3

O BULLYING na Educação Infantil. Como mãe, preciso me preocupar desde cedo com isso? A resposta é Sim!

Olá mamães, o assunto de hoje é bem sério e é um dos meus temas prediletos de pesquisa: o BULLYING. Para começar gostaria de dizer que este texto está modificado, porém foi retirado da segunda edição do meu livro “Brincadeiras que fazem chorar – introdução ao fenômeno bullying”.

Quem nunca ouviu falar sobre bullying? Nos dias de hoje, muita coisa se fala sobre este fenônemo, porém há anos atrás ele ainda era considerado um mito para muitas pessoas. Sabemos que ele está presente em muitos lugares e atinge milhares de pessoas, infelizmente. Mas como saber se uma briga pode ser considerada bullying ou não? Como prevenir que meu filho se envolva com este fenômeno no futuro?

Observamos a agressividade na educação infantil a partir de inúmeros episódios que encontramos no cotidiano escolar e em casa.  A agressão – quase sempre desencadeada por alguma frustração – é um comportamento que possui a intenção aparente de machucar outra pessoa, sendo às vezes motivado pela disputa de algum objeto.

A agressividade nesta fase tende a sofrer mudanças em sua forma, freqüência e na motivação para esta ação. Ao longo dos anos a agressividade tende a diminuir ou modificar-se conforme a criança passa pelas etapas do seu desenvolvimento cognitivo; vivencia experiências construtivas; socializa-se e encontra nos pais ou professores um mediador para as suas ações.

Para agirmos de forma assertiva nos momentos de conflitos precisamos conhecer as etapas no qual as crianças se encontram e, para isso, tomo como ponto de partida as idéias de Jean Piaget. Para Piaget o desenvolvimento cognitivo é um processo contínuo no qual o indivíduo constrói e reconstrói estruturas em busca de um equilíbrio. Dessa forma o indivíduo passa por várias fases de desenvolvimento denominadas por Piaget como “Estágios”, e os classifica em quatro etapas, sendo as duas primeiras as mais importantes para nós neste momento, porque são elas que aparecem durante o tempo em que a criança se encontra nos seus primeiros anos de vida.

A primeira etapa é a Sensório-Motora, e se estende do nascimento até os dois anos de idade. A segunda etapa é a Pré-Operatória, abrangendo as crianças de dois a sete anos de idade. Observamos acima que há um indicativo de idade para cada estágio. É importante lembrar que essas faixas etárias são variáveis. Isso porque cada ser humano é singular, possuindo características biológicas próprias e estímulos externos diferentes que formam as variantes destes indicativos. O mais importante é lembrar que a ordem dos estágios é sempre respeitada indiferente do início e término de cada uma delas.

No primeiro estágio, o Sensório-Motor, as crianças:

  • Agem por meio dos reflexos neurológicos.
  • Participam do mundo de forma direta, objetiva sem formular reflexões e pensamentos.
  • Conhecem o mundo pelos sentidos, levando os objetos até a boca e prestam atenção em cada ruído ocorrido a sua volta.
  • Desenvolvem-se emocionalmente.
  • Criam a noção do tempo, espaço e objeto por meio da ação.

Através da construção destes esquemas as crianças assimilam o mundo a sua volta. E, ao término deste estágio, pode perceber-se parte de um conjunto, no qual ações e interações acontecem. A FALA é construída neste estágio e justamente por não dominá-la a criança opta por comunicar-se principalmente pela linguagem corporal, utilizando o choro, a mordida, a birra, a manha, as expressões faciais e os gestos para interagir com o meio.

Neste estágio de desenvolvimento cognitivo, os conflitos que ocorrem entre as crianças são iniciados, geralmente, pela disputa de um brinquedo, de um livro, pela posição ao sentar-se na roda (na escola) ou mesmo pela atenção do professor, avôs, pais. A criança NãO morde o colega da turma, por exemplo, porque tem a intenção de machucá-lo, de feri-lo gratuitamente como ocorre no bullying. Essas agressões ocorrem por ser o caminho mais curto para alcançar o seu objetivo.

No segundo estágio, denominado por Piaget como Pré-Operatório:

  • Ocorre o despertar da comunicação, a criança ganha ano a ano um vocabulário cada vez mais extenso, facilitando a socialização.
  • Conhece e gosta de brincar com o outro, interagir e se comunicar.
  • Há um avanço no desenvolvimento cognitivo, social e afetivo em decorrência da aquisição da linguagem.

Este é o estágio no qual a famosa frase “mas por quê?” aparece. Para a criança tudo tem que ter uma explicação. Nesta etapa ela tende a não relacionar fatos e, embora haja um avanço no desenvolvimento social da criança, o egocentrismo ainda assim é marca registrada desta etapa, uma vez que a criança não concebe a existência de outras realidades na qual ela não faça parte.

Os conflitos entre os colegas da classe continuam a existir, seja pela disputa por algum objeto ou pela atenção de uma pessoa querida. Como antes, a criança ainda pode resolvê-los de forma a utilizar a linguagem corporal (birra, mordida, choro) como tentativa de resolução do conflito, mas esta escolha tende a diminuir. Como adquiriu um vocabulário mais extenso neste estágio, a criança pode recorrer ao professor e contar o que houve.

Pesqusias indicam que por volta dos cinco e seis anos de idade, a criança é capaz de inventar apelidos pejorativos para seus colegas de turma, criar panelinhas, excluir, provocar e até humilhá-los. Desta forma, ao conhecermos estes dois estágios podemos entender que uma mordida ocorrida durante um conflito entre crianças de dois anos deve ser interpretada e mediada de forma diferente se ocorrida entre crianças de seis ou 7 anos de idade.

É importante pensarmos que todo conflito deve ser uma ponte que leva a um caminho de autoconfiança e construção. Por isso, o papel dos pais e dos professores em mediar essas situações agressivas nas crianças pequenas é tão importante quanto conhecer o estágio de desenvolvimento que a criança se encontra.

Ao pensarmos em uma situação no qual, como conseqüência de um atrito, uma criança de dois anos bate ou morde um colega da sua turma, não podemos dizer que esta é uma criança agressiva e que possui um transtorno de conduta. Com esta idade o seu melhor e mais rápido mecanismo para alcançar o seu objetivo é por meio da linguagem corporal e pode utilizar-se da mordida com essa finalidade. A criança não entende que está machucando, pois o seu estágio atual do desenvolvimento cognitivo não permite que esta se coloque no lugar do outro.

Já nesta idade é preciso estabelecer limites, os pais e os professores devem deixar claro e sempre lembrá-los do que é permitido e o que não é. Birra, mordida, chute não é um comportamento adequado porque fere o outro e, por isso, não deve ser permitido. Como?

  • Mediar e conversar com tranqüilidade e naturalmente.
  • Mostrar que a atitude não foi correta ao morder ou bater.
  • Não super valorizar a agressão.
  • Estipular limites.
  • Sempre evitar que se machuquem e machuquem o outro.

No intuito de prevenir que os nossos filhos se envolvam com o fenômeno bullying no futuro, os sentimentos de amizade, respeito, carinho, união, alegria e tristeza devem fazer parte das atividades e do cotidiano da casa. No segundo estágio de desenvolvimento, o Pré-Operatório, sabemos que a criança já é capaz de agredir intencionalmente e, por volta dos cinco anos de idade, é capaz de inventar apelidos, formar panelinhas e até mesmo fazer “brincadeiras” de mau gosto.

Podemos notar que os conflitos existentes nesta etapa da educação infantil tornam-se diferentes; se antes a agressão acontecia pela disputa de um objeto, agora ela pode ser verbal e intencional.

É neste momento que o papel dos pais no combate e prevenção ao bullying é extremamente importante. É preciso trabalhar tanto com a criança que inventa apelido e faz gozações, quanto com aquela que recebe estas ações e não sabe como sair destas situações constrangedoras. E nós, mães, podemos ajudar contando aos professores como a criança é em casa e ouvindo como a criança é na escola.

É nesta fase que os comportamentos de agressões físicas e morais e a baixa auto estima devem ser trabalhados evitando que tais características se acentuem. A personalidade da criança é construída nos primeiros anos de vida e coincide com sua passagem pela educação infantil.

Por isso, o papel e o exemplo dos pais e dos professores e, também, a forma com que eles resolvem os conflitos do dia a dia, ajudam a formar a base da educação da criança, evitando até mesmo que se envolvam com o fenômeno no futuro, seja como alvo ou autores de bullying.

Quer saber mais? (Você pode continuar lendo mais sobre isso em: www.bullynobullying.blogspot.com)

1

O que não pode faltar na bolsa da Mãe!

Os meus filhos possuem muita coisa em comum, mas a rotina diária deles é bem diferente! Cada um tem uma escola, horários que não batem, amigos diferentes … e por aí vai! Resultado? Eu (mais #bebêvaijunto) fico andando para lá e para cá o dia inteiro para conseguir fazer acontecer a agenda semanal dos meus filhos.

Há 2 meses notei uma dor em todo o meu braço esquerdo. Fiquei preocupada mas logo descobri que era uma dor muscular causada pelas tralhas que carregava sem pensar. Mochilas, garrafinhas de água, moletons, casacão, minha bolsa, bolsa do neném, bebê conforto, chave de casa, do carro, potinho com comida, brinquedos, compras do mercado … e mais o meu bebê, que não é uma tralhinha, mas pesa bastante!

Subindo e descendo as escadas do meu prédio – que não possui elevador – com tudo isso, não poderia esperar outra coisa a não ser essa dorzinha incomoda. Então, resolvi dar um jeitinho nisso! Mudei alguns hábitos, compactei algumas coisas e coloquei as crianças para ajudar.

Mochilas, casacos e brinquedos.

As crianças ora subiam com suas mochilas, ora eu é quem levava lá para cima. Então, essa foi uma das primeiras mudanças a fazer. Quando estaciono o carro na garagem, a primeira coisa que falo é: “peguem suas mochilas, casacos e brinquedos”. Abro a porta do carro e confiro se está tudo com eles, são 5 segundos que me livram de subir com os objetos esquecidos pelas crianças. No final das contas eles colocam o casaco, sobem com as mochilas nas costas e um brinquedo ou bola nas mãos. Fácil para eles, menos peso para meu braço!

Compras do mercado.

Coloco as comprinhas do dia a dia em uma sacola de pano e carrego no ombro. Agora minhas mãos ficam livres e não preciso mais usar a boca para levar a chave de casa:) Eca!

Minha bolsa.

A minha principal mudança foi com relação a bolsa. Continuo levando para cima e para baixo todas as coisas, só que agora compactei tudo e uso apenas a minha bolsa – deixei de lado a mala do bebê no dia a dia. Ainda, adotei o uso de mochila, pois coloco no ombro e deixo as mãos livres para carregar o bebê conforto,  empurrar o carrinho, etc…  Agora, com as mãos livres posso até me dar o luxo de passar as mãos no cabelo ou dar uma coçadinha na ponta do nariz enquanto caminho rsrsrs.

Como?

A primeira coisa que fiz foi pensar no que é necessário levar para uma saída de no máximo 4 horas, levando em consideração a idade e as necessidades de cada um dos meus filhos que possuem 7 anos, 5 anos e 7 meses.  Depois do necessário, pensei em tudo o que é importante levar, como documentos, band aid, carteira, etc. … Organizei aquilo que ajuda na hora do entretenimento da criançada, e não deixei de fora da bolsa! Por último, coloquei na mesa as minhas bugigangas, e separei para colocar na bolsa apenas o essencial.

Querem ver como ficou?

Assistam a este vídeo e vejam como tanta coisa pode caber dentro de uma mochila. Essa dica facilitou meu dia a dia e curou minha dor no braço. Não é milagre, é re-organização!😉

Beijos para todas as mamães!!

👶 🐾 💋

0

O que os nossos filhos pensam sobre nós?

Sexta feira, o dia amanheceu chuvoso e cinzento. De certa forma, hoje eu acordei assim também, me sinto “nublada” e pensativa. Antes de dormir li uma reportagem sobre um casal que abandou seus filhos. “Simplesmente” deixaram em casa 3 crianças e se foram, para nunca mais voltar.

Deitei a noite imaginando qual o motivo para esse abandono? Irresponsabilidade, problema financeiro, drogas, falta de compromisso, desespero? Imaginava também a cabecinha daqueles 3 pequenos órfãos. Foi difícil dormir.

Hoje ao acordar me dei conta que o abandono possui várias faces, e que é possível abandonar um filho mesmo morando sob o mesmo teto. Quantos pais colocam reuniões, trabalhos, amigos, esporte, negócios a frente de seus filhos? Erram ao imaginarem estar fazendo bem a eles, afinal, o dinheiro está chegando e eles têm “tudo”. Quantos estão deixando de construir laços fraternais que jamais serão recuperados se não forem feitos desde a infância?

Para que seu filho te escute no futuro, é preciso ter tempo para o escutá-lo hoje.Quando pessoas dizem que um filho custa caro, penso: “filho custa o quanto a gente quer pagar”. Afinal, o indispensável é de graça, crianças não precisam de brinquedos caros e nem estudar nas “melhores e mais ricas” escolas da cidade.

Nenhuma criança fica doente ou morre porque não tem um nitendo DS ou qualquer brinquedo caro. Isso é desculpa de pais que possuem a consciência pesada. Tentam enganar a si próprios.

O que as crianças precisam mesmo é de uma mãe e de um pai presente. “Presentes” de verdade. Para ter filhos temos que estar preparados. É preciso saber que abrir mão de alguns encontros com amigos, de algumas viagens de negócio, de alguma partida de futebol será inevitável.

Mas acredite, vale a pena. Pelas crianças, pela sociedade e por você. Nunca ouvi falar que aproximar-se de um filho tenha causado algum mal. Que desligar a televisão para aproveitar o pouco tempo que você possui durante o dia para brincar com ele, tenha deixado você desinformado. Que você tenha perdido algum amigo por responder aquela mensagem no Facebook ou Whatsap depois que eles foram dormir.

Ao contrário, filhos fazem um bem danado. Um dos maiores problemas na hora de educar um filho é esquecê-lo dentro da sua própria casa. Refletir é preciso e mudar, muitas vezes é necessário. Então, porque não começar com uma avaliação?

Pergunte a seu filho que nota ele daria a você. Deixe-o livre para responder, sem pressão e sem medo sobre como anda o seu pai ou a sua mãe em casa. Os resultados podem te surpreender.

Aquelas 3 crianças que foram abandonas pelos pais terão a chance de receber outros que irão amá-las e cuidá-las. E nossos filhos, quais chances terão de terem um pai e uma mãe de verdade?

Segue um video sobre a “relação” das pessoas (hoje em dia) com a tecnologia… Achei super legal, embora óbvio. O mundo real é muito mais interessante, humano e surpreendente. Vamos viver a realidade, nem que para isso precisamos mudá-la!! Beijos…

5

Desenhos de criança: fases e interpretações.

Olá mamães!

Seu filho pequenininho chegou em casa com um desenho na mão, todo feliz. Quando você vai ver “só” tem um monte de rabiscos desenhados todos de uma cor só. Para o espanto de muita gente (que não entende o coração de uma mãe coruja) a mãe olha para aquele papel, muitas vezes amassadinho e se “enche” de orgulho. Pendura na parede, escreve a data, tira foto, pensa estar diante do mais nobre sucessor de Picasso, Monet ou Renoir!

garatuja022 (2)

Bom, pelo menos aqui em casa é assim. E nesses últimos meses, constantemente aparecem desenhos interessantes e curiosos que fizeram despertar em mim a vontade de entender um pouquinho mais sobre os desenhos infantis. escada

Descobri que existem muitas teorias e formas de analisar estas pequenas “obras de arte”. Que podemos desvendar um pouquinho do que passa na cabecinha da criança, afinal o desenho também é uma forma de linguagem e expressão.

“Muitas coisas que a criança nunca poderá dizer com palavras é possível que as diga por meio do desenho”. Rhoda Kellogg (1984)

As crianças pintam por que gostam de brincar com as cores, linhas, formas e texturas e fazem isso, cada qual à sua maneira, de forma autônoma, demonstrando um domínio grande sobre aquilo que produz.

Muitos desenhos representam uma ideia, um sentimento, um medo e podem revelar fatos sobre a dinâmica familiar ou escolar. Outros são “apenas” desenhos imaginados e criados sem um motivo, pelo puro divertimento e prazer de pintar.

Os desenhos se transformam conforme as crianças crescem:

  • Iniciam com a fase do rabisco linear, passando para a dos movimentos circulares, mas sempre explorando toda a folha e geralmente utilizam uma cor de lápis para pintar.
  • Depois, humanizam suas formas incluindo cabeça, olhos, pernas e braços: criam o famoso “homem-palito”.
  • Lá pelos 3 anos de idade, a natureza pode ser observada nos desenhos e é representada por um sol ou uma flor, por exemplo. E por volta dos 4 anos, a criança adiciona roupas ao homem-palito.
  • A partir dos 5 – 6 anos, os personagens e contos infantis já podem ser retratados e os desenhos ficam cada vez mais coloridos.
  • A partir dos 7, os desenhos já se tornam mais realistas e as crianças ficam mais exigentes com suas obras.melinoca023

As idades são apenas uma referência e não uma lei. Cada criança é um ser único, possuidor do seu próprio tempo e ritmo. O mais importante é que ela tem que ser livre para pintar e criar. Sem a interferência de um adulto dizendo a todo momento: “coloque graminha aqui, sol não tem olho, cachorro não voa, vamos fazer janelinhas nessa casa?”.

Às vezes os pais possuem pressa para ver seu filho desenhando a realidade, querem que o desenho seja alinhado, e “rola” até uma comparação: “olha a sua amiga já pinta direitinho”. E eu penso: “Pra que? Pra que?”. Vamos deixar a criança ser criança, brincar como criança e desenhar como criança. Livre para criar e livre para ser feliz. Estímulos são bem vindos, mas o tempo de cada uma tem que ser respeitado.

E aquele papo, então, de “cor de menina e cor de menino” ? É de arrepiar. Aqui em casa é assim: as cores são para todas as pessoas e todas as idades, a natureza nos deu de presente para deixar o mundo mais alegre e fim. rsrsr. Além disso, o sol pode ser preto, o cachorro cor de rosa e o menino pode ser verde, que continuará sendo um menino e não um extraterrestre. Star Wars Gi025Sobre os significados, sei agora que se observadas a posição, os traços, as dimensões, a pressão, cores e algumas formas dos desenhos, e relacionarmos com a idade, ambiente inserido e tudo mais, podem ser tiradas conclusões mais profundas.

Essa “análise” é feita sempre por um profissional, e geralmente acontece quando a criança passa por um período difícil e está fazendo algum tipo de terapia. Os desenhos podem mostrar, nesses casos, sentimentos escondidos, uma vez que o desenho é uma forma de expressão.

Penso que observar os desenhos dos nossos filhos é uma atitude muito importante porque pode nos revelar detalhes que jamais seriam falados. Se tem algo de diferente que sempre aparece nos desenhos do seu filho, é porque aquilo também está sempre no pensamento dele. E, por que não, na sua vida ou no seu coração. Star Wars Gi024Nos desenhos do meu filho, atualmente aparecem brigas, lutas e às vezes sangue. Porém, ele está numa fase “Star Wars” total. Só pensa no Obi-Wan, Yoda e Darth Vader. Esses dias estávamos ouvindo Michael Bublê e ele queria que eu pusesse na música do “Anaquin” (outro personagem do Star Wars). Só que na verdade a música dizia “anything”! Ou seja, só pensa nisso. Mesmo assim, conversamos com a professora sobre possíveis brigas na escola. Na dúvida, o melhor é investigar!

Guardo alguns (muitos) desenhos dos meus filhos em pastas, no futuro será uma recordação e tanto. E vocês, mamães, como lidam com os seus pequenos artistas?

“A arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz o intraduzível.”

Leonardo da Vinci.

Fotor022070121

0

Lição de casa: como preparar o ambiente?

A lição de casa do seu filho não está lá aquela coisa? Nós, mamães e papais, temos uma responsabilidade e tanto nessa tarefa: fazer com que nossos filhotes sejam capazes de fazerem os seus deveres de forma responsável e independente.

Quando me tornei mãe não tinha ideia do tamanhão de funções que teria que exercer. Acho que é bom mesmo a gente não saber disso antes, porque senão muitas mulheres desistiriam logo, e não sentiriam como é bom esse amor, aquele que só os filhos podem nos dar.

Mas que cansa, ah cansa! No fim do dia estou mortinha e preciso de um tempo para mim. É por isso que eles vão para cama cedo aqui em casa, às 20:00 (depois escrevo um post sobre os benefícios de colocar as crianças cedo na cama!).

Mas enfim, voltando ao assunto da lição de casa, não é para fazermos a tarefa para eles, nem para darmos as respostas. Nossa ajuda vem de várias formas, uma delas é através do preparo do ambiente, transformando qualquer cantinho em um local tranquilo para o desenvolvimento da atividade.

hausaufgaben

Leiam também:

Lição de casa: como agir para ajudar (e não atrapalhar) seu filho?

O que atrapalha X O que ajuda – Hora da Lição de casa.

Vamos lá mamães, aqui estão 10 dicas – que irão ajudar a criançada – sobre o lugar adequado na hora do dever de casa:

1. Lugar calmo e tranquilo: Não é preciso ter um quarto de estudos em casa. O importante é que qualquer que seja o local escolhido para se fazer a lição, que este seja um local tranquilo, calmo, longe do barulho da televisão, de outras crianças brincando, do telefone que não para de tocar. Isso não quer dizer colocar a criança lá no fim do mundo. Sentir-se solitária atrapalha na lição de casa, ela tem que estar tranquila e saber que possui alguém por perto a quem recorrer.

2. Fazer lição na mesa da cozinha: Essa é uma dica interessante, principalmente para os primeiros anos escolares. Isso porque no comecinho, a criança não sabe organizar seus materiais e, durante a lição pode ter inúmeros livros em cima da mesa, atrapalhando mais do que ajudando (por isso, ensinar a guardar o que não for mais útil é importante). Estando na mesa da cozinha ou da sala de jantar, o espaço é maior (comparado a uma escrivaninha) e a mãe pode sentar-se ao lado da criança para ajudá-lo.

3. Estar presente e sempre por perto: é importante para a criança, durante a lição de casa, sentir que não está sozinha e que em caso de dúvida, ter a quem recorrer. Também, muitos precisam de um “empurrãozinho” na hora que a preguiça bate! Opte fazer algum tipo de trabalho (ficar no computador, organizar as contas, cozinhar, ou o que quiserem) durante a lição de casa do filho. Assim você estará por perto, sem influenciar demais na tarefa dele. Além disso, caso ele fique chamando muitas vezes para ajudar, é só dizer: “filho, estou trabalhando também, é algo que você não consegue mesmo fazer sozinho? Pense de novo, sei que você pode chegar lá”.

4. Irmãos menores: Quando a criança tem irmãos menores, e você está ali do lado do seu filho ajudando-o na lição, certeza que o menor vai querer ficar por perto também, não é? Mas isso pode atrapalhar a concentração daquele que faz o dever de casa. Então, minha sugestão é que você dê uma atividade para o pequeno. Coloque um mesinha em outro local, com papéis, lápis de cor, quebra cabeça… Essas atividades “darão conta” dessa meia horinha de lição de casa.

5. Irmãos maiores: Por que não colocar o irmão ou irmã maior para ajudar a acompanhar a lição de casa do seu filho? Tente, acho uma boa opção de revezamento. Depois, claro, veja se está tudo em ordem, se a criança cumpriu seu dever e cuidou dos materiais direitnho.

6. Lugar arejado e claro: O Lugar não poder ser quente demais, pois o calor irrita e a irritação atrapalha o raciocínio. Também, deve ser claro para que ele não force a visão. Perto de uma janela ou com uma luminária na mesa são algumas opções para melhorar a claridade do local.

ergo3

8. Pés apoiados: É importante que as crianças estudem com os pés no chão. As cadeiras devem portanto, possuir regulagens compatíveis a altura. Quando a cadeira não permite que a criança apoie os pés no chão, a solução é adotar um apoio para os pés, que serve para relaxar a musculatura e para melhorar a circulação sanguínea nos membros inferiores. A postura correta é quando o joelho, o quadril e os cotovelos apoiados na mesa, formam um angulo reto.

9. Apenas o necessário sob a mesa: deixar muita informação sob a mesa, atrapalha e desconcentra seu filho na hora das atividades escolares. Por isso, deixe apenas os materiais necessários para a realização da atividade.

10. Rotina: Assim que definirem o melhor lugar da casa para fazer a lição, transforme isso em uma rotina, para que seu filho, com o tempo, possa sozinho arrumar seus materiais na mesa, sentir-se confortável, seguro e tranquilo para desempenhar suas atividades. Tudo o que é novo, precisa passar por uma adaptação. E as adaptações são inquietantes muitas vezes. Por isso, a rotina é uma boa ajuda na hora da lição de casa, acostumados com determinado ritmo, poderão fazer seus deveres de forma mais eficiente.

O ano escolar está no comecinho, ajude seu filho a ir bem na escola!

Super Mammy!

0

Manhêê, cadê minha infância? Adultização infantil.

Olá mamães!

Estava vendo alguns sites de roupas e me deparei com imagens de crianças imitando adultos. Super maquiadas, de salto alto, com roupas nada infantis. Meninas pequenas que mais pareciam mini mulheres. Pesquisando mais, me deparei com os concursos de beleza para criança. Então pensei: estamos voltando no tempo, certeza.

Antigamente, séculos atrás, não existia esse sentimento de infância. As crianças eram apenas mini adultos. Vestiam-se como os mais velhos e logo aprendiam uma função a fazer. Sem escola, sem direitos, sem tempo para brincar. A história da criança é bonita, porque década após década, ela foi ganhando espaço e cultivando o direito que melhor lhe cabe para esta fase: o de brincar!

Como disse Gilbert Keith Chesterton, “A maravilha da infância é que para eles tudo é maravilha.”

Observando essas histórias de concurso de beleza infantil, penso que estamos voltando na história. Inventando “ridiculisses” para que as crianças percam cada vez mais cedo a maravilha da infância.

Mas por de trás de cada “mini mulher”, existe uma mãe e um pai. E isso é espantoso, porque estão fazendo algo de muito mal aos seus próprios filhos. Quando falo em adultização infantil, me refiro a estas posturas, vejam:

adultizacao infantil

A adultização infantil passa por várias esferas: consumismo, rotina cheia de compromissos, vaidade exagerada, sendo essa última o foco da minha indiguinação momentânea.

Afinal, podemos ver nas fotos crianças super maquiadas, artificialmente bronzeadas, que desfilam em trajes de banho para juízes adultos dizerem se elas são bonitas ou não. Sim, me parece um absurdo.

Gostaria de perguntar para essas mães que incentivam suas filhas a participarem de desfiles de modelos, concursos de miss infantil, cinema, televisão, ou o que for: “queridas mães, não acham esse exagero doentio? Qual a vantagem em crescer tão rápido?

Sabemos que há sempre alguém ganhando com berrações que tentam colocar em nossas vidas, em nossa rotina. E esse ganho é enorme! Hoje, podemos encontrar produtos anti envelhecimento para crianças de 8 a 12 anos de idade! Kit infantil com esfoliadores faciais! Sutiãns com bojo para meninas a partir de 6 anos!

A indústria ganha dinheiro. Nossas crianças perdem a infância. Precisamos salvá-la para que o mundo ainda tenha jeito. Exagero?

A brincadeira faz parte da infância, e possibilita o desenvolvimento da área cognitiva, biológica, motora, social e afetiva. Tudo o que acontece nessa fase é fundamental para o resto da vida de uma pessoa, uma vez que sua personalidade e seu caráter estão em formação.

Pular esta etapa da infância ou antecipar a vida adulta é um equívoco que deixa sequelas problemáticas. A infância existe e é preciso respeitá-la.

Mas como saber o limite entre o exagero e a vaidade infantil?

O fantasiar faz parte da vida, faz parte do faz de conta infantil. Enquanto for brincadeira é saudável passar batom, por exemplo. A partir do momento que isso vira rotina, que isso vira lei, “Ai ela não sai de casa sem fazer as unhas!”, então, temos o exagero.

Crianças perdendo horas em salão para fazer as unhas toda a semana, sim, parar mim isso é exagero. Na maior parte da vida nós somos adultos, vamos deixar nossas crianças serem “apenas” crianças. E para isso elas precisam de tempo. Tempo para brincar!

A Super Mammy.

Às mamães ansiosas para verem suas filhotas crescerem, deixo essa música lindinha: “Tente entender”, do Palavra Cantada.

2

Lição de casa: como agir para ajudar (e não atrapalhar) seu filho?

A lição de casa já foi um problema para minha família. A falta de concentração nas atividades durante a lição de casa do meu filho, fez com que eu repensasse a minha postura como mãe, a mesa de estudos apropriada, o ambiente da casa e, até mesmo, o meu olhar enquanto pedagoga.

Conversei com a professora do meu filho sobre algumas questões, e ela despertou em mim ideias e pensamentos em torno dessa tarefa. Isso abriu-me o horizonte e fez com que eu entendesse e, realmente ajudasse meu filho na hora da Hausaufgaben (lição de casa em alemão).

Montei um material sobre esse assunto e gostaria de compartilhar com vocês. Ser mãe não é fácil. Mas vamos lá, porque compensa e muito!!!

tarefa de casa

Lição de casa é tarefa para os pais ou para os filhos?

Essa foi a primeira pergunta que a professora fez para mim, talvez porque ela tenha percebido logo a minha aflição. Minha resposta imediatamente foi: para os dois! Ela balançou a cabeça e disse: “não, a lição de casa é tarefa para seu filho.”

O objetivo da tarefa de casa, segundo a pedagogia alemã, é reforçar o que foi aprendido na escola, fazer vir à tona as dúvidas não pensadas durante a sala de aula, educar a criança ao estudo independente, para que possa sozinha organizar-se, auto avaliar-se e sobre tudo, ser livre para ir além.

E isso não quer dizer que nós não precisamos ajudar na hora da lição de casa. Significa apenas que os pais precisam saber seus deveres e seus limites.

No fundo, o que ela quis me dizer é que nós pais não devemos agir como professores particulares na hora do dever de casa, devemos apenas proporcionar a eles um ambiente para que possam desenvolver suas tarefas. Afinal, o professores querem e precisam ver os erros dos nossos filhos.

Mas nós pais não recebemos treino para isso!

Nem para ajudar na lição de casa e nem para todo o resto! Seria uma maravilha se filho viesse com manual, né? Rsrsr E sabe por quê não vem? Porque cada criança, cada filho, cada ser humano é único e possui suas necessidades próprias, suas qualidade únicas e seu particular modo de pensar.

Durante a tarefa escolar algumas crianças precisam simplesmente de mais apoio do que outras. Os pais devem oferecer essa ajuda na medida certa para cada filho.

Estabelecer uma relação de confiança com o professor, conversar com outras mães e pesquisar um pouquinho sobre o assunto, são formas de ajudarmos nossos filhos a terem um bom desempenho nesta tarefa, e como consequência, na vida escolar.

E tempo para dar conta de tudo?

Existe um determinado momento que a vida escolar domina a vida familiar, e muitos pais sentem-se responsáveis pelo desempenho escolar de nossos filhos. E somos? De certa forma sim. Mas devemos deixar de lado a preocupação e darmos espaço para que ações acertivas apareçam, e nos livrem dessa consciência auto punitiva.

Primeiro porque existe um sistema escolar por trás dos nossos filhos. Um sistema que organiza, planeja, aplica, avalia, discute e reformula todo o conteúdo de aprendizagem de acordo com as etapas sociais e cognitivas que nossos filhos passam. È preciso confiar na escola de seu filho.

Segundo, porque somos “apenas” pais. É a escola e os professores os maiores responsáveis na hora dos estudos e do aprendizado escolar.

Mas precisamos estar atento a tudo. E para estar atento, é preciso estar presente. Eis o ponto. Falando como pedagoga agora, uma das maiores desculpas na escola, é a falta de tempo dos pais. Digo “desculpas” porque muitos pais arrumam tempo para tudo, menos para a lição de casa do filho. Sei que existem pais que trabalham a noite, que viajam, sei disso, não me refiro a esses pais, isso acontece aqui também. Quando falo em desculpas me refiro aos milhares de mães e pais telespectadores de novela (por exemplo), que todos os dias arrumam um tempinho para assisti-las, mas deixam de lado assuntos reais, como o desempenho escolar do filho. Estou sendo um pouco dura, mas isso é realidade em todas as escolas do nosso país. Por isso, quando falamos em tempo, eu pergunto: O que é mais importante para você do que a vida de seu filho? Arrume um tempinho para ele.

E por falar nisso, quanto tempo é necessário para a realização da tarefa escolar?

Especialistas afirmam que nos 2 primeiros anos do ensino fundamental, 30 minutos são o suficiente para a realização da tarefa, mais do que isso, causarão efeito contrário ao objetivo de incentivar a independência nos estudos. Esse período aumenta para 1 hora nos próximos anos da escola, chegando a 90 minutos no ensino médio. (Esse tempo é uma média, em dias de trabalhos mais bem elaborados ou em grupo, esse tempo pode aumentar.)

Mas e se meu filho precisa de muito mais tempo do que o proposto?

Primeiro tem que ser observado um ponto: a lição de casa está exagerada? Conversar com a escola é o melhor a fazer quando perceber que a quantidade de tarefa é realmente grande. Vale lembrar que após o período escolar, é preciso reservar um boa quantia das horas para momentos de lazer. E a escola deve programar as lições de casa pensando nesse aspecto também.

Agora, se as lições de casa duram horas ou até mesmo uma tarde inteira (o que era meu caso), algo de errado está acontecendo e mudanças devem ser realizadas. Mas não se assutem, mamães, na maioria das vezes com soluções simples damos um jeitinho nessa questão.

Qual o momento certo para a realização dessa atividade?

Para começarmos a pensar numa melhora no rendimento e tempo da lição de casa, primeiro é preciso pensarmos qual o melhor momento para fazê-la. E melhor do que ninguém para responder esta questão, são os nossos filhos. Nada mais justo, são eles que farão a lição de casa!

Claro que se a gente perguntar assim: “Filhinho que horas você quer fazer a lição?”, muitos responderão: “Nunca, amanhã, semana que vem, ou depois do filme, do futebol ou da janta!”. É aquela velha história: “quem pergunta o que quer, ouve o que não quer!”. O que quero dizer é que um dia de escola é desgastante, e cada criança responde a este dia de forma diferente.

A lição de casa é uma tarefa diária, isso é um fato. Mas algumas crianças irão preferir fazer a lição primeiro, para assim ter a cabeça livre de preocupações. Outros, precisam de um tempinho para descansar ou bater um papo, esfriar a cabeça. Tem aqueles que a lição de casa só funciona depois de uma sonequinha. Essas são necessidades diferentes que devem ser levadas em conta na hora de planejarmos a lição de casa.

Às vezes, mesmo querendo ajudar, atrapalhamos a lição de casa dos nossos filhos. Por que?

Às vezes erramos por amor, por excesso de zelo, ou por acharmos agir certo em uma determinada situação. Por isso adoro ler sobre educação de filhos, a gente sempre está aprendendo, se reciclando. E vocês também gostam, por isso estão aqui no blog! É prazeroso, afinal fazemos isso pelos nossos filhos, que são os nossos maiores tesouros!

Mas ajudar na tarefa escolar não é fácil, porque de certa forma, estamos ali do lado “ocupando” um lugar que durante o período escolar, pertence ao professor. Por isso erramos. O lugar do professor não deve ser ocupado, ele não deve ser substituído. Nosso papel é preparar um ambiente propício para a realização da tarefa por nossos filhos, e só. O professor é um profissional e sabe ensinar porque foi formado para isso. Nós estamos longe de sermos este profissional. E nem precisamos ser.

A distância emocional existente entre pais e filhos é quase nula, e essa interferência com a atividade escolar pode ser prejudicial. Quero dizer que o professor corrige, ou até mesmo dá uma bronquinha, enquanto profissional. Ele jamais vai gritar coms eu filho, vai corrigir de forma pejorativa, ameaçadora.

Já os pais, por terem essa aproximação emocional, misturam com frequência esses papéis, confundindo ainda mais a cabeça do filho, que não saberá se deve responder enquanto filhos ou alunos. A falta de paciência por parte dos pais surge nessa hora, e um conflito para uma criança que precisa de mais atenção na hora da lição de casa é desnecessário.

Outro ponto em que atrapalhamos mais do que ajudamos, é o fato de muitos pais possuírem a tendência de antecipar as respostas dos exercícios de forma rápida, oferecendo soluções. A criança não possui tempo para pensar e desenvolver as questões, e acaba perdendo a motivação para os trabalhos de casa. Dessa forma, os pais prejudicam o comportamento de aprendizagem do filho.

Já ouvi relatos de pais que agem por meio da chantagem, “se não fizer lição de casa vai perder o vídeo game”, ou ainda “se você não parar com isso vai ter que fazer lição de casa agora!”. Como se a tarefa escolar fosse um castigo.

Mamães, esses são os primeiros aspectos que devemos pensar na hora de ajudar (e não atrapalhar) nossos filhos na tarefa escolar. Eles são pequenos e precisam de um ambiente tranquilo para realizarem suas tarefas. Precisam também brincar, então parem de reclamar de pouca lição! Rsrsrs. Tudo tem que ser na medida certa!

Escrevi algumas dicas práticas para ajudar nesta questão das tarefas.

Não deixem de ler: O que atrapalha x O que ajuda, na hora da lição de casa.

Beijinhos e uma ótima sexta!!!

Super Mammy