Mas sua filha cria uma amizade com Gaspazinho e eles se metem na maior confusão. Duração: 100 minutos. Livre. (Clique aqui)

16. Baby, o porquinho atrapalhado (1995): Essa é a história de um porquinho que é pastor de ovelhas. Fofa e encantadora. Foram precisos 40 porquinhos atores para se revesarem nas cenas do filme. Duração: 91 minutos. Livre. (Clique aqui)
17. Space Jam, o jogo do século (1996): Com Michel Jordan no elenco, o filme mistura atores com os personagens da  “Looney Tunes”. Assista essa emocionante partida entre terrenos e alienígenas. Duração: 88 minutos. Livre. (Clique aqui)
18. Os goonies (1985): Uma turminha de amigos, os goonies, encontram uma mapa do tesouro e vivem inúmeras aventuras ao irem buscar o tão desejado prêmio. Só não esperavam esbarrar em tantos piratas pelo caminho!  Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)
19. Meu primeiro amor (1991): Esse filminho é lindo, mas ainda não assisti com as crianças. Acho que vou esperar mais, por causa do desfecho do filme. Uma história de amizade, amor,  desencontros e relação pai e filha. Duração: 102 minutos. Eu não consegui saber se é livre ou não!
20. Matilda (1996): Matilda é linda, extraordinária e muito inteligente. Infelizmente, seus pais (Danny Devito e Rhea Perlman) não percebem seu talento para não dizer outra coisa! Para piorar, estuda em um colégio com uma diretora que é uma megera malvada. Mas Matilda descobre que tem poderes sobrenaturais e começa assim uma revolução em sua vida. Duração: 98 minutos. Livre. (Clique aqui)
21. Operação cupido (1998): Conta a história de duas garotas gêmeas, que só se conhecem durante um acampamento de verão e descobrem que uma delas não conhece o pai e a outra não conhece a mãe. Então, elas trocam de lugar para poder conhecê-los e juntar os pais de novo. Será que deu certo? Duração: 128 minutos. Livre. (Clique aqui)
22. Olha quem está falando (1989): Conta a vida de uma mãe solteira e, ao mesmo tempo, como essa rotina é vista na visão de um bebê. Acho muito legal e as crianças amaram!!! Duração: 92 minutos. Livre. (Clique aqui)
23. Olha quem está falando também (1990): É a continuação do filme. Molly se casa com James para a alegria do bebê, que neste filme já está um mocinho. Em meio a uma crise conjugal, mole engravida e dá a luz a uma companheirinha para as aventuras do bebê falante! Uma delícia de história! Duração: 81 minutos. Livre. (Clique aqui)
24. Vida de Inseto (1998): Adoramos esse filme!! Criativo, divertido e fofinho. Uma aventura e tanto para os baixinhos assistirem! A risada é garantida. (Mesmo sendo livre, acho que possui uma ou outra cena “fortinha” para os pequenininhos. Então dá para assistir agarradinha com os pitucos! Duração: 96 minutos. Livre. (Clique aqui)
25. Corrina, Corrina (1994): Conta a história de um pai jovem e publicitário que se vê viúvo e precisa encontrar alguém para cuidar da sua filha, calada desde a morte da mãe. Eis que surge Corrina para dar uma “revira volta” na história! Duração: 114 minutos. Livre. (Clique aqui)
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10 formas de ajudar seu filho a ser mais solidário no futuro.

Que mãe não gostaria de ver seu filho vivendo em uma sociedade mais justa e equilibrada?

Como em muitos lugares isso ainda não é possível, penso que devemos levantar as mangas e despertar dentro de nossos filhos esse desejo de “um mundo melhor” .

Utopia? Por que não? A utopia pode NãO nos levar à “paz mundial” (dando uma de Miss Mundo agora! rs), mas ela nos faz caminhar em direção a ela. E quando caminhamos, nos movimentamos. E mesmo que pouquinho, esse movimento contribui para uma transformação.

E toda transformação social, acredito eu, vem de um desejo pessoal, incentivado pela família, pela escola ou por um movimento. Acredito no poder das mães. E dos pais também, claro. Somos sim grandes agentes transformadores. Se todas as mães e pais educassem suas crianças no mais amplo sentido possível, talvez a nossa sociedade estivesse melhor.

Sempre digo aos meus filhos que o mais importante é ter um bom coração. E toda situação de conflito que acontece aqui em casa, na escola ou onde quer que estejam, analisamos juntos a apartir desse olhar. Acredito que a solidariedade traz benefícios para o mundo, mas acima de tudo faz um bem “danado” para nós. Vamos plantar hoje essa semente!?

10 formas de ajudarmos nossas crianças a serem mais SOLIDÁRIAS:

1. Nada ensina mais que o exemplo, portanto sejamos aquilo tudo que desejamos aos nossos filhos: que eles sejam respeitados, então devemos respeitar hoje as pessoas. Que eles estejam seguros no trânsito, então que não passemos no sinal vermelho de dia ou de noite. Que eles tenham saúde, então vamos nos alimentar com qualidade nas próximas refeições.

2. Solidariedade horizontal. Todo ano as crianças separam uma sacola de brinquedos para doar. E doamos. Portando, uma ação é feita. Mas de que forma isso aconteceu? Que sentimentos e que valores guardaram as crianças nessa ação? A solidariedade vertical é aquela em que doamos algo que não precisamos, para alguém que precisa. É uma relação de cima para baixo. Do “grande” para o “pequeno”. Por isso, chamada vertical. Devemos tomar cuidado com ela para não despertarmos um sentimento de superioridade nas crianças. Esta solidariedade vertical é aquela que deve ser praticada pelo Estado, é dever dele garantir o direito que todas as crianças possuem de brincar, como no exemplo acima. Já a solidariedade horizontal, esta sim é positiva para a educação dos nossos filhos. Porque é por meio dela que mostramos às nossas crianças que todos nós fazemos parte de uma sociedade, e que se todas as crianças estivessem na mesma linha, com seus direitos garantidos, hoje moraríamos em um lugar justo e tranquilo. Portanto, ajudar dessa forma (solidariedade horizontal) não é apenas dar aquilo que não nos serve, é fazer cumprir os direitos que TODOS nós possuímos, porque não somos nem maiores e nem menores que ninguém.

3. Cuidado com o que for doar: Não se pode misturar a ação de “doar” com o pensamento “jeito de se livrar de coisas quebradas e inúteis”. Isso não combina. A gente doa a roupa que não serve mais porque está pequena, por exemplo, e não porque está furada. A gente doa a televisão antiga porque compramos uma nova, e não porque ela se quebrou. Quem tem coragem de doar uma boneca ou um carrinho quebrado para uma criança que pouco possui? Pois eu já vi muito isso! Quando participava da coleta de brinquedos para doar à crianças carentes em um centro social, muitos brinquedos recebidos para doação vinham completamente sem chance de ser usado. Então, enquanto ajudo as crianças a separarem os brinquedos vou refletindo com eles: “vocês gostariam de ganhar isso?”.

4. Aprender com o outro. Somos solidários, por exemplo, ao ouvirmos uma pessoa mais velha contar suas histórias. Doamos nosso tempo, e a pessoa revive momentos, às vezes especiais, guardados na memória. E isso faz bem para ambos. Estimular a criança a conversar com os mais velhos (avós, bisavós, por exemplo) faz bem, porque ela aprende a escutar, a ser amigável, solidária e acima de tudo, aprende que toda pessoa tem algo a nos ensinar.

5. Cofrinho para o natal: é uma ideia concreta que incentiva o sentimento de solidariedade nas crianças. Durante o ano, podemos fazer um cofrinho para que todas as pessoas da casa ( e por que não as visitas que se sentirem motivadas) possam dar as suas contribuições. O objetivo é muito pessoal, vem de cada família. Talvez comprar uma roupa bem bonita para uma criança de um orfanato, ou participar do “Natal solidário dos Correios”, cujo objetivo é dar uma resposta às cartas das crianças (muitas em situação de vulnerabilidade social) que escrevem ao Papai Noel e, se possível, atender aos pedidos de presentes feitos por elas.

6.Participar de uma ONG: outra ideia concreta! Levar as crianças a participarem de qualquer ação coletiva e solidária! Seja no clube, na escola, na igreja, em uma ONG ou centro social. Agir e ver outras pessoas agindo, trabalhando juntas por outras pessoas, é uma lição de vida e um exemplo nobre, que deveria ser vivido com frequência.

7. Oferecer ajuda: Lembram do primeiro tópico, “nada ensina mais que o exemplo”? Pois bem, ajudar as pessoas no dia a dia é um exercício de cidadania. Abrir a porta do carro para alguém entrar, ajudar uma pessoa a pegar algo que deixou cair no chão, “segurar” a porta do shopping ou do elevador para facilitar a entrada de outras pessoas, ajudar a “tirar” a mesa após o almoço e jantar, levar seu lixo até o lixo e não deixar em lugares públicos…. Todas estas e outras ações diárias são notadas pelos nossos filhos que passam a seguir os nossos exemplos. Vamos, então, fazer coisas boas. Quantas oportunidades temos todos os dias de ajudar alguém?

8. Ser solidário com um amigo na escola: Incentive seu filho a ajudar algum colega na escola. Isso é um ótimo exercício de solidariedade, afinal eles terão a oportunidade de mudar uma situação desagradável real e se sentirão orgulhosos. Como? Converse com ele sobre bullying, e o encoraje a ser solidário com um alvo (informações no blog: Bully NO Bullying). Ou ainda, diga que uma ideia legal é ajudar um colega novo na escola a conhecer e interagir com os grupos já existentes. Ou, quem sabe, até incentivá-los a fazerem uma campanha beneficente (recolher agasalhos no frio para doar, ou uma campanha para trocar livros entre os alunos), ideias não faltam!

9. Sempre se colocar no lugar do outro: esse é um exercício que faço a todo momento com as crianças e comigo mesma. Afinal, a gente erra e muito. Pior do que errar, é não ver que errou, então vamos refletir?! Adoro quando acontece uma briguinha com as crianças aqui em casa! Seria loucura? Não, eu explico. Dá para pegar a criança, botar ela no sofá e falar: Hoje vamos conversar sobre mordidas? Até dá, afinal nada é impossível! Porém, não existe hora mais oportuna e eficiente para EDUCAR do que após um conflito! Os conflitos são canais, pontes para o aprendizado de muitos valores, portanto devemos aproveitar. “Filha, você acabou de morder seu irmão, e eles está bravo: você gostaria que ele fizesse isso com você? Dói e isso não se faz”. Ajudar a criança a refletir sobre sua ação é importante desde pequenos, mesmo que no comecinho da infância eles estejam preocupados demais consigo próprio. Vale a pena essa prática!

10. Há perigo em ser solidário? Esse dilema é grande em mim, e gostaria da opinião de vocês, mamães! Como esse assunto de solidariedade e ajudar o próximo é muito vivo nos meus filhos, às vezes meu marido e eu passamos por “apuros”. O último exemplo foi no final do ano. Estávamos de férias em Campinas, quando a noite, um moço nos abordou no carro para pedir dinheiro. (Antes de continuar, tenho uma confissão! Eu dou dinheiro no semáforo! Sei que tem os seus milhares de pontos negativos, que é ruim para eles, mas meu coração aperta e por um segundo eu penso “em não vou dar” e quando vejo, o troquinho já está dado e eles já estão fazendo joia para as crianças no carro). Voltando ao exemplo, nesse noite, quando vi o moço se aproximando tive um mau pressentimento e disse ao meu marido: “Não abra a janela!”, com um sinal e um sorriso disse ao moço que não tinha dinheiro. Por sorte o sinal abriu e seguimos. Eis que meu filho indaga: por que não ajudamos aquele homem? Eu disse que não tinha nenhuma moedinha e disfarcei. Agora eu pergunto mamães, como ensinar as crianças a noção do perigo, da violência que é real, sem deixar de lado a grandeza do doar, de ser solidário? Qual é a medida certa? Como queremos que eles se relacionem, quando aquele conselho “não converse com estranhos” é dado? Dilema grande, afinal eles são pequenos ainda para eu contar coisas reais que acontecem. Explico que o mundo está cheio de perigos, que algumas pessoas podem fazer mal a outras e que tem até gente grande que pega crianças. Mas não vou além. Acho cedo ainda mostrar o lado cruel do mundo.

Afinal, o mundo tem mais gente boa do que má, e crescer com essa certeza deixa a criança mais positiva no futuro (volto nesse assunto em outro post, prometo!!).

Beijos, Super Mammy.

Fotor0129113544

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Crianças bilíngues. A experiência de dois brasileirinhos na Alemanha.

Olá Mamães, Fotor0127100242

Quando nos mudamos para a Alemanha, a nossa maior preocupação era com relação ao aprendizado do segundo idioma pelas crianças. Afinal, eles eram tão pequenininhos e eu ficava imaginando como seriam os primeiros dias na escolinha.

Quantas e quantas vezes eu me perguntei: Como é que eles vão aprender alemão? Como vão se comunicar na escolinha? E para ir ao banheiro, ou comer, meus Deus, como farão?

Essas angústias foram dando lugar a vivência e muita leitura sobre a educação bilíngue, que nunca me deixou dúvidas quanto aos seus benefícios, mas sim, em qual momento começar?

Meus filhos foram acolhidos por professoras maravilhosas e isso facilitou muito o processo de adaptação. Em duas semanas as crianças já sentiam prazer em ir à escola. Em dois meses, podiam comunicar-se eficientemente com o vocabulário até então aprendido e hoje, dois anos e meio depois, vivem uma rotina escolar e social parecida a de uma criança alemã, com as facilidades e dificuldades de cada fase e etapa da vida.

Eu fiquei realmente admirada com a capacidade que as crianças possuem de adaptar-se a uma nova língua e cultura. Mesmo assim, a todo momento eu me perguntava o que é que as crianças precisavam para que tivessem um bom desenvolvimento linguístico?

E hoje escrevo aqui para vocês, mamães, alguns aspectos que aprendi e vivi ao longo desses dois anos e meio como mãe de crianças em processo de aprendizagem bilíngue.

As crianças podem aprender bem diversas línguas

As crianças pequenas podem aprender duas ou três línguas desde que sejam bem apoiadas. Desde que faça sentido a utilização da segunda língua na sua vida, não somente na escola. Quando crescem nesse ambiente, conseguem desde cedo estimular as sinapses cerebrais. Segundo Flory, “O bilinguismo não aumenta a inteligência, mas exerce uma influência sobre a habilidade cognitiva”.

Que língua falar com seus filhos?

Fui muitas vezes aconselhada a falar alemão com meus filhos: “fale alemão com seus filhos porque assim será mais fácil para eles na escola”. Esse conselho é errado. O que aprendi na pedagogia alemã é que devemos falar com nossos filhos na língua em que falamos mais espontaneamente e melhor, sendo esta, na maior parte das vezes, a língua materna. Dessa forma, uma rica base linguística será formada dando a base para o aprendizado de outras línguas.

O cotidiano da família é importante para o desenvolvimento da língua. É na FAMÍLIA que as crianças APRENDEM a sua primeira LÍNGUA.

Mas o que de concreto a família pode fazer para ajudar o desenvolvimento linguístico de seus filhos? Separei algumas dicas que valem para o aprendizado da língua materna e, também, para uma segunda língua.

1. Sentir prazer em falar.

Com crianças pequenas não podemos ensinar a gramática e ortografia. Elas aprendem ouvindo e falando. As conversas diárias são muito importantes para elas, que aprendem melhor quando se sentem bem e sem medo de fazer erros. Algumas vezes elas fantasiam palavras, brincam com a língua, o que é bom para o desenvolvimento da linguagem. Não é favorável ao desenvolvimento da língua que se faça muitas correções quando a criança comete erros. As crianças que são muitas vezes corrigidas, perdem o prazer de falar e contar coisas.

2. Verem livros em conjunto.

Quando os pais leem junto com seus filhos – de preferência todos os dias – o vocabulário é enriquecido, contribuindo para a sua escolarização e socialização. Mas é importante que se tenha prazer em ler e ouvir a história. E quando os adultos interrompem a história para fazer inúmeras perguntas, as crianças podem perder o interesse. É interessante lerem livros em outras línguas, e depois conversarem sobre ele na língua materna. Dessa forma, as crianças podem “sentir” a língua.

3. A televisão não é suficiente.

Quando veem televisão, as crianças pequenas concentram-se mais nas imagens do que na fala. Elas aprendem melhor quando escutam uma historinha, seja por meio de um CD ou contadas pelos pais.

4. Viver com dois idiomas – as crianças precisam de um “modelo”.

Os pais são um modelo importante, e quando estão aprendendo também um novo idioma – como no meu caso em que tive que aprender o alemão – as crianças notam o esforço de seus pais no aprendizado de outra língua. Também, notam a nossa forma de falar a língua materna, o que contribui na importância de se aprender as duas, e não substituir uma por outra.

5.Músicas.

Mesmo sem entender as letras das músicas e o significado das palavras, a mera audição desenvolverá nas diversas regiões cerebrais das crianças pequenas, os canais neurais apropriados à aquisição posterior da língua. As crianças que tenham se familiarizado com os sons de duas línguas, será capaz de fixar o segundo idioma em redes neurais tão estáveis, que continuará dominando-a ainda que tenha deixado de utilizá-la por anos.

6. A língua é um tesouro.

Falar duas línguas e mais tarde poder dominá-las bem é um tesouro que seu filho possui, no sentido que isso pode ajudar-lhe na sua vida e na sua profissão.

E esse tesouro ninguém pode lhe tirar!

Mamães, que delícia é ver o desenvolvimento de nossos filhos, não é?

Beijinhos e até quarta!

(trecho da nossa primeira festinha no kindergarden das crianças, com apenas 2 meses de interação escolar)

Fontes:

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Quarto junto ou separado?

Quarto junto ou separado?

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Ver o resultado dar positivo pela segunda vez ou terceira, como no meu caso, é uma delícia! Ao descobrir que estava grávida novamente, quase morri de tanto rir. Uma reação meio esquisita, eu sei. Ri até doer a barriga. Na terceira vez, então, nem deu para fazer surpresa ao marido. Ao me ver sair gargalhando do banheiro, ele não teve dúvida, a cegonha estava a caminho mais uma vez. É muita emoção!

Essa euforia inicial vai dando lugar a razão, e os primeiros detalhes começam a ser pensados por nós, mamães. Enquanto os papais pegam a calculadora, as mamães começam a imaginar o nome, se vai ser menino ou menina, a decoração do quartinho, qual carrinho comprar, o que vai ser quando crescer, quando ele vai se aposentar, enfim, o pensamento vai longe longe!

No caso das mamães de segunda viagem, além de todas as normais dúvidas, uma outra questão logo lhe vem a cabeça para tirar-lhe o sono de muitas noites: onde colocar o bebê para dormir?

Na minha segunda gestação, eu não tinha escolha. Ou melhor, não tinha quarto. Então, juro que não perdi muito tempo com grandes questionamentos. Afinal, a minha única opção era colocá-la no mesmo quarto que o Gi já ocupava. Naquele momento, eu possuía dois medos, duas preocupações:

  • O choro do novo bebê atrapalharia a rotina de sono do meu filho mais velho?
  • E, se meu filho mais velho quisesse brincar em seu quartinho, como seria se o bebê estivesse dormindo lá?

Para resolver essas duas questões, meu marido e eu, por diversas vezes, conversamos com o Gi sobre o chorinho dos bebês. Mesmo ele sendo pequeninho, explicamos que chorar é Suuuuper normal e que os bebezinhos choram porque sentem fome, frio, dorzinha de barriga ou porque querem uma fralda limpinha. Nem tocamos no assunto que bebês também amam um colinho e choram MUITO para tê-lo! Explicamos isso a ele, não no intuito de fazê-lo suportar o choro, mas sim, para ele não ter medo, não pensar que tem algo grave com o bebê, apenas para encarar o choro com mais naturalidade.

Logo que a Me nasceu, colocamos o carrinho no quarto de casal e ela dormia lá com a gente. Foi ótimo, até porque a minha neura de acordar cem mil vezes durante a noite para ver se o bebê estava respirando, não exigiu caminhadas noturnas até o outro quarto. Era só abrir o olho, conferir a respiração e dormir mais cinco minutos até a próxima olhadinha! Foi assim até quase 3 meses, período em que ela já dormia de 5 a 6 horas durante a noite e só acordava uma vez para mamar e trocar a fraldinha. Então, ela foi para o quarto das crianças. O Gi, meu filho mais velho, nunca reclamou do chorinho, nem se quer acordava. Uma belezinha.

Quanto a questão da brincadeira, fizemos assim. Durante a manhã a Me dormia no carrinho de bebê no quarto de casal e o quartinho deles ficava livre para as brincadeiras. Depois do almoço, eu fazia as crianças dormirem um pouco. A sonequinha era boa e durava umas 2 ou 3 horas durante a tarde! Tao tranquilo, uma paz. Ai que saudade! Quando acordavam, já era a hora do café da tarde, o Gi se distraía comigo na cozinha, e depois ia brincar novamente.

Já na minha terceira gravidez, fomos para uma casa nova. Pois é! Fizemos uma mudança em pleno 7º mês de gestação. Não apenas mudamos de casa, como de cidade também. Sem contar que moramos sozinhos na Alemanha e não conhecíamos ninguém na nova cidade. Imaginem a loucura… barrigão, caixas, crianças. Parece piada, mas quando nos mudamos não tínhamos nem móveis! É melhor deixar essa história para um outro dia! Enfim, na nova casa teríamos 2 quartos livres para 3 crianças. Foi então que a grande dúvida surgiu: QUARTO JUNTO OU SEPARADO?

Nossa primeira ideia foi perguntar às crianças, já com 7 e 5 anos de idade, o que é que elas sugeriam, levando em consideração que após o nascimento do bebê, ao menos   dois deles teriam que dormir juntos. O Gi, optou em ter um quarto só para ele. A Me, também, desde que a noite pudesse dormir no mesmo quarto que o irmão mais velho. Mas e o bebê?  Ninguém o queria no quarto, tadinho! O Gi até torcia para o bebê ser uma menina, afinal, na cabeça dele, meninas dormiriam juntas no mesmo quarto.

O segundo passo foi pensar nas seguintes opções:

  • Os mais velhos dividiriam o mesmo quarto, afinal a idade entre eles é bem próxima. E o bebê ficaria no quarto menor, porém sozinho.
  • Ou, aceitar a ideia de fazer um quarto de meninos e outro de menina.

Como sou um ser notívago, ocupei muitas noites pensando, ilustrando, planejando tudo isso. Não estava totalmente contente com as ideias acima. Eis, então, que surge uma luz no fim do túnel, e a ideia de colocar todo mundo junto no mesmo quarto, e fazer do outro quarto, um local para brincar, apareceu! A ideia apareceu, amadureceu, ganhou raízes e hoje estamos felizes colhendo os frutos (e as encrencas) dessa nossa particular escolha!

Ter um quarto separado do irmão, pode trazer paz a criança, que é livre para organizar suas coisas, escolher a pintura, enfim, ter um cantinho com a sua cara. Na adolescência os meus filhotes dormirão em quartos separados. Talvez por serem menino e menina, esse desejo vem deles, e concordo. Eles terão interesses diferentes e precisarão de privacidade ao trocarem a roupa, ao receberem um coleguinha para dormir em casa, e por aí vai.

Porém, acreditamos na ideia de que o „quarto junto“ tem muito a acrescentar na vida dos pequenos. Os motivos, digo-lhes um monte:

  • Fortalecer os laços e a união entre os irmãos,
  • Estimular a conversa e cumplicidade,
  • Praticar a ideia de dividir os espaços e resolver problemas
  • Exercer o hábito de ceder,
  • Criar um ambiente tranquilo para o descanso e hora de dormir,
  • Deixar os brinquedos, grandes estímulos, informações e cores fortes, resumindo, deixar toda a bagunça centralizada no quarto de brincar!

Sei que podemos conseguir tais triunfos colocando-os em quartos diferentes, essa é uma questão pessoal. Cada família possui seu ritmo, sua dinâmica, e sabe o que é melhor para si. Com amor e educação baseada em fortes valores, damos um jeitinho para todos os problemas. Porém, de um coisa estou certa, mesmo se morássemos em uma casa com muitos quartos, esta ideia de colocá-los juntos para descansar e juntos, em outro quarto, para brincar, ainda sim seria nossa opção. Principalmente por causa da bagunça, desta maneira os brinquedos ficam todos em um quarto só.

Então, a minha resposta é: quarto junto! Ao menos até chegaram a adolescência. Mas essa é uma outra história!

A Super Mammy.

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Para ajudar as mamães a decidirem pelo “quarto junto ou separado?”, Recolhi depoimentos de amigas queridas sobre suas experiências na hora de arrumar o quartinho. Espero que gostem, porque eu… amei!

“Eles dormem juntos. E, mesmo se tivessem espaço para dormir separados, dormiriam juntos da mesma maneira. Acho importante este contato, ainda mais quando pequenos, que estão com a personalidade em formação. A desvantagem talvez seja este mesmo vínculo se tornar uma dependência e, criar-se aquele temido “medo de dormir” sozinho… mas, é uma desvantagem pequena se comparada ao companheirismo entre irmãos. Essa é uma questão delicada… A Lorena irá para um quarto separado… pois, (aí vem um certo machismo inverso…) ela precisa da individualidade feminina…Aline Cenci é Super Mammy do lindos Vitor Cenci, 6 anos, Nicolas Cenci, 3 anos e Lorena, 7 meses.

“Tenho duas filhas … Uma de doze anos e uma de seis .Hà 4 anos atrás elas dormiam em quartos separados, mas depois de uma viagem em que elas dormiram juntas no mesmo quarto, deixaram de dormir separadas para dormir juntas, devido ao fato da menor ficar com medo de dormir sozinha. Desde então, nunca mais dormiram separadas. Eu gostei , pois acho tão bonito a união de duas irmãs, que, apesar das briguinhas se amam muito…. E acho que o fato delas dormirem juntas cria um laço ainda maior entre elas.“
Lidiani Romano é Super Mammy das princesas, Náthalie, 12 e Giulliane, 6.

“Os quartos das meninas são separados. Eu e o meu marido, quando a casa foi projetada, decidimos assim, pois queríamos que nossas filhas tivessem o seu próprio espaço. E vemos hoje que isso é muito bom e importante, pois a Isabella está com 11 anos e gosta de ler, pintar, escrever, enquanto a Leticia de 9 anos brinca com suas bonecas, canta, dança e então cada uma tem o seu lugarzinho para realizar suas próprias atividades. Pode-se pensar que dessa forma está sendo estimulado o individualismo, mas não é isso que acontece. Elas são muito amigas, brincam juntas, conversam bastante e às vezes uma dorme no quarto da outra para conversarem até o sono aparecer. A criança ao longo do dia precisa ter o seu tempo, ficar sozinha para realizar o que deseja ou simplesmente pensar, estudar e até mesmo dormir um pouquinho depois do almoço, e ter um quarto só para ela ajuda nisso. Até o momento não vimos desvantagens e acreditamos que no futuro continuará sendo bom, pois terão horários diferentes para dormir e poderão acender a luz quando desejarem, pois não incomodará a outra.“
Adriana Cominato é Super Mammy dos fofos Isabella, 11, Leticia, 9, Pedro Miguel, 3 e Samuel José, 3 meses.